Skip navigation
Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/43724
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorLopes, Emmanuel Bastos de Magalhães-
dc.date.accessioned2025-12-19T11:58:19Z-
dc.date.available2025-12-19T11:58:19Z-
dc.date.issued2025-08-11-
dc.identifier.citationLOPES, Emmanuel B. de M. Patrimonialização de terreiros de candomblé na Bahia: agentes, agências e mediadoras. Tese de Doutorado (Doutorado em Antropologia) - Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas. Universidade Federal da Bahia. Salvador, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/43724-
dc.description.abstractThis dissertation is part of an ethnographic research of the government, documents and bureaucracy studying public policies for the heritagization of Candomblé terreiros in Bahia. The first terreiro was declared a heritage site in the 1980ties, however, after the new Federal Constitution of 1988 the landmarks of heritage recognition changed and some cultural assets linked to ethnic groups and minorities began to be recognized, especially in their immaterial dimensions. Beginning in 2003, new sociopolitical conditions for the recognition and appreciation of cultural heritage emerged, with successive listings of some “mother-houses”, federal and state agencies are undergoing broad instrumental and technical reforms; assets, now cultural references, represent the immanence of the practices of once-neglected groups. At this stage, anthropology professionals are increasingly working in government careers, sometimes in fragile work situations; their technical work operates traditionally with ethnographic resources and methods, but they face new challenges: the operationalization of public policy based on a truncated bureaucracy cluttered with documents, forms, protocols, and systems. These are simultaneously products of labor and devices endowed with agency, sensoriality, and acting through the power of humans and non-humans. Therefore, we investigate, based on Bruno Latour's actor-network theory, the legal and bureaucratic mediations in heritagization processes. Through a bibliographic and documentary review, we analyze the listing of Nagô houses, which we compare with other research and the demands that Bantu traditions must reaffirm their uniqueness not through purity, but through a blend that dispenses with rethinking the criteria for recognition and protection. It is understood the role of institutional actions, such as the GTIT - Interdepartmental Group for the Preservation of Terreiros - within the scope of IPHAN (National Institute of Historical and Artistic Heritage), and their impacts on the heritage field of terreiros with a view to producing bureaucratic efficiencies. The activities of other projects, such as Itoju, Pergunte a Onilé, and Milonga, are also reconsidered. Strategic actions by terreiro groups aim to pressure and, at the same time, collaborate with the government to overcome the structural racism that persists in the underrepresentation of cultural assets of African origin. Finally, we observe a treatment of documents, papers and bureaucratic systems that is not completely detached from coloniality, despite the efforts of both the academic discipline and part of the state's normative composition, which become agents, together with other beings and entities of Afro-Brazilian cosmology, in the task of heritage recognition.pt_BR
dc.description.sponsorshipFAPESBpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectPatrimônio culturalpt_BR
dc.subjectLegado afro-brasileiropt_BR
dc.subjectCandomblépt_BR
dc.subjectPatrimonializaçãopt_BR
dc.subjectPolíticas públicaspt_BR
dc.subject.otherCultural heritagept_BR
dc.subject.otherAfrobrazilian heritagept_BR
dc.subject.otherCandomblépt_BR
dc.subject.otherPublic policiespt_BR
dc.subject.otherPatrimonializationpt_BR
dc.titlePatrimonialização de terreiros de candomblé na Bahia: agentes, agências e mediadoras.pt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Antropologia (PPGA) pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::ANTROPOLOGIApt_BR
dc.contributor.advisor1Caroso, Carlos Alberto Soares-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0001-5788-0385pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9491155802141862pt_BR
dc.contributor.referee1Alvarez, Gabriel Omar-
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0003-3216-9428pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1246783304706348pt_BR
dc.contributor.referee2Ramos, Cleidiana Patricia Costa-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/1510137763243074pt_BR
dc.contributor.referee3Mota, Antonio-
dc.contributor.referee3IDhttps://orcid.org/0000-0002-7940-7393pt_BR
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/0000915103413742pt_BR
dc.contributor.referee4Sousa Júnior, Vilson Caetano de-
dc.contributor.referee4Latteshttp://lattes.cnpq.br/8764702427465208pt_BR
dc.contributor.referee5Soares, Carlos Alberto Caroso-
dc.contributor.referee5IDhttps://orcid.org/0000-0001-5788-0385pt_BR
dc.contributor.referee5Latteshttp://lattes.cnpq.br/9491155802141862pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2539060575229597pt_BR
dc.description.resumoEste trabalho apresenta uma pesquisa etnográfica de ações do governo, de documentos públicos e da burocracia estatal sobre políticas públicas da patrimonialização de terreiros de candomblé na Bahia. O primeiro tombamento de terreiro ocorre na década de 1980, mas com a Constituição Federal de 1988 os marcos da patrimonialização mudaram e alguns bens culturais vinculados a grupos étnicos e minorias passam a ser reconhecidos, especialmente nas dimensões da imaterialidade. A partir 2003 se instalam novas condições sociopolíticas para o reconhecimento e valorização do patrimônio cultural, ocorrendo seguidos tombamentos de algumas “casas matrizes”. Os organismos federais e estaduais passam por reformas de amplitude instrumental e técnica, os bens, agora referências culturais, representam a imanência das práticas dos grupos outrora preteridos. Neste momento, profissionais da antropologia atuam crescentemente carreiras de Estado, por vezes em regimes de fragilidades laborais; seu trabalho técnico opera de forma tradicional com os recursos e métodos etnográficos, mas encontram novos desafios: a operacionalização de uma política pública calçada na burocracia truncada e repleta de documentos, formulários, protocolos, sistemas. Estes são ao mesmo tempo produtos do trabalho e dispositivos dotados de agência, sensorialidade e atuando por meio da força de humanos e não humanos. Para tanto, investiga-se, com base na teoria do ator rede, de Bruno Latour, as mediações jurídicas e burocráticas nos processos de patrimonialização. É feita a análise, por meio de uma revisão bibliográfica e documental, dos tombamentos de casas nagô, que comparamos, por meio de outras pesquisas, às demandas que as tradições bantu têm em reafirmar-se como singulares não a partir da pureza, mas de uma mistura que faz repensar os critérios de reconhecimento e proteção. Compreende-se qual o papel de ações institucionais, como o GTIT- Grupo Interdepartamental para Preservação de Terreiros na esfera do IPHAN e seus impactos no campo patrimonial de terreiros com vista à produção de eficácia burocrática. Também é repensada a atuação de outros projetos como o Itoju, Pergunte a Onilé e Milonga - ações de estratégias dos grupos de terreiros a fim de pressionar e ao mesmo tempo colaborar com o Estado para superar o racismo estrutural que ainda permanece na sub-representação dos bens culturais de matriz africana. Por fim, constata-se um trato com os documentos, papeis e sistemas da burocracia que não se desvincula totalmente da colonialidade, apesar do esforço tanto da disciplina acadêmica como de parte da composição normativa estatal, que se tornam agentes, junto com outros seres e entidades da cosmologia afro-brasileira, na tarefa da patrimonialização.pt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FFCH)pt_BR
dc.relation.referencesABREU, R. M. R. M. A patrimonialização das diferenças e os novos sujeitos de direito coletivo no Brasil. In: TARDY, C. (Org) DODEBEI, Vera (Org.) Nouvelle Edition Marseille: Open Edition Press, 2015 (online) ___________Patrimônio cultural: tensões e disputas no contexto de uma nova ordem discursiva In, Antropologia e patrimônio cultural: desafios contemporâneos. Associação Brasileira de Antropologia. Org. Manuel Ferreira Lima Filho, Jane Felipe Beltrão e Cornélia Eckert, Blumenau, Nova Letra 2007 ________ Patrimônio:, ‘ampliação’ do conceito e Patrimonialização. In: Questões indígenas e museus: debates e possibilidades. Org. Marília Xavier Cury, Camilo de Mello Vasconcellos, Joana Montero Ortiz. -- Brodowski: Universidade de São Paulo : Secretaria de Estado da Cultura (SEC), 2012. (Coleção Museu Aberto). __________ A trajetória do GT de Patrimônio e Museus da Associação Brasileira de Antropologia. In: Antropologia e Patrimônio: trajetórias e conceitos org., Izabela Maria Tamaso e Manuel Ferreira Lima Filho. Brasília: Associação Brasileira de Antropologia, 2012. ____________ Quando o campo é o patrimônio. Notas sobre a participação de antropólogos nas questões do Patrimônio. 2004 ABREU, Regina; CHAGAS, Mário de Souza; SANTOS, Myrian Sepúlveda dos. Museus, coleções e patrimônios: narrativas polifônicas. Rio de Janeiro: Garamond, 2007. ADINOLFI, Maria Paula & VAN DE PORT Mattijs. Bed and throne: the “museumification” of the living quarters of a candomblé priestess. In: Material Religion: The Journal of Objects, Art and Belief, ISSUE 9:3, 282-303. 2013 AMORIM, Carlos et. al. Patrimônio Cultural dos Templos afro-brasileiros. Salvador, Oiti 2011. ANDRADE, Bruno Amaral. Cidadania cultural e patrimonialização: a potência emancipatória do reconhecimento de terreiros de candomblé como patrimônio cultural. 2020. Tese (Doutorado em Direito) – Faculdade de Direito, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2020. Disponível em: https://repositorio.ufba.br/xmlui/handle/ri/32462 acesso em: 12 de fevereiro de 2025. APPADURAI, Arjun (Org.). A vida social das coisas: as mercadorias sob uma perspectiva cultural. Niterói: EdUFF, 2008. BANAGGIA, Gabriel de Souza. Inovações e controvérsias na antropologia das religiões afro-brasileiras. Dissertação (Mestrado em Antropologia) Rio de Janeiro (RJ): PPGAS-MN/UFRJ, 2008. BELTRÃO, Jane Felipe; CAROSO, Carlos. Patrimônio, linguagens e memória social: problemas, estudos e visões no campo da antropologia. LIMA FILHO, M.F.; BELTRÃO, J. F.; ECKERT, C. Antropologia e patrimônio cultural: diálogos e desafios contemporâneos. Blumenau: Nova Letra, p. 45-55, 2007. BURNS, Kathryn. Into the Archive: Writing and Power in Colonial Peru Duke University Press, 247p. 2010 CASTILLO, Lisa Earl. Entre a oralidade e a escrita: a etnografia nos candomblés da Bahia. EDUFBA. Salvador, 2010. CAPONE, S. A Busca da África no Candomblé. Tradição e Poder no Brasil, Rio de Janeiro, Pallas/Contra Capa. 2004. CAPONE, Stefania; MORAIS, Mariana Ramos de. Afro-patrimônio no plural: a mistura no candomblé como valor excepcional. Vivência: Revista de Antropologia, v. 1, n. 55, 2020. CAPONE, Stefania; MORAES, Mariana R. de. De la négation à l’affirmation: le processus d’institutionnalisation du patrimoine culturel afro-brésilien In: Afropatrimoines: culture afro-brésilienne et dynamiques patrimoniales. Paris: Lahic/CNRS. 2015. Pag.6-24 Online disponível em: http://www.iiac.cnrs.fr/IMG/pdf/carnet_11- nov2015-2.pdf CAVALCANTI. Maria Laura Viveiros de Castro de. A proteção legal do patrimônio cultural imaterial no Brasil. In: Gonçalves, Renata; Tamaso, Izabela. (Org.). A antropologia na esfera pública: patrimônios culturais e museus. 1ed.Goiânia: Editora Imprensa Universitária, 2019, v. 1, p. 48-80 https://www.abant.org.br/files/146_00159932.pdf COSTA, Hildete Santos Pita. Terreiro Tumbenci: Um patrimônio afrobrasileiro em museu digital. 2018. Tese (Doutorado Multi-Institucional e Multidisciplinar em Difusão do Conhecimento) – Universidade Federal da Bahia, Faculdade de Educação da Bahia, Salvador, 2018. Disponível em: https://repositorio.ufba.br/xmlui/handle/ri/28515. Acesso em: 5 mar. 2025. CLIFFORD, James; MARCUS, George. A escrita da cultura: Poética e política da etnografia. UERJ, 2017. CLIFFORD, James. Verdades Parciais. In: A escrita da cultura poética e políticas da etnografia. James Clifford e George E. Marcus. Trad. Maria Claudia Coelho. Rio de Janeiro; Ed. UERJ: Papeis Selvagens edições, 2016. p. 31-63. CUNHA, Olivia Maria Gomes da. Tempo Imperfeito: Uma etnografia do Arquivo. IN: MANA ano 10 vol.2 287-232, 2004 CUNHA, Juliana da Mata. Quem pode mais do que o dono da casa? Participação social no processo de patrimonialização do Terreiro Ilê Obá Ogunté (Sítio de Pai Adão) no Recife-PE/ Juliana da Mata Cunha – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2018 DIANOVSKY, Diana. Fazer antropologia ao fabricar o Estado: conhecimento especializado e ação estatal na salvaguarda do patrimônio cultural imaterial. 2023. 399 f., il. Tese (Doutorado em Antropologia) — Universidade de Brasília, Brasília, 2023. Online disponível em https://repositorio.unb.br/bitstream/10482/50563/1/DianaDianovsky_TESE.pdf acesso em 07 de abril de 2025. FABIAN, Johannes. A prática etnográfica como compartilhamento do tempo e como objetivação. Mana, v. 12, p. 503-520, 2006. FAVREET-SAADA, Jeane. Ser afetado. In: Cadernos de Campo, v.13. n.13 p 155-161, São Paulo, 2005 FERNANDES, Diogo Linhares. Ilẹ̀Mímọ́: um estudo do processo de tombamento do terreiro da Casa Branca e análise antropológicas sobre territorialidade sagradas Orientadora: Profª. Drª. Cíntia Beatriz Müller Dissertação (mestrado) - Universidade Federal da Bahia. Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, Salvador, 2022 online em https://repositorio.ufba.br/handle/ri/34931 acesso em 14 de julho de 2025 FERREIRA, Leticia e LOWENFRON, Laura (org.) (2020). Etnografia de documentos: pesquisas antropológicas entre papéis, carimbos e burocracias. Rio de Janeiro: FLAKSMAN, Clara. Relações e narrativas: o enredo no candomblé da Bahia. Relig. soc., Rio de Janeiro, v. 36, n. 1, p. 13-33, 2016 <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100- 85872016000100013&lng=en&nrm=iso>. GEERTZ, Clifford. A Interpretação das Culturas. Rio de Janeiro: Guanabara, 1989. GONÇALVES. José Reginaldo dos Santos. Patrimônio com categoria de pensamento In: Regina Abreu, Mário Chagas (Orgs.) Memória e patrimônio: ensaios contemporâneos, 2. ed., - Rio de Janeiro: Lamparina, 2009. GONÇALVES, José Reginaldo Santos. Os limites do patrimônio. Antropologia e patrimônio cultural: diálogos e desafios contemporâneos. Blumenau: Nova Letra, p. 239-248, 2007. GONÇALVES. As ressonância, materialidade e subjetividade as culturas como patrimônio. Horizontes antropológicos ano 11. N.23, Porto Alegre, 2005 GONÇALVES, José Reginaldo Santos. As transformações do patrimônio: da retórica da perda à reconstrução permanente. TAMASO, Izabela & LIMA FILHO, Manuel Ferreira. Antropologia e patrimônio cultural: trajetórias e conceitos. Brasília: ABA Publicações, p. 59-74, 2012.. INGOLD, Tim. Estar Vivo: ensaios sobre movimento, conhecimento e descrição. Tradução de Fábio Creder. Editora Vozes. Petrópolis 2015. LATOUR, Bruno. Reagregando o social: uma introdução a Teoria do ator-rede. Tradução Gilson César Cardoso de Sousa. EDUFBA-EDUSC Salvador-Bauru 2012. LATOUR, Bruno. A fabricação do direito: um estudo de etnologia jurídica. São Paulo Editora Unesp, 2020.LATOUR, Bruno. Por uma antropologia do centro. Mana, Rio de Janeiro , v. 10, n. 2, p. 397-413, Oct. 2004. LATOUR, Bruno et al. Faturas/fraturas: da noção de rede à noção de vínculo. Ilha Revista de Antropologia, v. 17, n. 2, p. 123-146, 2015. Tradução Theophilos Rifiotis, Dalila Floriani Petry, Jean Segata Online Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/ilha/article/view/42469 LEITE. Ilka Boaventura, Org. Laudos Periciais antropológicos em debate, Florianópolis. Coedição NUER/ABA, 2005, 288p. LIMA, Alessandra Rodrigues. Patrimônio Cultural Afro-brasileiro: as narrativas produzidas pelo Iphan a partir da ação patrimonial / Alessandra Rodrigues Lima – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, Dissertação de Mestrado 2012. LIMA, Vivaldo da Costa. O conceito de “nação” nos candomblés da Bahia. Afro-Ásia, Salvador, n. 12, p. 65–90, 1976. Disponível em: https://periodicos.ufba.br/index.php/afroasia/article/view/20774. Acesso em: 17 jul. 2025. MILLER, Daniel. Trecos, troços e coisas: estudos antropológicos sobre a cultura material. Tradução de Renato Aguiar. Rio de Janeiro: Zahar, 2013 NOGUEIRA, Guilherme Dantas; PAZ, Francisco. Phelipe. C.. Barreiras coloniais à efetividade da gestão do Estado brasileiro na modernidade: o caso do Grupo de Trabalho Interdepartamental de Terreiros. In: Thiago Azevedo Pinheiro Hoshino; Bruno Barbosa Heim; Andréa Letícia Carvalho Guimarães; Winnie Bueno. (Org.). Direitos dos Povos de Terreiro - Volume 2. 1ed.Salvador: Editora Mente Aberta; Instituto Brasileiro de Direito Urbanístico, 2020, v. 2, p. 63-86. NOGUEIRA, Guilherme Dantas. "Na minha casa mando eu": mães de santo, comunidades de terreiro e Estado. 2019. 302 f., il. Tese (Doutorado em Sociologia)— Universidade de Brasília, Brasília, 2019. Online em http://repositorio2.unb.br/handle/10482/41194 acesso em 06 de julho de 2025 OLIVEIRA, André Luiz de Araújo. Patrimônio cultural e poder local: normas de preservação dos terreiros de candomblé de salvador entre 1981 e 2010. In: HEIM, Bruno Barbosa; ARAÚJO, Maurício Azevedo de; HOSHINO, Thiago de Azevedo Pinheiro Roberto Henrique. Direitos dos povos de terreiro. Salvador, Terreiro de ideias 2018. PARÉS, Luis Nicolau. AMORIM, Carlos et. al. Patrimônio Cultural dos Templos afrobrasileiros. Salvador, Oiti 2011 PARÉS, Luis Nicolau.. Impasses ente a esfera pública e o terreiro. In, Debates do NER, Porto Alegre, Ano 13, N.22 p-211-218. 2012 PAZ, Francisco Phelipe Cunha. Do “só o espaço” ao lugar de memória: preservação de bens culturais de matriz africana uma questão de “lugar”?. REVISTA CALUNDU, v. 1, n. 1, p. 93, 2017. Online em https://calundu.org/wpcontent/uploads/2017/07/phelipe-do-so-o-espac3a7o-ao-lugar-de-memc3b3ria20171.pdf acesso em 3 de junho de 2025 PEIRANO, Mariza. Rituais ontem e hoje. Rio de Janeiro: Zahar, 2002. QUEIROZ, Hermano Fabrício Oliveira Guanais e. O registro de bens culturais imateriais como instrumento constitucional garantidor de direitos culturais / Dissertação de Mestrado Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2014. SANSI-ROCCA, Roger. Fetishes and monuments: Afro-Brazilian art and culture in 20th century. Remapping Cultural History Series. New York. Berghahn Books. 2007. SANSI-ROCCA, Roger. Fetiches e Monumentos: Arte, conflito religioso e esfera pública no caso dos Orixás do Dique de Tororó. Religião & Sociedade , v. 25, p. 62- 81, 2005. SANSI-ROCCA, Roger. De armas do fetichismo a patrimônio cultural. Transformações do valor museográfico do Candomblé em Salvador de Bahia no século XX. In: Regina Abreu; Mário de Souza Chagas; Myrian Sepúlveda dos Santos. (Org.). Museus, coleções e patrimônios: narrativas polifônicas. Rio de Janeiro: Garamond Universitária, 2007, SANT’ANNA, Márcia. A face imaterial do patrimônio cultural. In: ABREU, R.; CHAGAS, M. (orgs.). Memória e patrimônio: ensaios contemporâneos. Rio de Janeiro: DP&A, 2003. p. 46-55. SANTOS, Jocélio Teles dos. O poder da cultura e a cultura no poder. A disputa simbólica da herança negra no Brasil. Salvador. Edufba. 2005. SANTOS, Jocélio Teles dos. O Dono da Terra. O caboclo nos candomblés da Bahia. SarahLetras, 1995. SANTOS, Jocélio Teles dos Mobilisation politique et médiation de conflits Politiques publiques et organisations noires au Brésil In: CAPONE, Stefania ; MORAES, Mariana R. de. Afro-patrimoines: culture afro-brésilienne et dynamiques patrimoniales. Paris: Lahic/CNRS. 2015 p. 25-42 SERRA, Ordep J.T. Monumentos Negros: Uma experiência. In: Afro Ásia n.33, Salvador 2005 SERRA, Ordep J.T. Os Olhos Negros do brasil. EDUFBA, Salvador, 2014. SERRA, Ordep J.T. Águas do Rei. Petrópolis. Vozes. 1995 SERRA, Ordep J.T. Ilê Axé Nassô Oká. Terreiro da Casa Branca do Engenho Velho. Laudo Antropológico. Salvador 2008. Online SERRA, Ordep J.T. Laudo Antropológico. Ilê Axé Oxumarê, 2002. Salvador, Online SERRA, Ordep J.T. Laudo Antropológico. Bate-Folha, 2002, Salvador. Disponível em: https://spiritosanto.wordpress.com/2012/02/09/o-laudo-do-bate-folha-o-candomble-deuns-e-ou-nao-e-o-candomble-dos-outros/. Consultado em: 12/06/2025 SCOTT, James. A dominação e a arte da resistência: discursos ocultos. Lisboa: Livraria Letra Livre, 2013. SILVA, Vagner Gonçalves da. O antropólogo e sua magia. Trabalho de campo e texto etnográfico nas pesquisas antropológicas sobre as religiões afro-brasileiras. 2. ed. São Paulo: EDUSP, 2006. SMITH, Laurajane. Desafiando o discurso autorizado de patrimônio. Caderno Virtual de Turismo, v. 21, n. 2, 2021. SÖRENSEN, Sheiva. De tombamentos e museus. Estratégias político culturais no candomblé de Salvador. Dissertação de Mestrado em Antropologia Universidade Federal de São Carlos, 2015. SOUZA, Luciane Barbosa de. O que não salvaguarda, o racismo leva: a pertença das comunidades de terreiro nos processos de tombamento do IPHAN. 2019. 184p Dissertação (Mestrado em Patrimônio, Cultura e Sociedade). Instituto Multidisciplinar, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Nova Iguaçu, RJ, 2019. TAVARES, Fátima; CAROSO, Carlos; BASSI, Francesca. Ambiguidades e conflitos da cultura patrimonializada no espaço público: o caso do candomblé em Salvador. RELIGARE: Revista do Programa de Pós-graduação em Ciências das Religiões da UFPB, n. 15, p. 526-547, 2018. TOZI, Desirée Ramos. A agência política do Candomblé: caminhos de mediação entre o terreiro e o Estado (2010-2020). Tese (Doutorado em Estudos Étnicos e Africanos) – Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2022. Disponível em: https://repositorio.ufba.br/xmlui/handle/ri/34793 acesso em julho de 2024 VELHO, Gilberto. Patrimônio Negociação e Conflito. In: Antropologia e patrimônio cultural: desafios contemporâneos. Associação Brasileira de Antropologia. Org. Manuel Ferreira Lima Filho, Jane Felipe Beltrão e Cornélia Eckert, Blumenau, Nova Letra 2007pt_BR
dc.type.degreeDoutoradopt_BR
Aparece nas coleções:Tese (PPGA)

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
LOPES_Emmanuel_Bastos de Magalhães_PGGA UFBA_ 2025.pdf12,78 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir
Mostrar registro simples do item Visualizar estatísticas


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.