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Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/43476
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorQueiroz, Fillipe Silva de-
dc.date.accessioned2025-11-14T13:01:25Z-
dc.date.available2025-11-14T13:01:25Z-
dc.date.issued2025-03-13-
dc.identifier.citationDe Queiroz, F. (2025). A construção de masculinidades para homens trans. Dissertação de Mestrado, Programa de Pós-graduação em Psicologia, Instituto de Psicologia e Serviço Social, Universidade Federal da Bahia.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/43476-
dc.description.abstractSilva de Queiroz, F (2025). The construction of masculinities for trans men. Master's Dissertation, Postgraduate Program in Psychology, Institute of Psychology and Social Service, Federal University of Bahia. This study aimed to analyze the process of construction of masculinities for trans men. To achieve this purpose, the Cultural Psychology of Semiotic Dynamics was used as a theoretical lens of investigation. The focus was on the process of construction of masculinities as a developmental transition that involves the construction of signs and meanings, the crossing of symbolic borders and narrative organization that allows individuals to give meaning to an experience. Gender studies that criticize the cisnormative binary logic in the construction of a stereotypical masculinity, such as hegemonic masculinity, were powerful theoretical allies for the analysis of the phenomenon. Interviews were conducted with two trans men aged 25 and 34, residents of the city of Salvador. Qualitative in nature, this study selected as methodological tools the narrative interview, which allows the individual to freely discuss a topic without a question-and-answer script, and the double blanks, which presents the interviewee with a sentence with empty spaces followed by specific connectives (“but”, “however”, “nevertheless”) to explore possible ambivalences about conceptualizations. The meetings took place virtually and in person, according to the individual demands of the interviewees. The interviews were audio-recorded and later transcribed in full, separated by thematic axes. The participants revealed their processes of constructing masculinity, their personal and cultural references, the challenges faced in this trajectory and their synthesis and individual performance in the way of “being a man”. Both participants reject the hegemonic references of masculinity and construct their masculine performance based on feminine references, other trans men in their support/affection networks, dissident masculinities, references from pop culture and transmasculine activism. By crossing the symbolic borders present in the binary separation between genders, they were able to construct signs and meanings of masculinity that are decentralized from cisnormative models. Their gender expressions also construct and modify this field, and it is possible to develop escape routes from the “script” of hegemonic masculinity. The trans men interviewed were able to weave a narrative that offers intelligibility and cohesion to their stories in the face of developmental transformations and transitions. However, the limitations of the present study in analyzing this complex and continuous process of constructing masculinities are highlighted. Understanding masculinity as a process of continuous elaboration where there are constant negotiations of signs and meanings that represent it, this study would benefit from more meetings with the participants. A more in-depth analysis of the intersections between masculinity and other social markers such as race and class would also be useful. It is concluded that trans masculinities are masculine expressions endowed with more criticality and intentionality when thinking of this field as a space in constant transformation and rearrangement of signs and meanings. More studies are needed that can enhance trans voices and offer other perspectives for contemporary paths in the construction of masculinities.pt_BR
dc.description.sponsorshipCAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectMasculinidadespt_BR
dc.subjectHomens transpt_BR
dc.subjectPsicologiapt_BR
dc.subjectFronteiraspt_BR
dc.subject.otherMasculinitiespt_BR
dc.subject.otherTrans menpt_BR
dc.subject.otherPsychologypt_BR
dc.subject.otherBorderspt_BR
dc.titleA construção de masculinidades para homens transpt_BR
dc.title.alternativeThe construction of masculinities for trans menpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Psicologia (PPGPSI) pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIApt_BR
dc.contributor.advisor1Marsico, Giuseppina-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7538803030498857pt_BR
dc.contributor.advisor2Latteshttp://lattes.cnpq.br/3709508890391116pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Pontes, Vívian Volkmer-
dc.contributor.referee1Dazzani, Maria Virgínia Machado-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3585360338429711pt_BR
dc.contributor.referee2Oliveira, Maria Cláudia Santos Lopes de-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/6281151757179145pt_BR
dc.contributor.referee3Marsico, Giuseppina-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/7538803030498857pt_BR
dc.contributor.referee4Pontes, Vívian Volker-
dc.creator.IDhttps://orcid.org/0000-0002-9315-4150pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4985344826964178pt_BR
dc.description.resumoSilva de Queiroz, F. (2025). A construção de masculinidades para homens trans. Dissertação de Mestrado, Programa de Pós-graduação em Psicologia, Instituto de Psicologia e Serviço Social, Universidade Federal da Bahia. O presente estudo objetivou analisar o processo de construção de masculinidades para homens trans. Para alcançar tal propósito, utilizou-se a Psicologia Cultural das Dinâmicas Semióticas como lente teórica de investigação. O enfoque foi o processo de construção de masculinidades enquanto uma transição desenvolvimental que envolve a construção de signos e significados, o atravessamento de fronteiras simbólicas e organização narrativa que permite aos indivíduos dar sentido a uma experiência. Os estudos de gênero que criticam a lógica binária cisnormativa na construção de uma masculinidade estereotipada, como a masculinidade hegemônica, foram potentes aliados teóricos para a análise do fenômeno. Foram realizadas entrevistas com dois homens trans de 25 e 34 anos de idade, residentes da cidade de Salvador. De natureza qualitativa, este estudo selecionou como ferramentas metodológicas a entrevista narrativa, que permite ao indivíduo discorrer livremente sobre um tema sem o script pergunta-resposta, e o double blanks, que apresenta ao entrevistado uma sentença com espaços vagos seguidos de conectivos específicos (“mas”, “porém”, “contudo”) para explorar possíveis ambivalências sobre conceituações. Os encontros ocorreram de maneira virtual e presencial, de acordo com as demandas individuais dos entrevistados. As entrevistas tiveram seus áudios gravados e posteriormente transcritos integralmente, separados por eixos temáticos. Os participantes revelaram seus processos de construção de masculinidade, suas referências pessoais e culturais, os desafios enfrentados nessa trajetória e sua síntese e performance individual na maneira de “ser homem”. Ambos participantes rejeitam as referências hegemônicas de masculinidade e constroem sua performance masculina a partir de referências femininas, de outros homens trans em suas redes de apoio/afeto, masculinidades dissidentes, referências da cultura pop e do ativismo transmasculino. Ao atravessar as fronteiras simbólicas presentes na separação binária entre os gêneros, eles conseguiram construir signos e significados de masculinidade descentralizadas dos modelos cisnormativos. Suas expressões de gênero também constroem e modificam esse campo, e é possível elaborar rotas de fuga para o “script” da masculinidade hegemônica. Os homens trans entrevistados conseguiram tecer uma narrativa que oferece inteligibilidade e coesão para suas histórias frente às transformações e transições desenvolvimentais. Ressalta-se, no entanto, as limitações do presente estudo ao analisar esse processo complexo e contínuo de construção de masculinidades. Entendendo a masculinidade como um processo de contínua elaboração onde há constantes negociações de signos e significados que a representem, este estudo se beneficiaria de mais encontros com os participantes. Também seria proveitosa uma análise mais aprofundada sobre as interseções entre masculinidade e outros marcadores sociais como raça e classe. Conclui-se que as masculinidades trans são expressões masculinas dotadas de mais criticidade e intencionalidade ao pensar esse campo como um espaço em constante transformação e rearranjo de signos e significados. São necessários mais estudos que possam potencializar vozes trans e ofereçam outras perspectivas para os caminhos contemporâneos na construção de masculinidades.pt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FFCH)pt_BR
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dc.type.degreeMestrado Acadêmicopt_BR
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