| dc.relation.references | ABRAM, Jan: The Language of Winnicott a dictionary of Winnicott’s use of words, 2007.
ADIAR, CIDA. Psicanálise e antropologia: diálogos possíveis. Rev. Latinoam. Psicopat. Fund., São Paulo, v. 14, n. 1, p. 57-69, 2011.
ARAUJO, Luiz Carlos Marinho de. Ressignificando a concepção de cuidar, educar e brincar na educação infantil em tempos de pandemia. In: Anais do VII Congresso Nacional de Educação (CONEDU) – Edição Online. Campina Grande: Realize Editora, 2020.
ARIÈS, Philippe. História Social da infância e da família. Rio de Janeiro, Guanabara, 1986.
AKOTIRENE, Carla. Interseccionalidade. São Paulo: Sueli Carneiro; Editora Jandaíra, 2020.
ASSIS, Dayane N. Conceição. Interseccionalidades. – Salvador: UFBA, Instituto de Humanidades, Artes e Ciências; Superintendência de Educação a Distância, 2019.
BENEDITO; Fernandes, M.I.A. Psicologia e Racismo: as Heranças da Clínica Psicológica. Psicologia: Ciência e Profissão 2020 v. 40 (n.spe)
BENTO, Maria Aparecida. Branqueamento e branquitude no Brasil. Psicologia social do racismo: estudos sobre branquitude e branqueamento no Brasil/ IrayCarone, Maria Aparecida Silva Bento (organizadoras) 6. ed. – Petrópolis, RJ: Vozes, 2020.
BENTO, Maria Aparecida. Branqueamento e branquitude no Brasil. In: CARONE, Iray; BENTO, Maria Aparecida Silva (orgs.). Psicologia social do racismo: estudos sobre branquitude e branqueamento no Brasil. 6. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2020.
BIRMAN, Joel. As pulsões e seus destinos: do corporal ao psíquico. 1. ed. Rio de Janeiro: Editora, 2016.
BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (versão final). 2017. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_publicacao.pdf. Acesso em: 17 out. 2021.
BRASIL. Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003. Altera a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira” e dá outras providências. Brasília: Presidência da República, 2003.
BRASIL. Lei nº. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 23 dez. 1996. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/lei9394_ldbn1.pdf.
BRASIL. Lei n. 8.069, de 13 de julho de 1990: dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente. Brasília (DF); 1990.
BRASIL. Lei lei nº 11.494, de 20 de junho de 2007: Regulamenta o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação – FUNDEB. Disponível em: lei_11494_20062007.pdf (mec.gov.br)
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília (DF): Senado; 1988.
BRASIL. Ministério da Educação. Plano Nacional de Educação – PNE/Ministério da Educação. Brasília: INEP, 2001.
BRASIL. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Censo da Educação Básica 2019: Resumo Técnico – Sergipe. Brasília, DF: INEP, 2020.
BRASIL. Ministério da Educação. Parâmetros Nacionais da Qualidade da Educação Infantil: apoiando contextos de interações, brincadeiras e linguagens promotores das aprendizagens e desenvolvimento das crianças de 0 a 5 anos. Disponível em: http://movimentopelabase.org.br. Acesso em: 17 out. 2021.
BRASIL. Lei nº. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 23 dez. 1996. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/lei9394_ldbn1.pdf.
BRASIL. Ministério da Educação. Indicadores da Qualidade na Educação Infantil. Brasília: MEC/SEB, 2009.
BRASIL. Indicadores da qualidade na educação infantil: dos projetos político-pedagógicos das escolas à política educacional. São Paulo: Ação Educativa, 2019. 1. ed. Disponível em: https://educacaointegral.org.br/wp-content/uploads/2019/09/Guia_Indique_Educacao_Infantil.pdf. Acesso em: 08 ago. 2020.
BRASIL. Ministério da Educação. Plano Nacional de Educação – PNE/Ministério da Educação. Brasília: INEP, 2001.
BRASIL. Plano Nacional pela Primeira Infância 2010-2022 | 2020-2030. Brasília: Ministério da Cidadania, 2020.
BUENO, Winnie de Campos; ANJOS, José Carlos dos. Da interseccionalidade à encruzilhada: operações epistêmicas de mulheres negras nas universidades brasileiras. Revista Sociedade e Estado, Brasília, v. 34, n. 1, p. 135-153, jan./abr. 2019. Disponível em: https://www.scielo.br/j/se/a/6qpYtvDbGhr7YdfMkVfjYKn/?lang=pt. Acesso em: 6 abr. 2025.
BUSS-SIMÃO, Márcia. Relações Sociais de gênero na perspectiva de crianças pequenas na creche. Cad. Pesqui. [online]. 2013, vol.43, n.148, pp.176-197. Recuperado de: https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S010015742013000100009&script=sci_abstract&tlng= p
CAMPOS, Maria M.; ESPOSITO, Yara Lúcia; BHERING, Eliana; GIMENES, Nelson; ABUCHAIM, Beatriz. A qualidade da educação infantil: um estudo em seis capitais brasileiras. Cadernos de Pesquisa, São Paulo, v. 41, n. 142, p. 20-35, 2011. Disponível em: https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S010015742011000100003&script=sci_arttext&tlng=pt. Acesso em: 08 ago. 2020.
CARNEIRO, Sueli. Racismo, sexismo e desigualdade social no Brasil. – São Paulo: Selo Negro, 2011.
CARVALHO, Maria João Leote de; DUARTE, Vera; GOMES, Sílvia. Desigualdades. In: SARMENTO, Manuel Jacinto; FARIA, Ana Isabel (Org.). Conceitos-chave em sociologia da infância: Perspectivas globais. Braga: UMinho, 2021. p. 195-202.
CASTANHO, Pablo. Uma introdução psicanalítica ao trabalho com grupos em instituições. – São Paulo: Linear A- barca (2018).
CAVAGIONNI, Ana Paula e ANCONI, Mariana, R. As posições discursivas dos educadores de creche e seus efeitos nas práticas com bebês; KUPFER, M. Cristina M; BERNADINHO, Leda Mariza F.; De bebê a sujeito: A metodologia IRDI nas creches– São Paulo: Escuta/Fapesp, 2014, pp. 33-50.
COLLINS, Patrícia e BILGE, Sirma. Intersectionality, (2020).
COLLINS, Patricia H. 2019. Pensamento feminista negro: conhecimento, consciência e a política do empodera mento. São Paulo: Boitempo Editorial.
COLOSIO, Robson; FERNANDES, Maria Inês A. Vínculo e instituição como temas básicos da abordagem psicanalítica na formação e no trabalho do psicólogo em instituições públicas. Revista de Psicologia USP, v. 25, p. 284-293, 2014.
COSTA, Eliane Silvia. Racismo como metaenquadre. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros [online]. 2015, v. 00, n. 62.
_____________________Vínculos, grupos e redes em prol da vida ou na pactuação racista para a produção de morte. Revista da ABPN • v. 12, n. Ed. Especial – Caderno Temático: “III ANPSINEP - Articulação Nacional de Psicólogas/os Negras/os e Pesquisadoras/es” • outubro de 2020, p. 78-107 2020.
CORSARO, William A. Sociologia da infância. – Porto Alegre: Artmed, 2011.
CRENSHAW, Kimberlé. Demarginalizing the intersection of race and sex: a black feminist critique of antidiscrimination doctrine, feminist theory and antiracist politics. 1989.
____________________. Documento para o encontro de especialistas em aspectos da discriminação racial relativos ao gênero. Revista Estudos Feministas. Ano 10 (1). Florianópolis, 2002. p.171-188
CRESWELL, Jonh W. Projeto de Pesquisa: métodos qualitativos, quantitativos e mistos. – Porto Alegre: Artmed, 2007.
CUNHA, Eduardo Leal. A psicanálise como método de investigação da cultura: uma interrogação sobre os limites da clínica. In: III ENECULT – Encontro de Estudos Multidisciplinares em Cultura, 23 a 25 de maio de 2007, Salvador, BA. Trabalho apresentado na Faculdade de Comunicação/UFBA.
DAVIS, Angela. Mulheres, raça e classe. Tradução de Heci Regina Candiani. São Paulo: Boitempo, 2016.
DAVIS, M; WALLBRIDGE. Boundary and Space: an Introdction to the work of Donald W. Winnicott. Londres: Editora Karnac, 2004.
DEL PRIORE, Mary. História das crianças no Brasil. Mary Del Priore (Org.) 7. Ed. – São Paulo: contexto, 2010.
Denzin, N. K. The Research Act: A Theoretical Introduction to Sociological Methods. New Brunswick: Aldine Transaction, 2009.
DIAS, Ivy de Souza. A Relação Educadora-bebê: laços possíveis' 01/02/2010, Mestrado em Educação, Instituição de Ensino: Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Biblioteca Depositária: Biblioteca Setorial de Educação.
BARBOSA, Elizabete Pereira. A fábrica, a casa e a escola: as políticas de educação para a infância no recôncavo fumageiro da Bahia (1925-1946). Tese de Doutorado do Programa de Pós-graduação em Educação da Universidade Federal da Bahia, 2016.
ESTEVES, Michelly R.; CARRIJO, Geisiane Karla; ANDRADE, Maria Betânia Tinti; SANTOS, Lana Ermelinda da Silva; FERRIANI, Maria das Graças Carvalho. Influências das relações intrafamiliares no comportamento de crianças que frequentam creches públicas de Alfenas. Enfermagem Gaúcha, 2012, v. 33, n. 3, p. 97-103. Disponível em: <www.scielo.br/scielo.php?pid=S1983-14472012000300013&script=sci_abstract&tlng=pt>. Acesso em: 02 set. 2021.
ESCOREL, S. História das políticas de saúde no Brasil de 1964 a 1990: do golpe militar à reforma sanitária. In: GIOVANELLA, L. et al. (Org.). Políticas e sistema de saúde no Brasil. 2. ed. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2014. p. 323-363.
ESCOREL, S.; TEIXEIRA, L. A. História das políticas de saúde no Brasil de 1822 a 1963: do Império ao desenvolvimentismo populista. In: GIOVANELLA, L. et al. (Org.). Políticas e sistema de saúde no Brasil. 2. ed. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2014. p. 279-321.
FONSECA, Paula F.O Laço Educador-Bebê se Tece no Enodamento entre Cuidar, Educar e Brincar. Educ. Real. vol.43 no.4 Porto Alegre, 2018, pp.1555-1568.
FONTES, Ivanise; MAÏSA, Roxo; CÂNDIDA, Soares e KISLANOVA, Sara. Virando gente: a história do nascimento psíquico. São Paulo: Ideia & Letras, 2014.
FREIRE-COSTA, J. Violência e psicanálise. Rio de Janeiro. Imago, 1986.
FRANCO, Sérgio G. O brincar e a experiência analítica. Rev. Ágora v. VI n. 1 jan/jun, 2003, p 45-59.
FRASER, Márcia D. e GONDIM, Sônia Maria G. Da fala do outro ao texto negociado: Discussões sobre a entrevista na pesquisa qualitativa. Paidéia, 2004, 14 (28), 139-152.
FREUD, Sigmund. O mal-estar na civilização, novas conferências introdutórias à psicanálise e outros textos (1930-1936); tradução Paulo César de Souza – São Paulo: Companhia das Letras, 2010.
___________. Recomendações ao médico que pratica a psicanálise (1912). Observações psicanalíticas sobre um caso de paranoia relatado em autobiografia: (“O caso Schreber”): artigos sobre técnica e outros textos (1911-1913); tradução Paulo César de Souza – São Paulo: Companhia das Letras, 2010.
___________. Psicologia das massas e análise do eu. Tradução de José Octavio de Aguiar Abreu e Valdemar W. Setzer. 16. ed. Rio de Janeiro: Imago, 2011. (Obras completas, v. 18). Original publicado em 1921.
FULGENCIO, Leopoldo. A situação do narcisismo primário para Winnicott. Revista Brasileira de Psicanálise, Volume 47, n. 3, 2013, pp.131-142.
FUKUDA, Joyce Eiko. Considerações a respeito da prevenção em saúde mental na primeira infância. In: KUPFER, M. Cristina M.; BERNADINHO, Leda Mariza F. De bebê a sujeito: a metodologia IRDI nas creches. São Paulo: Escuta/Fapesp, 2014. p. 25-32.
GATTI, Bernadete Angelina. Grupo focal na pesquisa em ciências sociais e humanas – Brasília, Editora: Liber Livro, 2005.
GABARRON-GARCIA, Florent. Uma história da psicanálise popular. Tradução de Célia Euvaldo. São Paulo: Ubu Editora, 2023.
GABEIRA, Tami Reis; ZORNIG, Silvia Abu-Jamra. Os eixos do cuidado na primeira infância. Cadernos de Psicanálise, 2013, v. 35, n. 29, p. 143-158. Disponível em: <www.scielo.br/j/cadpsicanal/article/view/1538>. Acesso em: 12 jan. 2021.
GABRIEL, Marília Reginato; LOPES, Rita de Cássia Sobreira. Transformações no envolvimento paterno ao longo dos seis primeiros meses do bebê na creche. Psicologia: Teoria e Pesquisa, jul.-set. 2016, v. 32, n. 3, p. 1-10.
GARCIA-ROZA, Luiz Alfredo. Freud e o inconsciente. – 2ª ed. – Rio de Janeiro: Zahar, 1985.
GIROTTO, Eduardo D. Dos PCNS a BNCC: O ensino de geografia sob o domínio neoliberal. Rev. Geo UERG, 2016.
GOLSE, Bernard. Le développement affect et intellectual de l’ enfant.2008.
GONZALEZ, Lélia. Racismo e sexismo na cultura brasileira. In: SILVA, Luiz Antônio Machado da (org.). Movimentos sociais urbanos, minorias étnicas e outros estudos. Brasília: ANPOCS, 1983. p. 223–244. (Ciências Sociais Hoje, v. 2).
_______, O que o bebê transmite aos adultos (O conceito de transmissão psíquica ascendente). (2019) Car. Psicanálise, Rio de Janeiro, v. 41, 2019, pp. 11-20.
GREEN, André. Brincar e reflexão na obra de Winnicott. São Paulo: Zagodoni, 2013.
GUIMARAES, Daniela e ARENARI, Rachel (2018), Na creche cuidado corporal, afetividade e dialogia, Educ. rev. [online]. 2018, vol.34, pp. 1-19. Recuperado de: https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S010246982018000100155&script=sci_abstract&tlng= pt
GÜNTHER, Hatmut. Pesquisa Qualitativa versus Pesquisa Quantitativa: esta é a questão. Rev. Psicologia: Teoria e Pesquisa, 2006, pp. 201-210.
HARAWAY, D. “Gênero” para um dicionário marxista: a política sexual de uma palavra, Caderno Pagu, 22, 1991, pp. 201-246,
HECKSHER, Marcos; BARBOSA, Ana Luísa N. H.; COSTA, Joana. De antes da gravidez até infância: trabalho e estudo de mães e pais no painel da PNAD contínua. Mercado de trabalho conjuntura e análise, Governo Federal, 2019.
HIRATA, Helena. Gênero, classe e raça: interseccionalidade e consubstancialidade das relações sociais. Ver. Tempo Social, revista de sociologia da USP, 2014, pp. 61-73.
INEP. Censo Escolar- SABAE, 2019. Brasília: INEP/ Ministério da Educação, 2019. Disponível em: portal.inep.gov.br/artigo/-/asset_publisher/B4AQV9zFY7Bv/content/numero-de-creches-aumenta-em-2-4-no-ultimo-ano/21206
JESUS, Rodrigo Ednilson de. Quem quer (pode) ser negro no Brasil? Belo Horizonte: Autêntica, 2021.
JOVINO, Ione da Silva. Crianças negras na história: Fontes e discursos sobre a breve infância permitida pelo escravismo oitocentista brasileiro. Revista Eletrônica de Educação, v.9, n.2, p.189-225, 2015.
JOVELEVITHS, Ilana,Fenjevs: Uma leitura reichiana acerca da utilização do protocolo IRDI nos centros de educação infantil; KUPFER, M. Cristina M; BERNADINHO, Leda Mariza F. De bebê a sujeito: A metodologia IRDI nas creches – São Paulo: Escuta/Fapesp, 2014, pp. 95-112.
KAËS, Rene. A instituição e as instituições: estudos psicanalíticos; tradução Joaquim Perreira Neto – São Paulo: Casa do Psicólogo, 1989.
________________. Os espaços psíquicos comuns e partilhados: transmissão e negatividade – São Paulo: Casa do Psicólogo, 2005.
________________. Um singular plural. Edições Loyola. São Paulo, 2011.
_______________. Teorias Psicanalíticas del grupo. Amorrortu editores, Argentina, 2000.
_______________. A negatividade: problemática geral. Psicol. USP ; 14(1): 21-36, 2003.
________________. As alianças inconscientes. São Paulo: Ideias & Letras, 2014.
________________. O aparelho psíquico grupal. São Paulo: Ideias & Letras, 2017.
KAHR, Brett: D.W. Winnicott: A Briographical Portrait, London, Karnac Books, 1997.
KUHLMANN JR., Moysés. História da Educação Brasileira. Revista Brasileira de Educação. Mai/Jun/Jul/ago, nº 14, 2000.
KUHLMANN JR., Moysés. Educando a infância brasileira. In: LOPES, Elaine M. Teixeira; FILHO, Luciano M. F.; VEIGA, Cynthia G. (orgs.). 500 anos de educação no Brasil. Belo Horizonte: Autêntica, 2000. p. 469-496.
KUPFER, M. C; BERNARDINHO, L. M. e MARIOTTO, Rosa, M. De bebê a sujeito: a Metodologia IRDI nas creches. – São Paulo: Escuta/Fapesp, 2014.
KUPFER, M. C. & BERNARDINHO, L. M (2018) IRDI: um instrumento que leva a psicanálise à polis, Estilos clin., São Paulo, v. 23, n. 1, 62-82.
KUPFER, M. C., & VOLTOLINI, R. (2005). Uso de indicadores em pesquisas de orientação psicanalítica: um debate conceitual. Psicologia: Teoria e Pesquisa, 21(3), 359-364.
LAJOLO, Marisa. Infância de papel e tinta. In: FREITAS, M. C. (org.). História social da infância no Brasil. 3. ed. São Paulo: Editora Cortez, 2001. p. 229-250.
LEITE, Miriam L. A infância no século XIX segundo memórias e livros de viagem. FREITAS, M. C. (Org) História social da infância no Brasil. 3ª edição. São Paulo: Editora Cortez, 2001, pp. 19-52.
LIMA, Patrícia e TEODORO, Cristina. O cuidado enquanto ética na educação infantil: uma etnografia com bebês em contexto coletivo de educação. Zero-a-Seis, Florianópolis, v. 24, n. 46, p. 1358-1381, jul./dez., 2022.
LIMA, Iana Gomes de e HYPOLITO, Álvaro Moreira. A expansão do neoconservadorismo na educação brasileira. Educ. Pesqui. [online]. 2019, vol.45, e190901. Epub Aug 15, 2019. ISSN 1678-4634. https://doi.org/10.1590/s1678-463420194519091.
LINDENMEYER, Cristina. A Antropologia Psicanalítica: uma chave para pensar o contemporâneo. Entrevista com Paul-Laurent Assoun. Rev. Latinoam. Psicopat. Fund., São Paulo, 21(3), 431-441, set. 2018.
LOPARIC, Zeljko. O Paradigma winnicottiano e o futuro da psicanálise. Rev. brasileira de psicanálise, v. 42, São Paulo 2008, pp. 137-150.
_______________ . Winnicott e a ética do cuidado – São Paulo: DWW Editorial, 2013.
MÃE, Valter Hugo. O filho de mil homens. São Paulo: Cosac Naify, 2011.
MARIOTTO, Rosa Maria M. Cuidar, educar, prevenir: as funções da creche na subjetivação de bebês – São Paulo: Escuta/ Fapesp, 2009.
MARTINS, Henriqueta M. Um psicanalista na creche. Pp 191-210. (2019). Observação de bebês métodos e aplicações, Neyla Regina A. F. França, Editora: Edgard Blücher – São Paulo.
MARTINS, Gabriela; BECKER, Sheila M.; LEÃO, Lívia C.; LOPES, Rita de Cássia; PICCININI, Cesar Augusto. Fatores associados à não adaptação do bebê na creche: da gestação ao ingresso na instituição. Revista Psicologia: Teoria e Pesquisa, vol.30, no 3, Brasília, 2014, pp- 241-250.
MARTINS, TELMA CEZAR DA SILVA. O branqueamento no cotidiano escolar: Práticas pedagógicas nos espaços da creche' 09/05/2017 290 f. Doutorado em EDUCAÇÃO Instituição de Ensino: Universidade Nove de Julho, São Paulo Biblioteca Depositária: Prof. José Storópoli.
MENDES, Sarah de Lima. Tecendo as histórias das Instituições do Brasil Infantil. 2015. Rev. Saberes, Natal – RN, v. 1, n. 11, fev. 2015, 94-109. Disponível em https://periodicos.ufrn.br/saberes/article/view/6685/0
MEZAN, Renato. Que tipo de ciência é, afinal, a Psicanálise. Rev. Natureza Humana 9(2): 319-359, 2007.
____________. Freud: A trama dos conceitos, São Paulo, Perspectiva, 2010.
MINAYO, Maria Cecília. Pesquisa social: teoria, método e criatividade. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009.
MORENO, Flávia C. C.; SONEGO, Carlos Roberto; COSTA, Beethoven Hortencio R. C.; FRANCO, Maria Laura P. B. Professore de creche e suas Representações Sociais sobre crianças de 0 a 3 anos. 2017. Rev. psicopedagogia. Vol 34, no. 105. – São Paulo, pp. 297-309.
MUNANGA, K. Uma abordagem conceitual das noções de raça, racismo, identidade e etnia. Palestra proferida no 3º Seminário Nacional Relações Raciais e Educação-PENESB-RJ, 2003.
NICHOLSON, Linda. Interpretando o gênero. Revista Estudos Feministas. Florianópolis, v. 8, n.2, 2008. (Originalmente publicado em 1999).
NOGUEIRA, Isildinha Baptista. A cor do inconsciente: significações do corpo negro. 1 ed. – São Paulo: Perspectiva, 2021.
OLIVEIRA; Fabiana e ABRAMOWICZ, Anete (2010), Infância, raça e "paparicação", Educ. rev. vol.26 no.2 Belo Horizonte Aug. 2010, pp.209-226. Recuperado em: ttps://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-46982010000200010&script=sci_arttext&tlng=p
OMIZZOLLO, Poliana e SILVA, Milena. O olhar do agente cuidador sobre a constituição psíquica de crianças acolhidas. Rev. Subjetividades, 2018, pp. 105-116.
PANTALENA, Eliane Sukerth. O ingresso da criança na creche e os vínculos iniciais' 01/05/2010 1 f. Mestrado em EDUCAÇÃO Instituição de Ensino: Universidade de São Paulo, São Paulo Biblioteca Depositária: FEUSP
PASSOS, Eduardo & BARROS, Regina Benevides, 2015. A Cartografia como método de pesquisa-intervenção, PASSOA, Eduardo; KASTRUP, Virgínia e ESCÓSSIA, Liliana: Pistas do método da cartografia: Pesquisa-intervenção e produção de subjetividade. – Porto Alegre: Sulina, 2015. pp. 17-31
PARLATO-OLIVEIRA, Erika. Saberes do bebê. – São Paulo: Instituto Language, 2019.
PELLICCIARI, Fabiana e TAULOIS, Daniela. Um olhar para a recusa de um bebê: feitos no laço subjetivante; KUPFER, M. Cristina M; BERNADINHO, Leda Mariza F.; De bebê a sujeito: A metodologia IRDI nas creches – São Paulo: Escuta/Fapesp, 2014, pp. 223-238.
PEIRANO, Mariza. Etnografia não é método. Rev. Horizontes Antropológicos, Porto Alegre, n.42, 2014, p. 377-391.
PHILLIPS, Adam. Winnicott. São Paulo: Ideias & Letras, 2006.
PICCININI, Cesar Augusto; POLLI, Rodrigo G; BORTOLINI, Marcela; MARTINS, Gabriela; LOPES, Rita de Cássia S. Razões maternas para colocar ou não o bebê na creche. Ver. Arquivos brasileiros de psicologia [online]. 2016, vol.68, n.3, pp. 59-74.
PIEROTTI, Mariana; LEVY, Lidia; ZORNING, Silvia. O manhês costurando laços. Rev. Estilos da Clínica, 2010, 420-433.
PINTO, Manuel. A infância como construção social. SARMENTO, Manuel Jacinto e PINTO, Manuel. As crianças contextos e identidades, Universidade do Minho, Centro de Estudos da Criança 1997, pp. 33-73.
PIZA, Edith. Porta de vidro: entrada para a branquitude. Psicologia social do racismo: estudos sobre branquitude e branqueamento no Brasil/ IrayCarone, Maria Aparecida Silva Bento (organizadoras) 6. ed. – Petrópolis, RJ: Vozes, 2020.
PESARO, Maria Eugênia; MERLETTI, Cristina, K. I.; PELLICIARI, Fabiana S.; MORATTI, Patrícia; PIMENTEL Cecilia L. e BARRETO, Cristiane P. Grupos de pais-bebês nas creches como estratégia de promoção da saúde mental na primeira infância. Educação e Pesquisa, São Paulo, vol. 44, 2018, pp. 1-16.
POSTHUMA, Anne Caroline. A economia de cuidado e o vínculo com o trabalho doméstico: o que as tendências e políticas na américa latina podem ensinar ao Brasil. In: PINHEIRO, L.; TOKARSKI, C.P.; POSTHUMA, A.C. Entre relações de cuidado e vivências de vulnerabilidade: dilemas e desafios para o trabalho doméstico e de cuidados remunerado no Brasil. Brasília: Ipea, 2021.
PRADO, Patrícia Dias, (2019), Masculinidades, feminilidades e dimensão brincalhona: reflexões sobre gênero e docência na Educação infantil. Versão [On-line], ProPosições vol.30 Campinas, 2019, pp 1-21. Recuperado de: http://pepsic.bvsalud.org/pdf/psie/n40/n40a06.pdf
RAMOS, Deborah D. e SALOMÃO Nádia Maria. Interação educadora-criança em creches públicas: estilos linguísticos. (2012).
ROSEMBERG, Fúlvia. À creche no contexto dos debates sobre a infância e as relações raciais. BENTO, Maria Aparecida. Educação Infantil, igualdade racial e diversidade: aspectos políticos, jurídicos, conceituais. São Paulo: Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades – CEERT, 2012.
RIBEIRO, Fernanda e ZORNING, Silvia. Amor materno e cuidado profissional. Estilos Clínica, São Paulo, v.23, 2018, 542-557.
SANTIAGO, Flavio. Eu quero ser sol! Crianças pequenininhas, culturas infantis, creche e intersecção. 2ª ed. São Carlos: Pedro & João Editores, 2021.
SANTIAGO, Flavio e FARIA, Ana Lúcia. Feminismo negro e pensamento interseccional: contribuições para as pesquisas das culturas infantis. Educ. Soc., Campinas, v. 42, 2021.
SANTOS, Karine da Silva; RIBEIRO, Mara Cristina; QUEIROGA, Danlyne Eduarda Ulisses de; SILVA, Ivisson Alexandre Pereira da; FERREIRA, Sonia Maria Soares. O uso de triangulação múltipla como estratégia de validação em um estudo qualitativo. Ciência & Saúde Coletiva, v. 25, n. 2, p. 655–664, 2020. DOI: https://doi.org/10.1590/1413-81232020252.12302018.
SARMENTO, Manuel Jacinto e PINTO, Manuel. As crianças e a infância: definindo conceitos, delimitando o campo. SARMENTO, Manuel Jacinto e PINTO, Manuel. As crianças contextos e identidades, Universidade do Minho, Centro de Estudos da Criança 1997, pp. 9-29.
SCHUCMAN, Lia Vainer. Sim, nós somos racistas: estudo psicossocial da branquitude paulistana. Psicol. Soc. 2014, vol.26, n.1, pp.83-94.
______________________. Famílias inter-raciais: tensões entre cor e amor. Editora: EDUFBA, Salvador, 2018.
SEIXAS, Eunice C. Espaços para crianças/ Children’s Space. Pp. 219- 226. (2021). Conceitos chaves em Sociologia da Infância Perspectivas Globais/ Key Concepts on Sociology of Childhood Global Perspectivas. Editora: Uminho – Braga.
SEMER, Norma Lottenberg. A observação de bebês em um contexto institucional. Pp. 211-222, (2019). Observação de bebês métodos e aplicações, Neyla Regina A. F. França, Editora: Edgard Blücher – São Paulo.
SERRALHA, Conceição A. A ética do cuidado e as ações em saúde e educação. LOPARIC, Zeljko; Winnicott e a ética do cuidado- São Paulo: DWW Editorial, 2013, Parte III, p. 319-328.
SILVA, Maria Lúcia. Racismo no Brasil: Questões para os psicanalistas brasileiros. O racismo e o negro no Brasil: questões para a psicanálise/ organização: Noemi Moritz Kon, Cristiane Curi Abud, Maria Lúcia Silva – São Paulo: Perspectiva, 2017.
SILVA, C. Keziah. Aquele nó no peito: uma discussão sobre o mal-estar. Trabalho apresentado no IV Colóquio Clínica e Cultura: A psicanálise, os corpos e suas políticas. SE, 2017.
_____________________. O cuidado em Winnicott: do desenvolvimento emocional ao setting analítico (Dissertação em Psicologia). São Cristóvão, 2018, UFS (Universidade Federal de Sergipe).
SILVA, Daniela e BORGES, Jussara. Base Nacional Comum Curricular e competências infocomunicacionais: uma análise de correlação. Intercom - RBCC São Paulo, v. 43, n. 3, p.99-114, set./dez. 2020.
SILVA, Isabel O. A creche e as famílias: o estabelecimento da confiança das mães na Instituição de Educação Infantil. Educar em Revista, Curitiba, Brasil, n. 53, p. 253-272, jul./set. 2014. Editora UFPR.
SILVA, Tomaz Tadeu (org.). Identidade e diferença: a perspectiva dos estudos culturais. 13. ed. Petrópolis: Vozes, 2014.
SOUZA, Ana Paula R. Instrumentos de avaliação de bebês: desenvolvimento da linguagem e psiquismo – São Paulo: Instituto Langage, 2020.
SOUZA, Mara Isis de. Homem como professor de creche: sentidos e significados atribuídos pelos diferentes atores institucionais' (2010). Mestrado em Psicologia Instituição de Ensino: Universidade de São Paulo/ Ribeirão Preto, Ribeirão Preto Biblioteca Depositária: Biblioteca Centras do Câmpus de Ribeirão Preto.
SOUZA, Edlaine Fernanda Aragon DE. Relações étnico-raciais na creche: desafios e perspectivas das pesquisas em educação São Carlos 2017 08/02/2017 undefined f. Mestrado em EDUCAÇÃO Instituição de Ensino: UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS, São Carlos Biblioteca Depositária: Biblioteca Comunitária Ufscar.
SOUZA, Luciana Karine. Pesquisa com análise qualitativa de dados: conhecendo a Análise Temática. Arquivos Brasileiros de Psicologia; Rio de Janeiro, 71 (2): 51-67.
SORDI, José Osvaldo De; NELSON, Reed Elliot e GALINDO, Pedro Reis (2014). Problema da falta de vagas em creches: matriz de loops e a priorização de causas de problemas complexos. Rev. Adm. Pública [online]. 2014, vol.48, n.6, pp.1407-1429. Recuperado de: https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S003476122014000600003&script=sci_abstract&tlng= p
SPILLIUS, Elizabeth. Uma visão da evolução clínica Kleiniana: da antropologia à psicanálise – Rio de Janeiro, Imago, 2007.
TRACHTEMBERG, A.R. et al. Por que Rene Kaës? Psicanálise. Vol13, n.1, p. 257-270, 2011.
VITTA, Fabiana Cristina F.; SGAVIOLI, Ana Júlia Ribeiro; SCARLASSARA, Bárbara Solana; NOVAES, Carla F. M.; CRUZ, Girlene de Albuquerque e MOURA, Mariana Martins (2018). A Produção Científica Nacional na Área de Educação Especial e a Creche. Rev. bras. educ. espec. vol.24 no.4. 2018, pp. 619-636. Recuperado de: https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1413 65382018000400619&script=sci_arttex
ZANELLO, V. Saúde mental, gênero e dispositivos. Curitiba: Appris, 2018.
ZORNING, Silvia Abu-Jamra. Reflexões sobre uma ética do cuidado na primeira infância, Primórdios-CPRJ, Rio de Janeiro, v. 1, n. 1, 2010, pp. 15-26.
WINNICOTT, D. W. The Child, The Family and the Outside World, Inglaterra, 1966.
________________. A comunicação do bebê com a mãe e da mãe com o bebê comparada e contrastada (1968). O bebê e suas mães, são Paulo, Ubu editora, 2020.
_______________. Da pediatria a psicanálise: obras escolhidas. Rio de Janeiro, Imago: Ed. 2000.
_______________ (1990). Natureza humana. Rio de Janeiro, RJ: Imago. (Trabalho original publicado em 1988).
___________________. O mundo em pequenas doses. A criança e seu mundo. Rio de Janeiro: Zahar editores, 1982.
___________________. The association for child psychology and Psychiatry observed as a group phenomenon (1967).
_____________________. (1945) Desenvolvimento Emocional Primitivo. In: Winnicott, (1958) Da Pediatria à Psicanálise: obras escolhidas. Rio de Janeiro: Imago, 2000, pp.218-232.
___________________. Enfoque pessoal da contribuição kleiniana, in Winnicott (1965). O Ambiente e os Processos de Maturação, Porto Alegre: Artes Médicas, (1983).
___________________. Da dependência à independência no desenvolvimento do indivíduo. (1963). O Ambiente e os Processos de Maturação, Porto Alegre: Artes Médicas (1983).
___________________. A mãe, a professora e as necessidades da criança. In: Winnicott, (1957) A Criança e o seu Mundo. Rio de Janeiro: Zahar Ed. 1977, pp. 161-165.
___________________. Os bebês e suas mães, 3°ed.- São Paulo: Martins Fontes, 2006.
______________________. Observações adicionais sobre a teoria do relacionamento parentofilial, in Explorações Psicanalíticas, 1961/1989.
______________________. Obras completas: volumen 1. Cartas a la familia, escritos pediátricos y la defensa maníaca (1911-1939). Santiago: Pólvora, 2021.
WERNECK, J. Racismo Institucional: uma abordagem conceitual. Texto produzido para o Projeto Mais Direitos e Mais Poder para as Mulheres Brasileiras (Mimeo), abril de 2013.
YIN, Robert K. Pesquisa qualitativa do início ao fim. [recurso eletrônico] – Porto Alegre: Penso, 2016. | pt_BR |