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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/43490
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorRodrigues, Giseli do Nascimento-
dc.date.accessioned2025-11-17T20:22:32Z-
dc.date.available2025-11-17T20:22:32Z-
dc.date.issued2024-12-20-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/43490-
dc.description.abstractThe study analyzed changes in the eating habits of outsourced sanitation workers in Bahia during the COVID-19 pandemic, from a decolonial perspective. These workers, essential to society, suffer invisibility and marginalization in an environment that devalues ​​social groups, especially in a sector marked by changes in the management model and increasing outsourcing. The scarcity of academic documents on health and outsourcing in sanitation hinders in-depth analyses. Information available from non-academic sources, such as unions, reveals serious health and safety problems for these workers. The adoption of privatization models and public-private partnerships in the sector has an uncertain impact on food and health, highlighting the need to assess the effects of these changes. The "health versus capital" paradigm is reflected in the precariousness of working conditions. Decoloniality, with its focus on valuing non-hegemonic knowledge, allows us to understand food practices as resistance to hegemonic thought and the standardization imposed by the capitalist system. The precariousness and management models of the sanitation sector demand actions that promote decent and dignified work, and the importance of understanding intersectional factors, union representation, and the relationship between health and food in the context of basic sanitation is emphasized. The study suggests greater oversight of companies and a review of public policies aimed at workers' health and nutrition. It also proposes the development of policies that address health and food issues considering cultural, social, and historical aspects. Valuing food identity and decolonial resistance can contribute to improving working conditions and the well-being of workers, ensuring that they are protected and have their rights respected.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectPandemia de COVID19pt_BR
dc.subjectSaúdept_BR
dc.subjectSaneamentopt_BR
dc.subjectTrabalhopt_BR
dc.subject.otherCOVID-19 pandemicpt_BR
dc.subject.otherHealthpt_BR
dc.subject.otherSanitationpt_BR
dc.subject.otherWorkpt_BR
dc.titlePandemia de COVID-19: abordagens decoloniais sobre saúde, saneamento e trabalhopt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Saúde, Ambiente e Trabalho (PPGSAT) pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::SAUDE COLETIVApt_BR
dc.contributor.advisor1Trindade, Ana Angélica Martins da-
dc.contributor.advisor-co1Fontes, Gardênia Abreu Vieira-
dc.contributor.referee1Trindade, Ana Angélica Martins da-
dc.contributor.referee2Fontes, Gardênia Abreu Vieira-
dc.contributor.referee3Moreno Neto, José Luiz-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7444716463432027pt_BR
dc.description.resumoO estudo analisou as mudanças nos hábitos alimentares de trabalhadores terceirizados do saneamento básico na Bahia durante a pandemia de COVID-19, sob uma perspectiva decolonial. Esses trabalhadores, essenciais à sociedade, sofrem invisibilidade e marginalização em um ambiente que desvaloriza grupos sociais, especialmente em um setor marcado por alterações no modelo de gestão e crescente terceirização. A escassez de documentos acadêmicos sobre saúde e terceirização no saneamento dificulta análises aprofundadas. Informações disponíveis em fontes não acadêmicas, como dos sindicatos, que revelam problemas graves de saúde e segurança desses trabalhadores. A adoção de modelos de privatização e parcerias público-privadas no setor tem impacto incerto sobre alimentação e saúde, evidenciando a necessidade de avaliar os efeitos dessas mudanças. O paradigma "saúde versus capital" reflete se na precarização das condições de trabalho. A decolonialidade, com foco na valorização de saberes não-hegemônicos, permite compreender as práticas alimentares como resistência ao pensamento hegemônico e à padronização imposta pelo sistema capitalista. A precarização e modelos de gestão do setor de saneamento demanda ações que promovam o trabalho decente e digno e enfatiza-se a importância de compreender os fatores interseccionais, a representatividade sindical e a relação entre saúde e alimentação no contexto do saneamento básico. O estudo sugere maior fiscalização das empresas e revisão de políticas públicas voltadas à saúde e alimentação dos trabalhadores. Também, propõe-se o desenvolvimento de políticas que abordem questões de saúde e alimentação considerando os aspectos culturais, sociais e históricos. A valorização da identidade alimentar e a resistência decolonial podem contribuir para a melhoria das condições de trabalho e bem-estar dos trabalhadores, garantindo que sejam protegidos e tenham seus direitos respeitados.pt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Medicina da Bahiapt_BR
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dc.type.degreeMestrado Acadêmicopt_BR
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