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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/42892
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorTrindade, Marina Braga-
dc.date.accessioned2025-09-12T17:57:58Z-
dc.date.available2025-09-12T17:57:58Z-
dc.date.issued2025-07-10-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/42892-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectHipersexualizaçãopt_BR
dc.subjectTikTokpt_BR
dc.subjectMc Pipokinhapt_BR
dc.subjectFeminismo.pt_BR
dc.title“Tá tendo disputa”: MC Pipokinha, feminismos em tensão e tretas no Tik Tokpt_BR
dc.title.alternative“In dispute”: MC Pipokinha, feminisms in tension, and TikTok conflictspt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADASpt_BR
dc.contributor.advisor1Gutmann, Juliana Freire-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1713091767353588pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Casanova, Janaína Oldani-
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3154145676998501pt_BR
dc.contributor.referee1D’Almonte, Edson Fernando-
dc.contributor.referee2Dias, Morena Melo-
dc.contributor.referee3Gutmann, Juliana Freire-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0494702660163082pt_BR
dc.description.resumoO trabalho analisa como conteúdos sobre a figura midiática de MC Pipokinha mobiliza disputas identitárias ligadas à hipersexualização feminina em discursos e controvérsias no ambiente digital, especialmente no TikTok, articulando tensões entre hipersexualização, feminismos e cultura pop periférica. A pesquisa parte da análise qualitativa, através da noção de “audiovisual em rede”, de postagens e conteúdos virais relacionados à artista, observando como sua persona — marcada por performances sexuais explícitas, estética infantilizada e discurso ambíguo sobre empoderamento — é ressignificada pelos usuários da rede. O estudo contextualiza o surgimento e as disputas simbólicas do funk enquanto gênero pop periférico e suas diferentes vertentes, com foco nas transformações da presença feminina no gênero. Discute ainda como o feminismo pop e o neoliberalismo influenciam as construções sobre sexualidade, agência e visibilidade. O corpus de análise foi selecionado e observado através da noção de “audiovisual em rede”, partindo da metáfora do rizoma enquanto conexão de elementos enredados e associados, e do audiovisual enquanto vetor que possibilita ver os conteúdos em rede, relações, disputas e contextos envolvidos.pt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Comunicaçãopt_BR
dc.type.degreeBachareladopt_BR
dc.publisher.courseCOMUNICAÇÃO - JORNALISMOpt_BR
Aparece nas coleções:Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) - Jornalismo (FACOM)

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