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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/43789
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorSilva, Marianne-
dc.date.accessioned2026-01-14T13:55:22Z-
dc.date.available1-01-14-
dc.date.available2026-01-14T13:55:22Z-
dc.date.issued12-12-19-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/43789-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIApt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectNeurodiversidade.pt_BR
dc.subjectInclusãopt_BR
dc.subjectEstágio supervisionadopt_BR
dc.subjectAmbiente organizacionalpt_BR
dc.subjectDiversidade cognitivapt_BR
dc.subject.otherNeurodiversity. Inclusion. Supervised internship. Organizational environment. Cognitive diversity.pt_BR
dc.titleA inclusão de estagiários neurodivergentes em organizações baianas: uma análise da percepção discente do curso de secretariado executivo da UFBA.pt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCiências Sociais Aplicadas, Administração, Administração de Empresaspt_BR
dc.contributor.advisor1Waiandt, Claudiani-
dc.contributor.referee1Moscon, Daniela-
dc.description.resumoEste trabalho busca analisar como estudantes neurodivergentes do curso de Secretariado Executivo da UFBA percebem as iniciativas de inclusão adotadas por organizações baianas no contexto do desenvolvimento de seus estágios curriculares. A neurodiversidade, que abrange condições como autismo, TDAH e dislexia, ainda ocupa um espaço inexplorado nas discussões sobre diversidade no ambiente corporativo e institucional. Adotou-se uma metodologia qualitativa e descritiva, baseada em entrevistas semiestruturadas e análise de documentos institucionais. Os resultados demonstraram que a inclusão, quando ocorre, depende mais de relações interpessoais do que de políticas organizacionais estruturadas, estando frequentemente associada à empatia de gestores e colegas no local do estágio. Além disso, percebeu-se uma sobrecarga sensorial, rigidez cultural, falhas na comunicação e despreparo das equipes de trabalho que dificultaram a adaptação e o desempenho dos estagiários. Em alguns casos, as experiências vividas resultaram em sofrimento psíquico, desmotivação e mudanças de trajetória acadêmica e profissional. Diante da ausência de políticas formais de acolhimento, os estudantes desenvolveram estratégias individuais de enfrentamento, como a organização de tarefas por listas, o uso de fones de ouvido, a adaptação da comunicação e a busca por rotinas mais estruturadas. Conclui-se que a inclusão efetiva nos estágios de estudantes neurodivergentes requer a atuação conjunta das universidades e das organizações baianas, por meio da capacitação de supervisores, implementação de políticas institucionais de gestão de pessoas e fortalecimento de uma cultura organizacional pautada no respeito às diferenças cognitivas.pt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Administraçãopt_BR
dc.type.degreeBachareladopt_BR
dc.publisher.courseSECRETARIADO EXECUTIVOpt_BR
Aparece nas coleções:Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) - Secretariado Executivo (EA)

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SILVA, Marianne 2025 - PDF.pdfEste trabalho busca analisar como estudantes neurodivergentes do curso de Secretariado Executivo da UFBA percebem as iniciativas de inclusão adotadas por organizações baianas no contexto do desenvolvimento de seus estágios curriculares. A neurodiversidade, que abrange condições como autismo, TDAH e dislexia, ainda ocupa um espaço inexplorado nas discussões sobre diversidade no ambiente corporativo e institucional. Adotou-se uma metodologia qualitativa e descritiva, baseada em entrevistas semiestruturadas e análise de documentos institucionais. Os resultados demonstraram que a inclusão, quando ocorre, depende mais de relações interpessoais do que de políticas organizacionais estruturadas, estando frequentemente associada à empatia de gestores e colegas no local do estágio. Além disso, percebeu-se uma sobrecarga sensorial, rigidez cultural, falhas na comunicação e despreparo das equipes de trabalho que dificultaram a adaptação e o desempenho dos estagiários. Em alguns casos, as experiências vividas resultaram em sofrimento psíquico, desmotivação e mudanças de trajetória acadêmica e profissional. Diante da ausência de políticas formais de acolhimento, os estudantes desenvolveram estratégias individuais de enfrentamento, como a organização de tarefas por listas, o uso de fones de ouvido, a adaptação da comunicação e a busca por rotinas mais estruturadas. Conclui-se que a inclusão efetiva nos estágios de estudantes neurodivergentes requer a atuação conjunta das universidades e das organizações baianas, por meio da capacitação de supervisores, implementação de políticas institucionais de gestão de pessoas e fortalecimento de uma cultura organizacional pautada no respeito às diferenças cognitivas.1,17 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir
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