Skip navigation
Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/43695
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorRezende, Keziah da Costa Silva-
dc.date.accessioned2025-12-17T13:30:14Z-
dc.date.available2025-12-17-
dc.date.available2025-12-17T13:30:14Z-
dc.date.issued2025-08-29-
dc.identifier.citationREZENDE, Keziah da Costa Silva. O cuidado e o vínculo com bebês na creche sob a lente interseccional de raça e gênero. Ano. Tese (Doutorado em Psicologia) – Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/43695-
dc.description.abstractIn recent decades, Brazil has witnessed significant growth in the number of public and private daycare centers for infants and children aged 0 to 3 years, driven by social changes and policies that recognize early childhood education as a fundamental stage of human development. Despite this progress, gaps remain in the recognition of the real emotional needs of babies who attend these institutions, as well as the centrality of care in promoting integral development. Based on the hypothesis that it is possible to articulate the concepts of psychoanalysis, care, race, and gender relations in the context of Brazilian basic education, this qualitative research aims to offer support to both institutions and professionals who work in daycare centers on a daily basis and to the care of babies. To this end, an ethnographic case study was conducted in a public daycare center, articulating assumptions of psychoanalysis as a method. The objective was to understand the institutional dynamics of care and established bonds in light of social markers of race and gender. Thematic analysis was used to analyze the data, which allowed us to highlight meanings and significances constructed in the experiences lived and observed. Based on this analytical approach, the thesis was structured in seven chapters in order to present the theoretical and methodological foundations and the main findings of the study in a coherent manner. After the introduction, Chapter II presents a historical overview of daycare centers in Brazil, highlighting their educational role and the urgency of a critical reflection on current practices. Chapter III discusses care in early childhood, exploring, based on the theories of Donald Winnicott and René Kaës, how the intersections between race and gender influence the relationships established in daycare centers. Chapter IV describes the methodological approaches, detailing how ethnographic immersion is integrated with psychoanalytic listening that mobilizes floating attention and analysis of the researcher's countertransference implications as tools for understanding care and the bonds established with babies in a public daycare center. Chapters V, VI, and VII correspond to the analysis of the research results. Chapter V addresses the challenges of early childhood education with a focus on the quality of care, revealing a gap between curriculum guidelines and observed practices. It also discusses how gender and race relations permeate institutional daily life, especially with regard to the symbolic place occupied by caregivers. By exploring the predominance of women in daycare care, the chapter questions gender and race stereotypes and analyzes how these dynamics influence care and education practices. Chapter VI deals with the inseparability of caring, playing, and educating, highlighting how these dimensions are articulated in the daily life of the daycare center. The analysis considers the emotional development of babies and discusses how gender and race issues manifest themselves in the experience of play. Finally, Chapter VII analyzes how the care of babies in a public daycare center is impacted by racialization, highlighting the denial of racism and the need to address this issue in order to promote institutional change. In summary, this study offers a relevant contribution to the field of Early Childhood Education and early childhood by unveiling the complex affective and sociopolitical fabric of care and bonds in daycare centers, based on psychoanalysis and intersectionality. The analysis demonstrates that the social markers of race and gender are constitutive elements of the quality of care provided to babies. In view of this, the thesis emphasizes the importance of training that equips teams with the tools to develop a practice that is sensitive to the uniqueness of each child. This thesis, therefore, affirms the role of daycare centers as a fundamental ethical-political space and calls for reflection on the practices necessary to promote inclusive, affectionate child development that respects social diversity.pt_BR
dc.description.sponsorshipCAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectCuidado de bebêspt_BR
dc.subjectCrechespt_BR
dc.subjectVínculospt_BR
dc.subjectPsicanálisept_BR
dc.subjectRelações raciais e de gêneropt_BR
dc.subject.otherInfant carept_BR
dc.subject.otherDaycare centerspt_BR
dc.subject.otherBondspt_BR
dc.subject.otherPsychoanalysispt_BR
dc.subject.otherRace and gender relationspt_BR
dc.titleO cuidado e o vínculo com bebês na creche sob a lente interseccional de raça e gêneropt_BR
dc.title.alternativeCare and bonding with infants in daycare from an intersectional lens of race and genderpt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Psicologia (PPGPSI) pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANASpt_BR
dc.contributor.advisor1Bustamante, Vania Nora-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7761894402496201pt_BR
dc.contributor.referee1Vieira, Cecília Maria-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3211629019789659pt_BR
dc.contributor.referee2Fulgencio, Leopoldo-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/7198839122729741pt_BR
dc.contributor.referee3Fernandes, Maria Inês Assumpção-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/2331555862700755pt_BR
dc.contributor.referee4Mariotto, Rosa Maria Marini-
dc.contributor.referee4Latteshttp://lattes.cnpq.br/6093059808182229pt_BR
dc.contributor.referee5Bustamente, Vania Nora-
dc.contributor.referee5Latteshttp://lattes.cnpq.br/7761894402496201pt_BR
dc.creator.IDhttps://orcid.org/0000-0001-8466-6771pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4605165955782955pt_BR
dc.description.resumoNas últimas décadas, o Brasil tem testemunhado um expressivo crescimento no número de creches públicas e privadas para bebês e crianças de 0 a 3 anos, impulsionado por transformações sociais e políticas, que reconhecem a Educação Infantil como uma etapa fundamental da formação humana. Apesar desse avanço, ainda persistem lacunas no reconhecimento das necessidades emocionais dos bebês que frequentam essas instituições, bem como na valorização do cuidado como elemento central para a promoção do desenvolvimento integral. Com base na hipótese de que é possível articular os conceitos da psicanálise, do cuidado, das relações raciais e de gênero ao contexto da Educação Básica brasileira, esta pesquisa qualitativa propõe oferecer subsídios tanto para as instituições e profissionais que atuam no cotidiano das creches, quanto para qualificação do cuidado com os bebês. Nessa direção, o objetivo foi compreender as dinâmicas institucionais de cuidado e vínculos estabelecidos, à luz de marcadores sociais de raça e gênero. Para tanto, realizou-se um estudo de caso de cunho etnográfico em uma creche pública, articulando pressupostos da psicanálise como método. O trabalho de campo envolveu um exercício de triangulação de dados. Foram realizados seis meses de observação participante, incluindo o registro em diário de campo e em fotografias, assim como entrevistas com profissionais. Para análise dos dados foi utilizada a análise temática e a triangulação de dados o que permitiu evidenciar sentidos e significados construídos nas experiências vivenciadas e observadas. A partir desse percurso analítico, a tese foi estruturada em sete capítulos, de modo a apresentar de forma articulada os fundamentos teóricos, metodológicos e os principais achados do estudo. Após a introdução, o Capítulo II apresenta um panorama histórico das creches no Brasil, ressaltando seu papel educativo e a urgência de uma reflexão crítica sobre as práticas em vigor. O Capítulo III discute o cuidado na primeiríssima infância, explorando com base nas teorias de Donald Winnicott e René Kaës, como as intersecções entre raça e gênero influenciam as relações estabelecidas nas creches. O Capítulo IV descreve os caminhos metodológicos, detalhando como a imersão etnográfica se integra a uma escuta psicanalítica que mobiliza a atenção flutuante e a análise da implicação contratransferencial da pesquisadora, como ferramentas para compreender o cuidado e os vínculos estabelecidos com os bebês em uma creche pública. Os Capítulos V, VI e VII correspondem às análises dos resultados da pesquisa. O Capítulo V aborda os desafios da Educação Infantil com foco na qualidade do cuidado, revelando uma lacuna entre as diretrizes curriculares e as práticas observadas. Discute ainda, como as relações de gênero e raça atravessam o cotidiano institucional, especialmente no que diz respeito ao lugar simbólico ocupado pelas cuidadoras. Ao explorar a predominância feminina no cuidado da creche, o capítulo questiona os estereótipos de gênero e raça e analisa como essas dinâmicas influenciam as práticas de cuidado e educação. O Capítulo VI trata da indissociabilidade entre cuidar, brincar e educar, destacando como essas dimensões se articulam no cotidiano da creche. A análise considera o desenvolvimento emocional dos bebês e discute como as questões de gênero e raça se manifestam na experiência do brincar. Por último, o capítulo VII analisa como o cuidado com bebês em uma creche pública é impactado pela racialização, destacando a negação do racismo e a necessidade de enfrentar essa problemática para promover mudanças institucionais. Em síntese, esse estudo oferece uma contribuição relevante ao campo da Educação Infantil e primeiríssima infância, ao desvelar a complexa tessitura afetiva e sociopolítica do cuidado e dos vínculos na creche, a partir da psicanálise e da interseccionalidade. A análise demonstra que os marcadores sociais de raça e gênero são elementos constitutivos da qualidade do cuidado dispensado aos bebês. Diante disso, a tese sublinha a importância de uma formação que instrumentalize as equipes para uma práxis sensível às singularidades de cada criança. Esta tese, portanto, afirma o papel das creches como um espaço ético-político fundamental e convoca a uma reflexão sobre as práticas necessárias para a promoção de um desenvolvimento infantil inclusivo, afetuoso e respeitoso às diversidades sociais.pt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Psicologia e Serviço Socialpt_BR
dc.relation.referencesABRAM, Jan: The Language of Winnicott a dictionary of Winnicott’s use of words, 2007. ADIAR, CIDA. Psicanálise e antropologia: diálogos possíveis. Rev. Latinoam. Psicopat. Fund., São Paulo, v. 14, n. 1, p. 57-69, 2011. ARAUJO, Luiz Carlos Marinho de. Ressignificando a concepção de cuidar, educar e brincar na educação infantil em tempos de pandemia. In: Anais do VII Congresso Nacional de Educação (CONEDU) – Edição Online. Campina Grande: Realize Editora, 2020. ARIÈS, Philippe. História Social da infância e da família. Rio de Janeiro, Guanabara, 1986. AKOTIRENE, Carla. Interseccionalidade. São Paulo: Sueli Carneiro; Editora Jandaíra, 2020. ASSIS, Dayane N. Conceição. Interseccionalidades. – Salvador: UFBA, Instituto de Humanidades, Artes e Ciências; Superintendência de Educação a Distância, 2019. BENEDITO; Fernandes, M.I.A. Psicologia e Racismo: as Heranças da Clínica Psicológica. Psicologia: Ciência e Profissão 2020 v. 40 (n.spe) BENTO, Maria Aparecida. Branqueamento e branquitude no Brasil. Psicologia social do racismo: estudos sobre branquitude e branqueamento no Brasil/ IrayCarone, Maria Aparecida Silva Bento (organizadoras) 6. ed. – Petrópolis, RJ: Vozes, 2020. BENTO, Maria Aparecida. Branqueamento e branquitude no Brasil. In: CARONE, Iray; BENTO, Maria Aparecida Silva (orgs.). Psicologia social do racismo: estudos sobre branquitude e branqueamento no Brasil. 6. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2020. BIRMAN, Joel. As pulsões e seus destinos: do corporal ao psíquico. 1. ed. Rio de Janeiro: Editora, 2016. BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (versão final). 2017. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_publicacao.pdf. Acesso em: 17 out. 2021. BRASIL. Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003. Altera a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira” e dá outras providências. Brasília: Presidência da República, 2003. BRASIL. Lei nº. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 23 dez. 1996. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/lei9394_ldbn1.pdf. BRASIL. Lei n. 8.069, de 13 de julho de 1990: dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente. Brasília (DF); 1990. BRASIL. Lei lei nº 11.494, de 20 de junho de 2007: Regulamenta o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação – FUNDEB. Disponível em: lei_11494_20062007.pdf (mec.gov.br) BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília (DF): Senado; 1988. BRASIL. Ministério da Educação. Plano Nacional de Educação – PNE/Ministério da Educação. Brasília: INEP, 2001. BRASIL. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Censo da Educação Básica 2019: Resumo Técnico – Sergipe. Brasília, DF: INEP, 2020. BRASIL. Ministério da Educação. Parâmetros Nacionais da Qualidade da Educação Infantil: apoiando contextos de interações, brincadeiras e linguagens promotores das aprendizagens e desenvolvimento das crianças de 0 a 5 anos. Disponível em: http://movimentopelabase.org.br. Acesso em: 17 out. 2021. BRASIL. Lei nº. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 23 dez. 1996. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/lei9394_ldbn1.pdf. BRASIL. Ministério da Educação. Indicadores da Qualidade na Educação Infantil. Brasília: MEC/SEB, 2009. BRASIL. Indicadores da qualidade na educação infantil: dos projetos político-pedagógicos das escolas à política educacional. São Paulo: Ação Educativa, 2019. 1. ed. Disponível em: https://educacaointegral.org.br/wp-content/uploads/2019/09/Guia_Indique_Educacao_Infantil.pdf. Acesso em: 08 ago. 2020. BRASIL. Ministério da Educação. Plano Nacional de Educação – PNE/Ministério da Educação. Brasília: INEP, 2001. BRASIL. Plano Nacional pela Primeira Infância 2010-2022 | 2020-2030. Brasília: Ministério da Cidadania, 2020. BUENO, Winnie de Campos; ANJOS, José Carlos dos. Da interseccionalidade à encruzilhada: operações epistêmicas de mulheres negras nas universidades brasileiras. Revista Sociedade e Estado, Brasília, v. 34, n. 1, p. 135-153, jan./abr. 2019. Disponível em: https://www.scielo.br/j/se/a/6qpYtvDbGhr7YdfMkVfjYKn/?lang=pt. Acesso em: 6 abr. 2025. BUSS-SIMÃO, Márcia. Relações Sociais de gênero na perspectiva de crianças pequenas na creche. Cad. Pesqui. [online]. 2013, vol.43, n.148, pp.176-197. Recuperado de: https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S010015742013000100009&script=sci_abstract&tlng= p CAMPOS, Maria M.; ESPOSITO, Yara Lúcia; BHERING, Eliana; GIMENES, Nelson; ABUCHAIM, Beatriz. A qualidade da educação infantil: um estudo em seis capitais brasileiras. Cadernos de Pesquisa, São Paulo, v. 41, n. 142, p. 20-35, 2011. Disponível em: https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S010015742011000100003&script=sci_arttext&tlng=pt. Acesso em: 08 ago. 2020. CARNEIRO, Sueli. Racismo, sexismo e desigualdade social no Brasil. – São Paulo: Selo Negro, 2011. CARVALHO, Maria João Leote de; DUARTE, Vera; GOMES, Sílvia. Desigualdades. In: SARMENTO, Manuel Jacinto; FARIA, Ana Isabel (Org.). Conceitos-chave em sociologia da infância: Perspectivas globais. Braga: UMinho, 2021. p. 195-202. CASTANHO, Pablo. Uma introdução psicanalítica ao trabalho com grupos em instituições. – São Paulo: Linear A- barca (2018). CAVAGIONNI, Ana Paula e ANCONI, Mariana, R. As posições discursivas dos educadores de creche e seus efeitos nas práticas com bebês; KUPFER, M. Cristina M; BERNADINHO, Leda Mariza F.; De bebê a sujeito: A metodologia IRDI nas creches– São Paulo: Escuta/Fapesp, 2014, pp. 33-50. COLLINS, Patrícia e BILGE, Sirma. Intersectionality, (2020). COLLINS, Patricia H. 2019. Pensamento feminista negro: conhecimento, consciência e a política do empodera mento. São Paulo: Boitempo Editorial. COLOSIO, Robson; FERNANDES, Maria Inês A. Vínculo e instituição como temas básicos da abordagem psicanalítica na formação e no trabalho do psicólogo em instituições públicas. Revista de Psicologia USP, v. 25, p. 284-293, 2014. COSTA, Eliane Silvia. Racismo como metaenquadre. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros [online]. 2015, v. 00, n. 62. _____________________Vínculos, grupos e redes em prol da vida ou na pactuação racista para a produção de morte. Revista da ABPN • v. 12, n. Ed. Especial – Caderno Temático: “III ANPSINEP - Articulação Nacional de Psicólogas/os Negras/os e Pesquisadoras/es” • outubro de 2020, p. 78-107 2020. CORSARO, William A. Sociologia da infância. – Porto Alegre: Artmed, 2011. CRENSHAW, Kimberlé. Demarginalizing the intersection of race and sex: a black feminist critique of antidiscrimination doctrine, feminist theory and antiracist politics. 1989. ____________________. Documento para o encontro de especialistas em aspectos da discriminação racial relativos ao gênero. Revista Estudos Feministas. Ano 10 (1). Florianópolis, 2002. p.171-188 CRESWELL, Jonh W. Projeto de Pesquisa: métodos qualitativos, quantitativos e mistos. – Porto Alegre: Artmed, 2007. CUNHA, Eduardo Leal. A psicanálise como método de investigação da cultura: uma interrogação sobre os limites da clínica. In: III ENECULT – Encontro de Estudos Multidisciplinares em Cultura, 23 a 25 de maio de 2007, Salvador, BA. Trabalho apresentado na Faculdade de Comunicação/UFBA. DAVIS, Angela. Mulheres, raça e classe. Tradução de Heci Regina Candiani. São Paulo: Boitempo, 2016. DAVIS, M; WALLBRIDGE. Boundary and Space: an Introdction to the work of Donald W. Winnicott. Londres: Editora Karnac, 2004. DEL PRIORE, Mary. História das crianças no Brasil. Mary Del Priore (Org.) 7. Ed. – São Paulo: contexto, 2010. Denzin, N. K. The Research Act: A Theoretical Introduction to Sociological Methods. New Brunswick: Aldine Transaction, 2009. DIAS, Ivy de Souza. A Relação Educadora-bebê: laços possíveis' 01/02/2010, Mestrado em Educação, Instituição de Ensino: Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Biblioteca Depositária: Biblioteca Setorial de Educação. BARBOSA, Elizabete Pereira. A fábrica, a casa e a escola: as políticas de educação para a infância no recôncavo fumageiro da Bahia (1925-1946). Tese de Doutorado do Programa de Pós-graduação em Educação da Universidade Federal da Bahia, 2016. ESTEVES, Michelly R.; CARRIJO, Geisiane Karla; ANDRADE, Maria Betânia Tinti; SANTOS, Lana Ermelinda da Silva; FERRIANI, Maria das Graças Carvalho. Influências das relações intrafamiliares no comportamento de crianças que frequentam creches públicas de Alfenas. Enfermagem Gaúcha, 2012, v. 33, n. 3, p. 97-103. Disponível em: <www.scielo.br/scielo.php?pid=S1983-14472012000300013&script=sci_abstract&tlng=pt>. Acesso em: 02 set. 2021. ESCOREL, S. História das políticas de saúde no Brasil de 1964 a 1990: do golpe militar à reforma sanitária. In: GIOVANELLA, L. et al. (Org.). Políticas e sistema de saúde no Brasil. 2. ed. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2014. p. 323-363. ESCOREL, S.; TEIXEIRA, L. A. História das políticas de saúde no Brasil de 1822 a 1963: do Império ao desenvolvimentismo populista. In: GIOVANELLA, L. et al. (Org.). Políticas e sistema de saúde no Brasil. 2. ed. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2014. p. 279-321. FONSECA, Paula F.O Laço Educador-Bebê se Tece no Enodamento entre Cuidar, Educar e Brincar. Educ. Real. vol.43 no.4 Porto Alegre, 2018, pp.1555-1568. FONTES, Ivanise; MAÏSA, Roxo; CÂNDIDA, Soares e KISLANOVA, Sara. Virando gente: a história do nascimento psíquico. São Paulo: Ideia & Letras, 2014. FREIRE-COSTA, J. Violência e psicanálise. Rio de Janeiro. Imago, 1986. FRANCO, Sérgio G. O brincar e a experiência analítica. Rev. Ágora v. VI n. 1 jan/jun, 2003, p 45-59. FRASER, Márcia D. e GONDIM, Sônia Maria G. Da fala do outro ao texto negociado: Discussões sobre a entrevista na pesquisa qualitativa. Paidéia, 2004, 14 (28), 139-152. FREUD, Sigmund. O mal-estar na civilização, novas conferências introdutórias à psicanálise e outros textos (1930-1936); tradução Paulo César de Souza – São Paulo: Companhia das Letras, 2010. ___________. Recomendações ao médico que pratica a psicanálise (1912). Observações psicanalíticas sobre um caso de paranoia relatado em autobiografia: (“O caso Schreber”): artigos sobre técnica e outros textos (1911-1913); tradução Paulo César de Souza – São Paulo: Companhia das Letras, 2010. ___________. Psicologia das massas e análise do eu. Tradução de José Octavio de Aguiar Abreu e Valdemar W. Setzer. 16. ed. Rio de Janeiro: Imago, 2011. (Obras completas, v. 18). Original publicado em 1921. FULGENCIO, Leopoldo. A situação do narcisismo primário para Winnicott. Revista Brasileira de Psicanálise, Volume 47, n. 3, 2013, pp.131-142. FUKUDA, Joyce Eiko. Considerações a respeito da prevenção em saúde mental na primeira infância. In: KUPFER, M. Cristina M.; BERNADINHO, Leda Mariza F. De bebê a sujeito: a metodologia IRDI nas creches. São Paulo: Escuta/Fapesp, 2014. p. 25-32. GATTI, Bernadete Angelina. Grupo focal na pesquisa em ciências sociais e humanas – Brasília, Editora: Liber Livro, 2005. GABARRON-GARCIA, Florent. Uma história da psicanálise popular. Tradução de Célia Euvaldo. São Paulo: Ubu Editora, 2023. GABEIRA, Tami Reis; ZORNIG, Silvia Abu-Jamra. Os eixos do cuidado na primeira infância. Cadernos de Psicanálise, 2013, v. 35, n. 29, p. 143-158. Disponível em: <www.scielo.br/j/cadpsicanal/article/view/1538>. Acesso em: 12 jan. 2021. GABRIEL, Marília Reginato; LOPES, Rita de Cássia Sobreira. Transformações no envolvimento paterno ao longo dos seis primeiros meses do bebê na creche. Psicologia: Teoria e Pesquisa, jul.-set. 2016, v. 32, n. 3, p. 1-10. GARCIA-ROZA, Luiz Alfredo. Freud e o inconsciente. – 2ª ed. – Rio de Janeiro: Zahar, 1985. GIROTTO, Eduardo D. Dos PCNS a BNCC: O ensino de geografia sob o domínio neoliberal. Rev. Geo UERG, 2016. GOLSE, Bernard. Le développement affect et intellectual de l’ enfant.2008. GONZALEZ, Lélia. Racismo e sexismo na cultura brasileira. In: SILVA, Luiz Antônio Machado da (org.). Movimentos sociais urbanos, minorias étnicas e outros estudos. Brasília: ANPOCS, 1983. p. 223–244. (Ciências Sociais Hoje, v. 2). _______, O que o bebê transmite aos adultos (O conceito de transmissão psíquica ascendente). (2019) Car. Psicanálise, Rio de Janeiro, v. 41, 2019, pp. 11-20. GREEN, André. Brincar e reflexão na obra de Winnicott. São Paulo: Zagodoni, 2013. GUIMARAES, Daniela e ARENARI, Rachel (2018), Na creche cuidado corporal, afetividade e dialogia, Educ. rev. [online]. 2018, vol.34, pp. 1-19. Recuperado de: https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S010246982018000100155&script=sci_abstract&tlng= pt GÜNTHER, Hatmut. Pesquisa Qualitativa versus Pesquisa Quantitativa: esta é a questão. Rev. Psicologia: Teoria e Pesquisa, 2006, pp. 201-210. HARAWAY, D. “Gênero” para um dicionário marxista: a política sexual de uma palavra, Caderno Pagu, 22, 1991, pp. 201-246, HECKSHER, Marcos; BARBOSA, Ana Luísa N. H.; COSTA, Joana. De antes da gravidez até infância: trabalho e estudo de mães e pais no painel da PNAD contínua. Mercado de trabalho conjuntura e análise, Governo Federal, 2019. HIRATA, Helena. Gênero, classe e raça: interseccionalidade e consubstancialidade das relações sociais. Ver. Tempo Social, revista de sociologia da USP, 2014, pp. 61-73. INEP. Censo Escolar- SABAE, 2019. Brasília: INEP/ Ministério da Educação, 2019. Disponível em: portal.inep.gov.br/artigo/-/asset_publisher/B4AQV9zFY7Bv/content/numero-de-creches-aumenta-em-2-4-no-ultimo-ano/21206 JESUS, Rodrigo Ednilson de. Quem quer (pode) ser negro no Brasil? Belo Horizonte: Autêntica, 2021. JOVINO, Ione da Silva. Crianças negras na história: Fontes e discursos sobre a breve infância permitida pelo escravismo oitocentista brasileiro. Revista Eletrônica de Educação, v.9, n.2, p.189-225, 2015. JOVELEVITHS, Ilana,Fenjevs: Uma leitura reichiana acerca da utilização do protocolo IRDI nos centros de educação infantil; KUPFER, M. Cristina M; BERNADINHO, Leda Mariza F. De bebê a sujeito: A metodologia IRDI nas creches – São Paulo: Escuta/Fapesp, 2014, pp. 95-112. KAËS, Rene. A instituição e as instituições: estudos psicanalíticos; tradução Joaquim Perreira Neto – São Paulo: Casa do Psicólogo, 1989. ________________. Os espaços psíquicos comuns e partilhados: transmissão e negatividade – São Paulo: Casa do Psicólogo, 2005. ________________. Um singular plural. Edições Loyola. São Paulo, 2011. _______________. Teorias Psicanalíticas del grupo. Amorrortu editores, Argentina, 2000. _______________. A negatividade: problemática geral. Psicol. USP ; 14(1): 21-36, 2003. ________________. As alianças inconscientes. São Paulo: Ideias & Letras, 2014. ________________. O aparelho psíquico grupal. São Paulo: Ideias & Letras, 2017. KAHR, Brett: D.W. Winnicott: A Briographical Portrait, London, Karnac Books, 1997. KUHLMANN JR., Moysés. História da Educação Brasileira. Revista Brasileira de Educação. Mai/Jun/Jul/ago, nº 14, 2000. KUHLMANN JR., Moysés. Educando a infância brasileira. In: LOPES, Elaine M. Teixeira; FILHO, Luciano M. F.; VEIGA, Cynthia G. (orgs.). 500 anos de educação no Brasil. Belo Horizonte: Autêntica, 2000. p. 469-496. KUPFER, M. C; BERNARDINHO, L. M. e MARIOTTO, Rosa, M. De bebê a sujeito: a Metodologia IRDI nas creches. – São Paulo: Escuta/Fapesp, 2014. KUPFER, M. C. & BERNARDINHO, L. M (2018) IRDI: um instrumento que leva a psicanálise à polis, Estilos clin., São Paulo, v. 23, n. 1, 62-82. KUPFER, M. C., & VOLTOLINI, R. (2005). Uso de indicadores em pesquisas de orientação psicanalítica: um debate conceitual. Psicologia: Teoria e Pesquisa, 21(3), 359-364. LAJOLO, Marisa. Infância de papel e tinta. In: FREITAS, M. C. (org.). História social da infância no Brasil. 3. ed. São Paulo: Editora Cortez, 2001. p. 229-250. LEITE, Miriam L. A infância no século XIX segundo memórias e livros de viagem. FREITAS, M. C. (Org) História social da infância no Brasil. 3ª edição. São Paulo: Editora Cortez, 2001, pp. 19-52. LIMA, Patrícia e TEODORO, Cristina. O cuidado enquanto ética na educação infantil: uma etnografia com bebês em contexto coletivo de educação. Zero-a-Seis, Florianópolis, v. 24, n. 46, p. 1358-1381, jul./dez., 2022. LIMA, Iana Gomes de e HYPOLITO, Álvaro Moreira. A expansão do neoconservadorismo na educação brasileira. Educ. Pesqui. [online]. 2019, vol.45, e190901. Epub Aug 15, 2019. ISSN 1678-4634. https://doi.org/10.1590/s1678-463420194519091. LINDENMEYER, Cristina. A Antropologia Psicanalítica: uma chave para pensar o contemporâneo. Entrevista com Paul-Laurent Assoun. Rev. Latinoam. Psicopat. Fund., São Paulo, 21(3), 431-441, set. 2018. LOPARIC, Zeljko. O Paradigma winnicottiano e o futuro da psicanálise. Rev. brasileira de psicanálise, v. 42, São Paulo 2008, pp. 137-150. _______________ . Winnicott e a ética do cuidado – São Paulo: DWW Editorial, 2013. MÃE, Valter Hugo. O filho de mil homens. São Paulo: Cosac Naify, 2011. MARIOTTO, Rosa Maria M. Cuidar, educar, prevenir: as funções da creche na subjetivação de bebês – São Paulo: Escuta/ Fapesp, 2009. MARTINS, Henriqueta M. Um psicanalista na creche. Pp 191-210. (2019). Observação de bebês métodos e aplicações, Neyla Regina A. F. França, Editora: Edgard Blücher – São Paulo. MARTINS, Gabriela; BECKER, Sheila M.; LEÃO, Lívia C.; LOPES, Rita de Cássia; PICCININI, Cesar Augusto. Fatores associados à não adaptação do bebê na creche: da gestação ao ingresso na instituição. Revista Psicologia: Teoria e Pesquisa, vol.30, no 3, Brasília, 2014, pp- 241-250. MARTINS, TELMA CEZAR DA SILVA. O branqueamento no cotidiano escolar: Práticas pedagógicas nos espaços da creche' 09/05/2017 290 f. Doutorado em EDUCAÇÃO Instituição de Ensino: Universidade Nove de Julho, São Paulo Biblioteca Depositária: Prof. José Storópoli. MENDES, Sarah de Lima. Tecendo as histórias das Instituições do Brasil Infantil. 2015. Rev. Saberes, Natal – RN, v. 1, n. 11, fev. 2015, 94-109. Disponível em https://periodicos.ufrn.br/saberes/article/view/6685/0 MEZAN, Renato. Que tipo de ciência é, afinal, a Psicanálise. Rev. Natureza Humana 9(2): 319-359, 2007. ____________. Freud: A trama dos conceitos, São Paulo, Perspectiva, 2010. MINAYO, Maria Cecília. Pesquisa social: teoria, método e criatividade. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009. MORENO, Flávia C. C.; SONEGO, Carlos Roberto; COSTA, Beethoven Hortencio R. C.; FRANCO, Maria Laura P. B. Professore de creche e suas Representações Sociais sobre crianças de 0 a 3 anos. 2017. Rev. psicopedagogia. Vol 34, no. 105. – São Paulo, pp. 297-309. MUNANGA, K. Uma abordagem conceitual das noções de raça, racismo, identidade e etnia. Palestra proferida no 3º Seminário Nacional Relações Raciais e Educação-PENESB-RJ, 2003. NICHOLSON, Linda. Interpretando o gênero. Revista Estudos Feministas. Florianópolis, v. 8, n.2, 2008. (Originalmente publicado em 1999). NOGUEIRA, Isildinha Baptista. A cor do inconsciente: significações do corpo negro. 1 ed. – São Paulo: Perspectiva, 2021. OLIVEIRA; Fabiana e ABRAMOWICZ, Anete (2010), Infância, raça e "paparicação", Educ. rev. vol.26 no.2 Belo Horizonte Aug. 2010, pp.209-226. Recuperado em: ttps://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-46982010000200010&script=sci_arttext&tlng=p OMIZZOLLO, Poliana e SILVA, Milena. O olhar do agente cuidador sobre a constituição psíquica de crianças acolhidas. Rev. Subjetividades, 2018, pp. 105-116. PANTALENA, Eliane Sukerth. O ingresso da criança na creche e os vínculos iniciais' 01/05/2010 1 f. Mestrado em EDUCAÇÃO Instituição de Ensino: Universidade de São Paulo, São Paulo Biblioteca Depositária: FEUSP PASSOS, Eduardo & BARROS, Regina Benevides, 2015. A Cartografia como método de pesquisa-intervenção, PASSOA, Eduardo; KASTRUP, Virgínia e ESCÓSSIA, Liliana: Pistas do método da cartografia: Pesquisa-intervenção e produção de subjetividade. – Porto Alegre: Sulina, 2015. pp. 17-31 PARLATO-OLIVEIRA, Erika. Saberes do bebê. – São Paulo: Instituto Language, 2019. PELLICCIARI, Fabiana e TAULOIS, Daniela. Um olhar para a recusa de um bebê: feitos no laço subjetivante; KUPFER, M. Cristina M; BERNADINHO, Leda Mariza F.; De bebê a sujeito: A metodologia IRDI nas creches – São Paulo: Escuta/Fapesp, 2014, pp. 223-238. PEIRANO, Mariza. Etnografia não é método. Rev. Horizontes Antropológicos, Porto Alegre, n.42, 2014, p. 377-391. PHILLIPS, Adam. Winnicott. São Paulo: Ideias & Letras, 2006. PICCININI, Cesar Augusto; POLLI, Rodrigo G; BORTOLINI, Marcela; MARTINS, Gabriela; LOPES, Rita de Cássia S. Razões maternas para colocar ou não o bebê na creche. Ver. Arquivos brasileiros de psicologia [online]. 2016, vol.68, n.3, pp. 59-74. PIEROTTI, Mariana; LEVY, Lidia; ZORNING, Silvia. O manhês costurando laços. Rev. Estilos da Clínica, 2010, 420-433. PINTO, Manuel. A infância como construção social. SARMENTO, Manuel Jacinto e PINTO, Manuel. As crianças contextos e identidades, Universidade do Minho, Centro de Estudos da Criança 1997, pp. 33-73. PIZA, Edith. Porta de vidro: entrada para a branquitude. Psicologia social do racismo: estudos sobre branquitude e branqueamento no Brasil/ IrayCarone, Maria Aparecida Silva Bento (organizadoras) 6. ed. – Petrópolis, RJ: Vozes, 2020. PESARO, Maria Eugênia; MERLETTI, Cristina, K. I.; PELLICIARI, Fabiana S.; MORATTI, Patrícia; PIMENTEL Cecilia L. e BARRETO, Cristiane P. Grupos de pais-bebês nas creches como estratégia de promoção da saúde mental na primeira infância. Educação e Pesquisa, São Paulo, vol. 44, 2018, pp. 1-16. POSTHUMA, Anne Caroline. A economia de cuidado e o vínculo com o trabalho doméstico: o que as tendências e políticas na américa latina podem ensinar ao Brasil. In: PINHEIRO, L.; TOKARSKI, C.P.; POSTHUMA, A.C. Entre relações de cuidado e vivências de vulnerabilidade: dilemas e desafios para o trabalho doméstico e de cuidados remunerado no Brasil. Brasília: Ipea, 2021. PRADO, Patrícia Dias, (2019), Masculinidades, feminilidades e dimensão brincalhona: reflexões sobre gênero e docência na Educação infantil. Versão [On-line], ProPosições vol.30 Campinas, 2019, pp 1-21. Recuperado de: http://pepsic.bvsalud.org/pdf/psie/n40/n40a06.pdf RAMOS, Deborah D. e SALOMÃO Nádia Maria. Interação educadora-criança em creches públicas: estilos linguísticos. (2012). ROSEMBERG, Fúlvia. À creche no contexto dos debates sobre a infância e as relações raciais. BENTO, Maria Aparecida. Educação Infantil, igualdade racial e diversidade: aspectos políticos, jurídicos, conceituais. São Paulo: Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades – CEERT, 2012. RIBEIRO, Fernanda e ZORNING, Silvia. Amor materno e cuidado profissional. Estilos Clínica, São Paulo, v.23, 2018, 542-557. SANTIAGO, Flavio. Eu quero ser sol! Crianças pequenininhas, culturas infantis, creche e intersecção. 2ª ed. São Carlos: Pedro & João Editores, 2021. SANTIAGO, Flavio e FARIA, Ana Lúcia. Feminismo negro e pensamento interseccional: contribuições para as pesquisas das culturas infantis. Educ. Soc., Campinas, v. 42, 2021. SANTOS, Karine da Silva; RIBEIRO, Mara Cristina; QUEIROGA, Danlyne Eduarda Ulisses de; SILVA, Ivisson Alexandre Pereira da; FERREIRA, Sonia Maria Soares. O uso de triangulação múltipla como estratégia de validação em um estudo qualitativo. Ciência & Saúde Coletiva, v. 25, n. 2, p. 655–664, 2020. DOI: https://doi.org/10.1590/1413-81232020252.12302018. SARMENTO, Manuel Jacinto e PINTO, Manuel. As crianças e a infância: definindo conceitos, delimitando o campo. SARMENTO, Manuel Jacinto e PINTO, Manuel. As crianças contextos e identidades, Universidade do Minho, Centro de Estudos da Criança 1997, pp. 9-29. SCHUCMAN, Lia Vainer. Sim, nós somos racistas: estudo psicossocial da branquitude paulistana. Psicol. Soc. 2014, vol.26, n.1, pp.83-94. ______________________. Famílias inter-raciais: tensões entre cor e amor. Editora: EDUFBA, Salvador, 2018. SEIXAS, Eunice C. Espaços para crianças/ Children’s Space. Pp. 219- 226. (2021). Conceitos chaves em Sociologia da Infância Perspectivas Globais/ Key Concepts on Sociology of Childhood Global Perspectivas. Editora: Uminho – Braga. SEMER, Norma Lottenberg. A observação de bebês em um contexto institucional. Pp. 211-222, (2019). Observação de bebês métodos e aplicações, Neyla Regina A. F. França, Editora: Edgard Blücher – São Paulo. SERRALHA, Conceição A. A ética do cuidado e as ações em saúde e educação. LOPARIC, Zeljko; Winnicott e a ética do cuidado- São Paulo: DWW Editorial, 2013, Parte III, p. 319-328. SILVA, Maria Lúcia. Racismo no Brasil: Questões para os psicanalistas brasileiros. O racismo e o negro no Brasil: questões para a psicanálise/ organização: Noemi Moritz Kon, Cristiane Curi Abud, Maria Lúcia Silva – São Paulo: Perspectiva, 2017. SILVA, C. Keziah. Aquele nó no peito: uma discussão sobre o mal-estar. Trabalho apresentado no IV Colóquio Clínica e Cultura: A psicanálise, os corpos e suas políticas. SE, 2017. _____________________. O cuidado em Winnicott: do desenvolvimento emocional ao setting analítico (Dissertação em Psicologia). São Cristóvão, 2018, UFS (Universidade Federal de Sergipe). SILVA, Daniela e BORGES, Jussara. Base Nacional Comum Curricular e competências infocomunicacionais: uma análise de correlação. Intercom - RBCC São Paulo, v. 43, n. 3, p.99-114, set./dez. 2020. SILVA, Isabel O. A creche e as famílias: o estabelecimento da confiança das mães na Instituição de Educação Infantil. Educar em Revista, Curitiba, Brasil, n. 53, p. 253-272, jul./set. 2014. Editora UFPR. SILVA, Tomaz Tadeu (org.). Identidade e diferença: a perspectiva dos estudos culturais. 13. ed. Petrópolis: Vozes, 2014. SOUZA, Ana Paula R. Instrumentos de avaliação de bebês: desenvolvimento da linguagem e psiquismo – São Paulo: Instituto Langage, 2020. SOUZA, Mara Isis de. Homem como professor de creche: sentidos e significados atribuídos pelos diferentes atores institucionais' (2010). Mestrado em Psicologia Instituição de Ensino: Universidade de São Paulo/ Ribeirão Preto, Ribeirão Preto Biblioteca Depositária: Biblioteca Centras do Câmpus de Ribeirão Preto. SOUZA, Edlaine Fernanda Aragon DE. Relações étnico-raciais na creche: desafios e perspectivas das pesquisas em educação São Carlos 2017 08/02/2017 undefined f. Mestrado em EDUCAÇÃO Instituição de Ensino: UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS, São Carlos Biblioteca Depositária: Biblioteca Comunitária Ufscar. SOUZA, Luciana Karine. Pesquisa com análise qualitativa de dados: conhecendo a Análise Temática. Arquivos Brasileiros de Psicologia; Rio de Janeiro, 71 (2): 51-67. SORDI, José Osvaldo De; NELSON, Reed Elliot e GALINDO, Pedro Reis (2014). Problema da falta de vagas em creches: matriz de loops e a priorização de causas de problemas complexos. Rev. Adm. Pública [online]. 2014, vol.48, n.6, pp.1407-1429. Recuperado de: https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S003476122014000600003&script=sci_abstract&tlng= p SPILLIUS, Elizabeth. Uma visão da evolução clínica Kleiniana: da antropologia à psicanálise – Rio de Janeiro, Imago, 2007. TRACHTEMBERG, A.R. et al. Por que Rene Kaës? Psicanálise. Vol13, n.1, p. 257-270, 2011. VITTA, Fabiana Cristina F.; SGAVIOLI, Ana Júlia Ribeiro; SCARLASSARA, Bárbara Solana; NOVAES, Carla F. M.; CRUZ, Girlene de Albuquerque e MOURA, Mariana Martins (2018). A Produção Científica Nacional na Área de Educação Especial e a Creche. Rev. bras. educ. espec. vol.24 no.4. 2018, pp. 619-636. Recuperado de: https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1413 65382018000400619&script=sci_arttex ZANELLO, V. Saúde mental, gênero e dispositivos. Curitiba: Appris, 2018. ZORNING, Silvia Abu-Jamra. Reflexões sobre uma ética do cuidado na primeira infância, Primórdios-CPRJ, Rio de Janeiro, v. 1, n. 1, 2010, pp. 15-26. WINNICOTT, D. W. The Child, The Family and the Outside World, Inglaterra, 1966. ________________. A comunicação do bebê com a mãe e da mãe com o bebê comparada e contrastada (1968). O bebê e suas mães, são Paulo, Ubu editora, 2020. _______________. Da pediatria a psicanálise: obras escolhidas. Rio de Janeiro, Imago: Ed. 2000. _______________ (1990). Natureza humana. Rio de Janeiro, RJ: Imago. (Trabalho original publicado em 1988). ___________________. O mundo em pequenas doses. A criança e seu mundo. Rio de Janeiro: Zahar editores, 1982. ___________________. The association for child psychology and Psychiatry observed as a group phenomenon (1967). _____________________. (1945) Desenvolvimento Emocional Primitivo. In: Winnicott, (1958) Da Pediatria à Psicanálise: obras escolhidas. Rio de Janeiro: Imago, 2000, pp.218-232. ___________________. Enfoque pessoal da contribuição kleiniana, in Winnicott (1965). O Ambiente e os Processos de Maturação, Porto Alegre: Artes Médicas, (1983). ___________________. Da dependência à independência no desenvolvimento do indivíduo. (1963). O Ambiente e os Processos de Maturação, Porto Alegre: Artes Médicas (1983). ___________________. A mãe, a professora e as necessidades da criança. In: Winnicott, (1957) A Criança e o seu Mundo. Rio de Janeiro: Zahar Ed. 1977, pp. 161-165. ___________________. Os bebês e suas mães, 3°ed.- São Paulo: Martins Fontes, 2006. ______________________. Observações adicionais sobre a teoria do relacionamento parentofilial, in Explorações Psicanalíticas, 1961/1989. ______________________. Obras completas: volumen 1. Cartas a la familia, escritos pediátricos y la defensa maníaca (1911-1939). Santiago: Pólvora, 2021. WERNECK, J. Racismo Institucional: uma abordagem conceitual. Texto produzido para o Projeto Mais Direitos e Mais Poder para as Mulheres Brasileiras (Mimeo), abril de 2013. YIN, Robert K. Pesquisa qualitativa do início ao fim. [recurso eletrônico] – Porto Alegre: Penso, 2016.pt_BR
dc.type.degreeDoutoradopt_BR
Aparece nas coleções:Tese (PPGPSI)

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
Tese_Keziah_Costa[2].pdfTese de Doutorado em Psicologia Keziah da Costa Silva Rezende2,43 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir
Mostrar registro simples do item Visualizar estatísticas


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.