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Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/43336
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorTavares, Lucas José da Silva-
dc.date.accessioned2025-10-31T13:37:49Z-
dc.date.available2025-10-31T13:37:49Z-
dc.date.issued2025-09-05-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/43336-
dc.description.abstractThis dissertation analyzes the discourses mobilized by pro-Bolsonaro profiles on Facebook between 2014 and 2018, with an emphasis on the centrality of antipetismo (anti-Workers’ Party sentiment) in the constitution of the political identity of Bolsonarism. The study is situated within the broader context of the contemporary crisis of liberal democracy, understood as a global process of destabilization of democratic regimes, and manifested in Brazil through a polarizing, violent, and authoritarian political discourse, amplified by the dynamics of digital society. The research adopts a qualitative approach, grounded in political discourse analysis, which conceives discourse as a provisional fixation of meaning. This theoretical framework is articulated with Ernesto Laclau’s theory (as cited in Pinto, 2019) on chains of equivalence and empty signifiers, enabling the identification of how antipetismo operates as a symbolic articulator of Bolsonarist discourse. The research corpus comprises 41 public statements by Jair Bolsonaro and his supporters, along with 40 posts and 126 comments collected from anti-PT Facebook profiles. The temporal scope is limited to the period between 2016 and 2018, which is justified by its correspondence with the peak of Bolsonarism’s rise on social media, especially Facebook. The analysis is organized into three main semantic fields, each examined in a dedicated chapter: anti-corruption, moral conservatism, and public insecurity. The first chapter explores the resignification of corruption as an emptied sign exclusively attributed to the Workers’ Party (PT), in a process of political criminalization that traces back to the June 2013 protests. The second field, moral conservatism, investigates the sacralization of Bolsonaro as a messianic figure and the demonization of political enemies. The third field, public (in)security, examines how Bolsonarist discourse legitimizes violence and criminalizes political opponents. It analyzes the rhetoric of “a good criminal is a dead criminal,” the defense of civilian armament, the role of the so-called “bullet caucus,” as well as systematic attacks on human rights and the discrediting of social movements such as the MST and CUT. The findings suggest that antipetismo functions as an empty signifier that condenses multiple symbolic threats — corruption, immorality, criminality — and articulates heterogeneous discourses into an exclusionary political identity. This identity is amplified by digital media through the strategic use of memes, hashtags, and viral content, in line with Byung-Chul Han’s (2018) notions of “digital swarm” and homo digitalis.pt_BR
dc.description.sponsorshipFAPESBpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectBolsonaro, Jairpt_BR
dc.subjectRedes sociais onlinept_BR
dc.subjectAnálise do discursopt_BR
dc.subjectPartido dos Trabalhadorespt_BR
dc.subjectDemocraciapt_BR
dc.subjectConservantismopt_BR
dc.subject.otherBolsonaro, Jairpt_BR
dc.subject.otherOnline social networkspt_BR
dc.subject.otherDiscourse analysispt_BR
dc.subject.otherWorkers’ Party (PT)pt_BR
dc.subject.otherDemocracypt_BR
dc.subject.otherConservatismpt_BR
dc.title“Esses marginais vermelhos serão banidos de nossa pátria”: discursos antipetistas mobilizados em publicações de perfis bolsonaristas no Facebook (2014-2018)pt_BR
dc.title.alternative‘These red criminals will be banished from our homeland’: anti-PT discourses mobilized in publications from bolsonarist Facebook profiles (2014–2018)pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em História (PPGH) pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIA::HISTORIA DO BRASIL::HISTORIA DO BRASIL REPUBLICApt_BR
dc.contributor.advisor1Oliveira, Rodrigo Perez-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8386419351011987pt_BR
dc.contributor.referee1Silva, Daniel Pinha-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8740068953346337pt_BR
dc.contributor.referee2Miguel, Luis Felipe-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/0988858984939965pt_BR
dc.contributor.referee3Oliveira, Rodrigo Perez-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/8386419351011987pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7453504254123722pt_BR
dc.description.resumoEsta dissertação analisa os discursos mobilizados por perfis bolsonaristas no Facebook entre 2014 e 2018, com ênfase na centralidade do antipetismo na constituição da identidade política do bolsonarismo. O estudo insere-se no contexto da crise da democracia liberal contemporânea, compreendida como um processo global de desestabilização dos regimes democráticos, e manifestada no Brasil por meio de um discurso político polarizador, violento e autoritário, amplificado pelas dinâmicas da sociedade digital. A pesquisa adota uma abordagem qualitativa, fundamentada na análise do discurso político, que compreende o discurso como uma fixação provisória de sentidos. Esse referencial é articulado à teoria de Ernesto Laclau sobre cadeias de equivalência e significantes vazios, permitindo identificar como o antipetismo opera como articulador simbólico da gramática bolsonarista. O corpus da pesquisa é composto por 41 declarações de Jair Bolsonaro e seus apoiadores, além de 40 publicações e 126 comentários extraídos de perfis antipetistas no Facebook, com o recorte temporal entre 2016 e 2018. A demarcação cronológica justifica-se por ser o período de plena ascensão do bolsonarismo nas mídias sociais, especialmente no Facebook. A análise organiza-se em três campos semânticos principais, sendo cada um deles examinado em capítulo específico: anticorrupção, conservadorismo moral e insegurança pública. No primeiro, investiga-se a ressignificação da corrupção como signo esvaziado e atribuído exclusivamente ao PT, em um processo de criminalização do adversário político que remonta às Jornadas de Junho de 2013. No segundo campo, o conservadorismo moral, examina-se a sacralização de Bolsonaro como figura messiânica e a demonização do inimigo político. No terceiro campo, o da (in)segurança pública, o discurso bolsonarista legitima a violência e criminaliza adversários políticos. São analisadas a retórica do “bandido bom é bandido morto”, a defesa do armamento civil e o papel da “bancada da bala”, bem como o ataque sistemático aos direitos humanos e a desqualificação de movimentos sociais como MST e CUT. A Os resultados da pesquisa apontam que o antipetismo atua como um significante vazio que condensa múltiplas ameaças simbólicas — corrupção, imoralidade, criminalidade — articulando diferentes discursos em uma identidade política excludente. Essa identidade é potencializada pelas mídias digitais, por meio do uso estratégico de memes, hashtags e conteúdos virais, em consonância com as noções de “enxame digital” e “homo digitalis” de Han (2018).pt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FFCH)pt_BR
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dc.type.degreeMestrado Acadêmicopt_BR
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