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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/43365
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorSilva, Yago Emanoel Ramos-
dc.date.accessioned2025-11-03T13:32:58Z-
dc.date.available2027-11-01-
dc.date.available2025-11-03T13:32:58Z-
dc.date.issued2025-08-11-
dc.identifier.citationSILVA, Yago Emanoel Ramos. Complex approaches to handedness and brain lateralization. 2025. 122 f. Dissertação (Mestrado em Física) Instituto de Física, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/43365-
dc.description.abstractThe evolutionary history of the human species reveals a marked progression in brain and upper limb lateralization within the Homo genus. Particularly for tool use and fire control, Homo sapiens evolved with increasingly refined motor abilities, culminating in a strong preference for a dominant hand. Contrary to the common belief that asymmetry may indicate inefficiency or inadaptability, manual lateralization in humans reflects a form of specialization—similar to patterns observed in apex predators—where specialization often confers adaptive advantages. The experience of left-handed individuals in predominantly right-handed societies underscores the need to better understand motor behavior and the mechanisms underlying hand dominance. This experimental study employs a combination of biomechanical metrics and EEG(Eletroencefalografy)-based measurements to analyze general motor behavior during fine motor tasks performed with both hands, specifically handwriting. It further explores how these behaviors evolve over time, with a focus on the emergent dynamics given by permutation entropy measures. Our findings reveal that right-handed exhibit more optimized and stable motor strategies across hands, whereas left-handers and ambidextrous individuals display greater variability and less consistent dominance patterns. However, temporal analyses using permutation entropy of motor behavior revealed similar lateralization profiles between left- and right-handed groups, suggesting functional equivalence in hand use. EEG analyses indicated that right-handers individuals show more distributed and temporally non-linear brain behavior, potentially due to reduced experience or training with the non-dominant hand in daily tasks. We conclude that human lateralization supports a variety of neuromotor configurations and those behavioral patterns are shaped more by usage habits and experience than by intrinsic differences between handedness groups. These findings highlight the evolutionary and functional relevance of motor lateralization in Homo sapiens.pt_BR
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpt_BR
dc.languageengpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Restrito/Embargadopt_BR
dc.subjectComplexitypt_BR
dc.subjectPermatation entropypt_BR
dc.subjectHandednesspt_BR
dc.subjectBrain lateralizationpt_BR
dc.subjectMotor controlpt_BR
dc.subjectEvolutionary biologypt_BR
dc.subject.otherComplexidadept_BR
dc.subject.otherEntropia de permutaçãopt_BR
dc.subject.otherLateralidadept_BR
dc.subject.otherLateralização cerebralpt_BR
dc.subject.otherControle motorpt_BR
dc.subject.otherBiologia evolutivapt_BR
dc.titleComplex approaches to handedness and brain lateralizationpt_BR
dc.title.alternativeAbordagens complexas sobre lateralidade manual e lateralização cerebralpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Física (PPGFIS) pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRApt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::FISICApt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::OUTROSpt_BR
dc.contributor.advisor1Miranda, José Garcia Vivas-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0002-7752-8319pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1608472474770322pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Accioly, Cecília Bastos da Costa-
dc.contributor.advisor-co1IDhttps://orcid.org/0000-0002-9024-8258pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1741516429316402pt_BR
dc.contributor.referee1Miranda, José Garcia Vivas-
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0002-7752-8319pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1608472474770322pt_BR
dc.contributor.referee2Castellano, Gabriela-
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0002-5927-487Xpt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/5993832413749292pt_BR
dc.contributor.referee3Rosário, Raphael Silva do-
dc.contributor.referee3IDhttps://orcid.org/0000-0001-7617-7476pt_BR
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/5601958689947032pt_BR
dc.contributor.referee4Agulló, Inmaculada Riquelme-
dc.creator.IDhttps://orcid.org/0009-0003-7125-8199pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7317739155959104pt_BR
dc.description.resumoA história evolutiva da espécie humana revela uma progressão marcante na lateralização cerebral e dos membros superiores dentro do gênero Homo. Em especial, para o uso de ferramentas e o controle do fogo, Homo sapiens evoluiu com habilidades motoras cada vez mais refinadas, culminando em uma forte preferência por uma mão dominante. Contrariando a crença comum de que a assimetria indicaria ineficiência ou falta de adaptação, a lateralização manual em humanos reflete uma forma de especialização, semelhante aos padrões observados em superpredadores, nos quais a especialização frequentemente confere vantagens adaptativas. A experiência de indivíduos canhotos em sociedades predominantemente destras ressalta a importância de compreender melhor o comportamento motor e os mecanismos que fundamentam a dominância manual. Este estudo experimental utiliza uma combinação de métricas biomecânicas e medidas baseadas em EEG para analisar o comportamento motor geral durante a execução de tarefas motoras finas com ambas as mãos, especificamente a escrita manual. Além disso, investiga como esses comportamentos evoluem ao longo do tempo, com foco na dinâmica emergente capturada por medidas de entropia de permutação. Nossos resultados revelam que indivíduos destros apresentam estratégias motoras mais otimizadas e estáveis entre as mãos, enquanto canhotos e ambidestros demonstram maior variabilidade e padrões de dominância menos consistentes. No entanto, análises temporais do comportamento motor utilizando entropia de permutação indicaram perfis de lateralização semelhantes entre os grupos de canhotos e destros, sugerindo uma equivalência funcional no uso das mãos. As análises de EEG indicaram que indivíduos destros apresentam padrões cerebrais mais distribuídos e não lineares ao longo do tempo, possivelmente devido à menor experiência ou treinamento com a mão não dominante nas tarefas cotidianas. Concluímos que a lateralização humana permite uma variedade de configurações neuromotoras, e que os padrões comportamentais são moldados mais pelos hábitos de uso e pela experiência do que por diferenças intrínsecas entre os grupos de dominância manual. Esses achados ressaltam a relevância evolutiva e funcional da lateralização motora em Homo sapiens.pt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Físicapt_BR
dc.type.degreeMestrado Acadêmicopt_BR
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