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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/43272
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorLopes, Jací Pinho Alves-
dc.date.accessioned2025-10-21T16:07:09Z-
dc.date.available2025-10-21T16:07:09Z-
dc.date.issued2025-09-26-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/43272-
dc.description.abstractThis dissertation is a contrastive and comparative exploration of two narratives. The first is the autobiography of Leon Trostski (1879-1940), entitled Minha Vida (2017). And the second is Patrick Deville's biofiction, Viva! (2016). The element used for confrontation is the portrait that each author makes of Trotsky, in the case of Minha Vida, the self-portrait. Specifically, we will deal with the period from birth to 1917, represented in Trotsky's own version in his autobiography, and the short period of the last three years of his life, represented in Patrick Deville's volume. Trotsky's self-representation seems to center on the image of the intellectual, added to the greatness of his historical heritage as a revolutionary, which brings him closer to classic autobiographies. Patrick Deville's volume, in turn, focuses on the image of the intellectual, added to Trotsky's tragic destiny as a revolutionary, dealing with this contemporary issue regarding the outcome of the great revolutionaries and writers who are related to the historical-political themes of the first half of the 20th century. In the autobiographical version, the character's self-portrait is exposed mainly in terms of his relationships with history and politics; in biofiction, the character's portrait is shown through reports that use more sophisticated fictional content. Which makes the two works move in different directions. However, we find a relevant common aspect: despite the differences between these two conceptions of Trotsky's image, the mark of the character's historical performance appears in both works with the same notion of pact with truth.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectTrotski, Leão, 1879-1940pt_BR
dc.subjectTrotski, Leão, 1879-1940 - Minha Vida - Autobiografiapt_BR
dc.subjectDeville, Patrick, 1957- - Viva - Bioficçãopt_BR
dc.subjectRevoluções - Rússia - História - Séc. XXpt_BR
dc.subjectUnião Soviética - História - Revolução, 1917-1921pt_BR
dc.subject.otherTrotsky, Leo, 1879-1940 - My Life - Autobiographypt_BR
dc.subject.otherDeville, Patrick, 1957- - Viva - Biofictionpt_BR
dc.subject.otherRevolutions - Russia - History - 20th Centurypt_BR
dc.subject.otherSoviet Union - History - Revolution, 1917-1921pt_BR
dc.titleEntre a autoimagem e o retrato: Trotski na autobiografia e no romancept_BR
dc.title.alternativeBetween self-image and portrait: Trotsky in autobiography and novelpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.programPós-Graduação em Literatura e Cultura (PPGLITCULT) pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTESpt_BR
dc.contributor.advisor1Pereira, Antônio Marcos da Silva-
dc.contributor.referee1Costa, Júlia Morena Silva da-
dc.contributor.referee2Sena Júnior, Carlos Zacarias Figueirôa de-
dc.contributor.referee3Santos, Mônica de Menezes-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3528809420665385pt_BR
dc.description.resumoA presente dissertação é uma exploração contrastiva e comparativa de duas narrativas. A primeira é a autobiografia de Leon Trostski (1879-1940), intitulada Minha Vida (2017). E a segunda é a bioficção de Patrick Deville, Viva! (2016). O elemento utilizado para a confrontação é a noção de retrato, e as maneiras como se maneja essa noção em gêneros distintos com referência a um mesmo personagem histórico. Especificamente, trataremos do período que compreende desde o seu nascimento até o ano de 1917, representado na versão do próprio Trotski na sua autobiografia, e o curto período dos três últimos anos de vida, representados no volume de Patrick Deville. A autorrepresentação de Trotski parece centralizar-se na imagem do intelectual acrescida da grandeza de sua herança histórica de revolucionário, o que o aproxima das autobiografias clássicas. O volume de Patrick Deville, por sua vez, enfoca a imagem do intelectual acrescida do destino trágico de Trotski como revolucionário, vindo a tratar dessa questão contemporânea relativa ao desfecho dos grandes revolucionários e dos escritores que estão relacionados aos temas histórico-políticos da primeira metade do século XX. Na versão autobiográfica, o autorretrato do personagem é exposto principalmente em função de suas relações com a história e a política, ao passo que, na bioficção, o retrato do personagem se mostra por meio de relatos que se valem de conteúdos potencialmente ficcionais. Constatando que as duas obras caminham em sentidos diferentes, encontramos igualmente um aspecto comum relevante: é que, apesar das diferenças entre essas duas concepções da imagem de Trotski, a marca da atuação histórica do personagem aparece em ambas obras com a mesma noção de pacto com a verdade.pt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Letraspt_BR
dc.type.degreeMestrado Acadêmicopt_BR
Aparece nas coleções:Dissertação (PPGLITCULT)

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ENTRE A AUTOIMAGEM E O RETRATO_ Trotski na autobiografia e no romance.pdfDissertação_Jaci Lopes5,66 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir
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