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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/43524
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorMonteiro, Anne Alencar-
dc.date.accessioned2025-11-25T12:44:55Z-
dc.date.available2025-11-25T12:44:55Z-
dc.date.issued2018-12-21-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/43524-
dc.description.abstractThis is an ethnographic study of the relational dynamics of kinship relations involving body transformations, sexuality and reproduction among transgender men who have passed through the experience of gestation. It follows the theoretical trail opened by the authors of the approach known as "new kinship" and through the notion of relatedness. Field research used three methodological strategies: the realization of semi-structured individual interviews with eight trans men; participant observation in spaces inhabited by trans men in the city of Salvador, Bahia; and the study of websites and social media on the internet. The research concerns kinship, affinity and friendship relations within which trans men are enmeshed and explores the dynamics of the body involving transgenderness, sexuality and pregnancy. The ethnography details how nonlinear paths of "gender transition" are based on the prevailing notion of the plastic body. It documents the specific nomenclatures that trans men use to describe their own transitioning body and their sexuality, to show that in these pathways a reclassification of social relations occurs, especially kinship relations. The process of becoming man defines both the new forms of relatedness and occasions a reinterpretation of what was called "motherhood". These trans men give meaning to reproduction and pregnancy as an experience that builds their masculinities through the metaphor of the seahorse. In this way, they break the direct association between feminity-pregnancy-motherhood.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectHomem transpt_BR
dc.subjectRelacionalidadept_BR
dc.subjectParentescopt_BR
dc.subjectGravidezpt_BR
dc.subject.otherTrans menpt_BR
dc.subject.otherRelatednesspt_BR
dc.subject.otherKinshippt_BR
dc.subject.otherPregnancypt_BR
dc.titleHomens que engravidam: um estudo etnográfico sobre parentalidades trans e reproduçãopt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Antropologia (PPGA) pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::ANTROPOLOGIApt_BR
dc.contributor.advisor1McCallum, Cecilia Anne-
dc.contributor.referee1Fernandes, Felipe Bruno Martins-
dc.contributor.referee2Moutinho, Laura-
dc.contributor.referee3McCallum, Cecilia Anne-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5443916447681695pt_BR
dc.description.resumoEste é um estudo de caráter etnográfico sobre as dinâmicas relacionais de parentesco que envolve as transformações corporais, a sexualidade e a reprodução para homens trans que passaram pela experiência da gestação. Segue a trilha teórica aberta pelas autoras da abordagem conhecida como “novo parentesco” e da noção de relacionalidade (relatedness). A pesquisa de campo lançou mão de três estratégias metodológicas: realização de entrevistas individuais semiestruturadas com oito homens trans; observação participante em espaços de convivência de homens trans na cidade de Salvador, na Bahia; e exploração de sites e mídias sociais na internet. Trata-se de uma pesquisa sobre as relações de parentesco, afinidade e amizade em que os homens trans estão inseridos e das dinâmicas corporais que envolve a transgeneridade, a sexualidade e a gravidez. A etnografia detalha como os percursos não-lineares de “transição de gênero” são pautadas na noção prevalente de corpo plástico. Documenta as nomenclaturas especificas que os homens trans utilizam para descrever o próprio corpo em transição de gênero e sua sexualidade, para mostrar que nesses percursos há uma reclassificação das relações sociais, principalmente daquelas inscritas no âmbito do parentesco. Estar se tornando homem define tanto as novas formas de relacionalidade quanto uma reinterpretação do que se chamava de ‘maternidade’ (motherhood). Esses homens trans dão sentido à reprodução e à gravidez como uma experiência que constitui suas masculinidades através da metáfora do cavalo-marinho. Assim, eles rompem a associação direta entre feminilidade-gravidez-maternidade.pt_BR
dc.publisher.departmentEDUFBApt_BR
dc.type.degreeMestrado Acadêmicopt_BR
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