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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/42837
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorGuimarães, Joanna M. N.-
dc.creatorYamada, Goro-
dc.creatorBarber, Sharrelle-
dc.creatorCaiaffa, Waleska Teixeira-
dc.creatorFriche, Amélia Augusta de Lima-
dc.creatorMenezes, Mariana Carvalho de-
dc.creatorSantos, Gervásio Ferreira dos-
dc.date.accessioned2025-09-06T20:14:03Z-
dc.date.available2025-09-06T20:14:03Z-
dc.date.issued2022-
dc.identifier.issn1476-6256pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/42837-
dc.description.abstractRacial health inequities may be partially explained by area-level factors such as residential segregation. In this cross-sectional study, using a large, multiracial, representative sample of Brazilian adults (n = 37,009 individuals in the 27 state capitals; National Health Survey (Pesquisa Nacional de Saúde), 2013), we investigated 1) whether individual-level self-rated health (SRH) (fair or poor vs. good or better) varies by race (self-declared White, Brown, or Black) and 2) whether city-level economic or racial residential segregation (using dissimilarity index values in tertiles: low, medium, and high) interacts with race, increasing racial inequities in SRH. Prevalence of fair or poor SRH was 31.5% (Black, Brown, and White people: 36.4%, 34.0%, and 27.3%, respectively). Marginal standardization based on multilevel logistic regression models, adjusted for age, gender, and education, showed that Black and Brown people had, respectively, 20% and 10% higher prevalence of fair or poor SRH than did White people. Furthermore, residential segregation interacted with race such that the more segregated a city, the greater the racial gap among Black, Brown, and White people in fair or poor SRH for both income and race segregation. Policies to reduce racial inequities may need to address residential segregation and its consequences for healthpt_BR
dc.languageengpt_BR
dc.publisherOxford Universitypt_BR
dc.relation191pt_BR
dc.relation.ispartofAmerican Journal of Epidemiologypt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectBrasilpt_BR
dc.subjectAnálise de interaçãopt_BR
dc.subjectDesigualdades raciais em saúdept_BR
dc.subjectSegregação residencialpt_BR
dc.subjectAutoavaliação de saúdept_BR
dc.subject.otherBrazilpt_BR
dc.subject.otherInteraction analysispt_BR
dc.subject.otherRacial health inequitiespt_BR
dc.subject.otherResidential segregationpt_BR
dc.subject.otherSelf-rated healthpt_BR
dc.titleRacial inequities in self-rated health across brazillian cities: does residential segregation play a role?pt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.publisher.countryInglaterrapt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ECONOMIApt_BR
dc.citation.issue6pt_BR
dc.citation.spage1071pt_BR
dc.citation.epage1080pt_BR
dc.identifier.doi10.1093/aje/kwac001pt_BR
dc.description.resumoAs desigualdades raciais em saúde podem ser parcialmente explicadas por fatores de nível regional, como a segregação residencial. Neste estudo transversal, utilizando uma amostra grande, multirracial e representativa de adultos brasileiros (n = 37.009 indivíduos nas 27 capitais; Pesquisa Nacional de Saúde, 2013), investigamos 1) se a autoavaliação de saúde (AAS) em nível individual (regular ou ruim vs. boa ou melhor) varia de acordo com a raça (autodeclarados brancos, pardos ou pretos) e 2) se a segregação residencial econômica ou racial em nível municipal (usando valores do índice de dissimilaridade em tercis: baixa, média e alta) interage com a raça, aumentando as desigualdades raciais em AAS. A prevalência de AAS regular ou ruim foi de 31,5% (pessoas pretas, pardas e brancas: 36,4%, 34,0% e 27,3%, respectivamente). A padronização marginal baseada em modelos de regressão logística multinível, ajustados por idade, gênero e escolaridade, mostrou que pessoas negras e pardas apresentaram, respectivamente, 20% e 10% mais prevalência de saúde sexualmente transmissível regular ou ruim do que pessoas brancas. Além disso, a segregação residencial interagiu com a raça, de modo que, quanto mais segregada uma cidade, maior a diferença racial entre pessoas negras, pardas e brancas em saúde sexualmente transmissível regular ou ruim, tanto para segregação por renda quanto por raça. Políticas para reduzir as desigualdades raciais podem precisar abordar a segregação residencial e suas consequências para a saúdept_BR
Aparece nas coleções:Artigo Publicado em Periódico (FCE)

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GUIMARÃES, Joanna M. N. et al. Racial inequities in self-rated health across Brazillian cities. AMERICAN JOURNAL OF EPIDEMOLOGY..pdf381,63 kBAdobe PDFVisualizar/Abrir
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