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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/42761
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorSilva, Isadora Machado-
dc.date.accessioned2025-08-20T16:30:11Z-
dc.date.available2026-08-01-
dc.date.available2025-08-20T16:30:11Z-
dc.date.issued2025-07-25-
dc.identifier.citationSILVA, Isadora Machado da. O brincar na habilitação e reabilitação visual: a atuação da terapia ocupacional junto a crianças com baixa visão. Orientadora: Aline Silva de Moura. 2025. 36 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Terapia Ocupacional) - Faculdade de Medicina da Bahia, Universidade Federal da Bahia, Salvador (BA), 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/42761-
dc.description.abstractOccupational therapy recognizes that playing is essential for the child’s holistic development and seeks to understand and promote their active participation in playful experiences. This study aimed to analyze how play is used in occupational therapy practice with children who have low vision. It is an exploratory study with a qualitative approach, with data collection carried out through semi‑structured interviews with three occupational therapists working in the field. The analysis was conducted based on the content analysis technique, and the results were organized into three thematic categories: playing in visual habilitation and rehabilitation: meanings and practices of occupational therapists; collaboration with families: challenges faced and shared responsibilities in the therapeutic process; and appreciation of Occupational Therapy in visual rehabilitation: challenges for recognition as a specialty. The research sought to contribute to the knowledge about the importance of play in visual habilitation and rehabilitation. Among the results obtained, the importance of evaluating functional vision for developing the intervention plan stood out, as well as the need for a critical professional practice based on evidence and for family co‑responsibility during the child’s therapeutic process. The relevance of this study lies in the need to deepen investigations about visual stimulation and the use of play as a therapeutic tool in this area, understanding the challenges and opportunities present in clinical practice, and generating subsidies for the development of future research and interventions.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Restrito/Embargadopt_BR
dc.subjectEstimulação visualpt_BR
dc.subjectTerapia ocupacionalpt_BR
dc.subjectBaixa visãopt_BR
dc.subjectDesenvolvimento infantilpt_BR
dc.subjectBrincarpt_BR
dc.subjectBrincadeiras e Brinquedospt_BR
dc.subjectReabilitaçãopt_BR
dc.subject.otherPhotic Stimulationpt_BR
dc.subject.otherOccupational Therapypt_BR
dc.subject.otherVision, Lowpt_BR
dc.subject.otherChild Developmentpt_BR
dc.subject.otherPlay and Playthingspt_BR
dc.subject.otherRehabilitationpt_BR
dc.titleO brincar na habilitação e reabilitação visual: a atuação da terapia ocupacional junto a crianças com baixa visãopt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONALpt_BR
dc.contributor.advisor1Moura, Aline Silva-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0002-6636-0274pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1802598771589178pt_BR
dc.contributor.referee1Silva, Isis Daniella Carvalho-
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0003-3910-0466pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1051042508411620pt_BR
dc.contributor.referee2Araújo, Sheila Correia-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/8996686914331979pt_BR
dc.contributor.referee3Moura, Aline Silva de-
dc.contributor.referee3IDhttps://orcid.org/0000-0002-6636-0274pt_BR
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/1802598771589178pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9432757840588851pt_BR
dc.description.resumoA terapia ocupacional reconhece que o brincar é essencial para o desenvolvimento integral da criança e busca compreender e promover a participação ativa das mesmas em suas experiências lúdicas. Este estudo teve como objetivo analisar como o brincar é utilizado na prática terapêutica ocupacional junto a crianças com baixa visão. Trata-se de uma pesquisa exploratória, de abordagem qualitativa, com coleta de dados realizada por meio de entrevistas semiestruturadas com três terapeutas ocupacionais atuantes na área. A análise foi conduzida com base na técnica de análise de conteúdo, e os resultados foram organizados em três categorias temáticas: o brincar na habilitação e reabilitação visual: sentidos e práticas de terapeutas ocupacionais; atuação em conjunto com as famílias: desafios enfrentados e corresponsabilidades no processo terapêutico; e valorização da Terapia Ocupacional na reabilitação visual: desafios para o reconhecimento como especialidade. A pesquisa procurou contribuir para o conhecimento sobre a importância do brincar na habilitação e reabilitação visual, além disso, dentre os resultados obtidos, destacaram -se a importância da avaliação da visão funcional para a elaboração do plano de intervenção, bem como a necessidade de uma atuação profissional crítica baseada em evidências e a corresponsabilização familiar durante o processo terapêutico da criança. A relevância deste estudo reside na necessidade de aprofundar as investigações sobre estimulação visual e o uso do brincar como ferramenta terapêutica nessa área, a compreensão dos desafios e as oportunidades presentes na prática clínica e a geração de subsídios para o desenvolvimento de futuras pesquisas e intervenções.pt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Medicina da Bahiapt_BR
dc.relation.referencesAlbarran, P. A. O., Cruz, E. A. P. S., & Silva, D. N. H. (2016). Crianças com cegueira e baixa visão: o brincar na perspectiva histórico‑cultural. Psicologia em Estudo, 21(2), 199–210. Albuquerque, R. C. (2006). Estimulação visual na criança: a intervenção dos profissionais de terapia ocupacional. Arquivos Brasileiros de Oftalmologia, 69(6), 965. Araújo, S. C. (2005). Brincar é preciso: considerações sobre a atividade lúdica da criança deficiente visual. Revista de Terapia Ocupacional da Bahiana, 2, 17–22. Bardin, L. (1977). Análise de conteúdo (1ª ed.). Lisboa Edições 70. Blanche, E. I. (2000). Fazer junto com, não fazer para: a recreação e as crianças portadoras de paralisia cerebral. Em L. D. Parham & L. S. Fazio (Eds.), A recreação na terapia ocupacional pediátrica (pp. 202–218). Santos. Brunello, M. I. B., et al. (2013). Procedimentos de avaliação da qualidade do brincar na prática da terapia ocupacional: um estudo exploratório. Revista de Terapia Ocupacional da Universidade de São Paulo, 24(2), 95–102. Chaves, D. G. (2020). O modelo social da deficiência: entre o político e o jurídico (1ª ed.). Editora Dialética. Comitê de Ética em Pesquisa em Ambientes Virtuais – CEP/ENSP/Fiocruz. (2020). Orientações sobre ética em pesquisa em ambientes virtuais (versão 1.0). ENSP/Fiocruz. Diniz, D. (2007). O que é deficiência (Coleção Primeiros Passos, nº 324). São Paulo, SP: Editora Brasiliense. ISBN 978‑85‑11‑00107‑5. Favilla, M., et al. (2014). Avaliação da visão funcional de uma criança prematura com cegueira congênita. Cadernos de Terapia Ocupacional da UFSCar, 22(2), 429–434. Figueiredo, M. O. (2011). Mães de crianças com baixa visão: compreensão sobre o processo de estimulação visual. Revista Psicopedagogia, 28(86), 156–166. FOLHA, Debora Ribeiro da Silva Campos. Perspectiva ocupacional da participação de crianças na educação infantil e implicações para a Terapia Ocupacional 14/08/2019 237 f. Doutorado em TERAPIA OCUPACIONAL Instituição de Ensino: Universidade Federal de São Carlos, São Carlos Biblioteca Depositária: UFSCar. Gagliardo, H. G. R., & Nobre, M. I. R. S. (2001). Intervenção precoce na criança com baixa visão. Revista Neurociências, 9(1), 16–19. Gomes, D., Teixeira, L., & Ribeiro, J. (2021). Enquadramento da prática da terapia ocupacional: domínio & processo (4ª ed., versão portuguesa do Occupational Therapy Practice Framework: Domain and Process, 4th ed.). Politécnico de Leiria. Malta, J., et al. (2006). Desempenho funcional de crianças com deficiência visual, atendidas no Departamento de Estimulação Visual da Fundação Altino Ventura. Arquivos Brasileiros de Oftalmologia, 69(4), 571–574. Martini, G., et al. (2020). Intervenção de terapia ocupacional junto a crianças com deficiência visual. Em L. I. Pfeifer & M. M. M. Santa’Ana (Eds.), Terapia ocupacional na infância: procedimentos na prática clínica (pp. 247–264). Memnon. Messa, A. A., et al. (2012). Qualidade de vida de crianças com deficiência visual atendidas em ambulatório de estimulação visual precoce. Arquivos Brasileiros de Oftalmologia, 75(4), 239–242. Organização Mundial da Saúde. (1993). Gestão da baixa visão em crianças: relatório de uma consulta da OMS, Bangkok, 23‑24 de julho de 1992. OMS. Ottaiano, J. A. A. et al. (2019). As condições de saúde no Brasil. Conselho Brasileiro de Oftalmologia. Schmitt, B. D., & Pereira, K. (2014). Caracterização das ações motoras de crianças com baixa visão e visão normal durante o brincar: cubos com e sem estímulo luminoso ou alto contraste. Revista Brasileira de Educação Especial, 20(3), 435–448. Silveira, A., Loguercio, L., & Sperb, T. (2000). A brincadeira simbólica de crianças deficientes visuais pré‑escolares. Revista Brasileira de Educação Especial, 6, 133–146. Soares, L. R. S., & Albuquerque, R. C. (2022). Assistência terapêutica ocupacional no cuidado de crianças com deficiência visual: revisão integrativa (Trabalho de Conclusão de Curso, Universidade Federal de Pernambuco). Taipe, C. M. M. (2019). Concepções e uso do brincar na prática clínica de terapeutas ocupacionais (Monografia, Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, USP). Takatori, M., Bontempo, E., & Bennetton, M. J. (2001). O brincar e a criança com deficiência física: a construção inicial de uma história em terapia ocupacional. Cadernos Brasileiros de Terapia Ocupacional, 9(2). Vinuto, J. A. (2014). A amostragem em bola de neve na pesquisa qualitativa: um debate em aberto. Temáticas, 22(44), 203–220.pt_BR
dc.type.degreeBachareladopt_BR
dc.publisher.courseTERAPIA OCUPACIONALpt_BR
Aparece nas coleções:Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) – Terapia Ocupacional (Faculdade de Medicina)

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