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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/42866
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorLeite, Camilla Melo Oliveira-
dc.date.accessioned2025-09-08T19:03:24Z-
dc.date.available2026-09-01-
dc.date.available2025-09-08T19:03:24Z-
dc.date.issued2025-04-11-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/42866-
dc.description.abstractAminochrome, a dopamine-derived neurotoxin, is used to induce degeneration in animal models of Parkinson’s disease. In addition to dopaminergic neuronal loss, this condition also involves glial reactivity and reduced neurogenesis. M1-type microglia and A1 type astrocytes contribute to a toxic and pro-inflammatory environment. Therefore, investigating agents with regulatory effects on glial cells represents a promising approach for the development of neuroprotective therapies. This study investigates the effects of rutin on adult neurogenesis and glial activation in an aminochrome-induced model of Parkinson’s disease. Methods: Twenty-four male Wistar rats (250–270 g) were randomly assigned to four groups. The CT and RUT groups received saline solution, while the AMI and AMI+RUT groups received aminochrome (1,000 µM; 6 nmol in 6 µL) via striatal injection. Following 22 days of oral treatment with rutin or vehicle by gavage, the brains were processed for immunofluorescence using markers for astrocytes (GFAP, S100β), microglia (IBA1, CD68, CD206), and neurons (DCX, NeuN). Results and Conclusions: The study found that aminochrome induced alterations in the striatum, affecting microglia and astrocytes, as indicated by an increased number of microglial cells (IBA1 and CD68) and elevated levels of GFAP and S100β. These changes were attenuated by rutin administration. Although striatal toxin injection may have indirectly triggered other mechanisms in the hippocampus, no aminochrome-induced glial reactivity or reduction in neurogenesis was observed in this region. The main contribution of this work was to show that oral administration of rutin modulated the expression of glial markers in the striatum and hippocampus of Wistar rats, increasing M1 associated markers, reducing those linked to the M2 profile, and decreasing neuronal precursor markers in the hippocampus, while simultaneously increasing their expression in the subventricular zone. These findings underscore a potential relationship between the neuroprotective effect of rutin and the dynamics of glial activation, contributing to a better understanding of its mechanisms of action in the context of Parkinson’s disease.pt_BR
dc.description.sponsorshipConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico- CNPQpt_BR
dc.description.sponsorshipFundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia - FAPESBpt_BR
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior- CAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Restrito/Embargadopt_BR
dc.subjectDoença de Parkinsonpt_BR
dc.subjectAminocromopt_BR
dc.subjectNeuroinflamaçãopt_BR
dc.subjectRutinapt_BR
dc.subjectNeurogênesept_BR
dc.subject.otherParkinson's Diseasept_BR
dc.subject.otherAminochromept_BR
dc.subject.otherNeuroinflammationpt_BR
dc.subject.otherRutinpt_BR
dc.subject.otherNeurogenesispt_BR
dc.titleEfeito do flavonoide rutina em marcadores neurais da zona subventricular, hipocampo e estriado em modelo in vivo da doença de Parkinsonpt_BR
dc.title.alternativeEffect of the flavonoid rutin on neural markers of the subventricular zone, hippocampus, and striatum in an in vivo model of Parkinson’s disease.pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Farmácia (PPGFAR) pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::FARMACOLOGIA::NEUROPSICOFARMACOLOGIApt_BR
dc.contributor.advisor1Silva, Victor Diogenes Amaral da-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0001-8032-9663pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6166491745017786pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Araujo, Fillipe Mendes de-
dc.contributor.advisor-co1IDhttps://orcid.org/0000-0003-3675-2012pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5903083260824701pt_BR
dc.contributor.referee1Oliveira, Juciele Valéria Ribeiro de-
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0001-5642-9170pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7611176520123204pt_BR
dc.contributor.referee2Rambo, Renata Biegelmeyer da Silva-
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0001-6799-0166pt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/8240221907435715pt_BR
dc.contributor.referee3Silva, Victor Diogenes Amaral da-
dc.creator.IDhttps://orcid.org/0000-0002-9759-9608pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4852420647251017pt_BR
dc.description.resumoO aminocromo, neurotoxina derivada da dopamina, é utilizada para induzir degeneração em modelos animais da Doença de Parkinson. Além da perda de neurônios dopaminérgicos, essa doença induz reatividade glial e redução da neurogênese. A microglia M1 e os astrócitos A1 contribuem para um ambiente tóxico e pró-inflamatório. Assim, investigar agentes com ação reguladora sobre células gliais é uma abordagem promissora para terapias neuroprotetoras. Este estudo analisa os efeitos da rutina na neurogênese adulta e na ativação glial em modelo induzido por aminocromo. Métodos: 24 ratos Wistar machos (250–270 g) foram distribuídos aleatoriamente em quatro grupos. Os grupos CT e RUT receberam solução salina, enquanto AMI e AMI+RUT receberam aminocromo (1.000 µM; 6 nmol em 6 µL) por injeção estriatal. Após 22 dias de tratamento por gavagem oral, os cérebros foram processados para imunofluorescência com marcadores de astrócitos (GFAP, S100β), microglia (IBA1, CD68, CD206) e neurônios (DCX, NeuN). Resultados e conclusões: Este estudo identificou que o aminocromo induziu alterações no estriado, afetando micróglias e astrócitos, evidenciadas pelo aumento de células microgliais (IBA1 e CD68) e pela elevação dos níveis de GFAP e S100β. Essas alterações foram atenuadas com a administração de rutina. A injeção da toxina no estriado pode ter desencadeado, indiretamente, outros mecanismos no hipocampo; no entanto, não foram observadas reatividade glial nem redução da neurogênese induzidos por aminocromo nessa região. A principal inovação deste trabalho foi demonstrar que a administração oral de rutina modulou a expressão de marcadores gliais no estriado e no hipocampo de ratos Wistar, com aumento de marcadores do perfil M1, redução dos relacionados ao perfil M2 e diminuição de marcadores de precursores neuronais no hipocampo, ao mesmo tempo em que elevou sua expressão na zona subventricular. Esses achados reforçam a relação entre o efeito neuroprotivo da rutina e a dinâmica da ativação glial, contribuindo para a compreensão de seus mecanismos de ação na Doença de Parkinson.pt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Farmáciapt_BR
dc.type.degreeMestrado Acadêmicopt_BR
Aparece nas coleções:Dissertação (PPGFAR)

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