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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/43014
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorFreitas, William Soares-
dc.date.accessioned2025-09-24T13:05:26Z-
dc.date.available2025-09-24T13:05:26Z-
dc.date.issued2024-01-10-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/43014-
dc.description.abstractThis study aims to construct a cultural cartography disentangled from the technical/traditional elements of geography. To achieve this, it proposes crafting narratives about the Engomadeira neighborhood—located in the central core of Salvador, Bahia. Drawing from oral accounts by local residents, I establish connections between the stories told about Engomadeira and a theoretical/conceptual framework on territory and housing. Subsequently, the analysis focuses on Black cultural expressions in the neighborhood: capoeira, the celebrations of Terreiro Viva Deus Filho [Viva Deus Filho Candomblé Temple], and the LGBTQIA+ Parade, highlighting how these manifestations emerge from the narratives collected during fieldwork. In the final section, I propose expanding the threads of cultural cartography through breakdance performances by local b-boys. The sections are structured around interrogating how Black cultural cartographies of Engomadeira narrate and are narrated in/through the territory. Methodologically, the study employs semi-structured interviews, cultural cartography, and performance as tools, while theoretically engaging with works by Milton Santos, Gabriela Leandro Pereira, Jörn Seemann, Leda Maria Martins, Muniz Sodré, bell hooks, Fred Moten, among others.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectTerritóriopt_BR
dc.subjectEngomadeirapt_BR
dc.subjectManifestações Culturais Negraspt_BR
dc.subjectCartografia Culturalpt_BR
dc.subjectPerformancept_BR
dc.subject.otherTerritorypt_BR
dc.subject.otherEngomadeirapt_BR
dc.subject.otherBlack Cultural Manifestationspt_BR
dc.subject.otherCultural Cartographypt_BR
dc.subject.otherPerformancept_BR
dc.title“Vivo a minha vida, dou risada, fulereio quando eu guento eu sambo, to pelo meio, e é isso aí": modulações de culturas negras na Engomadeirapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.programPrograma Multidisciplinar de Pós-Graduação em Estudos Étnicos e Africanos (PÓS-AFRO) pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANASpt_BR
dc.contributor.advisor1Souza, Florentina da Silva-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4530428296770249pt_BR
dc.contributor.referee1Souza, Florentina da Silva-
dc.contributor.referee2Souza, Ana Lúcia Silva-
dc.contributor.referee3Souza, Cristiane Santos-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4483722167694492pt_BR
dc.description.resumoO presente estudo tem por objetivo traçar uma cartografia cultural desapegada dos elementos técnicos/tradicionais da geografia, para isso propõe elaborar narrativas sobre o bairro da Engomadeira - localizado na região do miolo central da cidade de Salvador/BA. A partir das narrativas orais de moradoras e moradores do bairro, desenho aproximações entre as histórias contadas sobre a Engomadeira, e um arcabouço teórico/conceitual sobre território e da habitação. Em seguida, concentro a análise em manifestações culturais negras do bairro: capoeira, as festas do Terreiro Viva Deus Filho e a Parada LGBTQIA+, destacando como essas expressões emergem dos relatos coletados durante a pesquisa. Na última seção, proponho alargar as tramas da cartografia cultural através da performance no breakdance apresentada pelos b-boys no/do bairro. As seções foram construídas em torno do questionamento dos modos como as cartografias culturais negras da Engomadeira contam e são contadas o/no território, tendo como ferramentas metodológicas a entrevista semiestruturada, a cartografia cultural, e a performance; e como base teórica destacam-se as referências de Milton Santos, Gabriela Leandro Pereira, Jörn Seemann, Leda Maria Martins, Muniz Sodré, bell hooks, Fred Moten etc. A partir das narrativas das interlocutoras e dos interlocutores, compreendo que as experiências negras, nas expressões culturais destacadas, evidenciam maneiras radicais de viver a cidade. Todas refletem uma ética/estética espiralar dos modos negros de viver/fazer a cidade, desde as formas de habitação, que têm a herança quilombola como pano de fundo na geografia do território até as manifestações religiosas e/ou recreativas.pt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FFCH)pt_BR
dc.type.degreeMestrado Acadêmicopt_BR
Aparece nas coleções:Dissertação (PÓS-AFRO)

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