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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/42745
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorRocha, Eveny Laura Silva da-
dc.date.accessioned2025-08-18T14:39:41Z-
dc.date.available2026-08-01-
dc.date.available2025-08-18T14:39:41Z-
dc.date.issued2025-07-18-
dc.identifier.citationROCHA, Eveny Laura Silva da. Percepções e estigmas sociais sobre o transtorno do espectro autista (TEA) entre estudantes da área de saúde. Orientadora: Aline Silva de Moura. 2025. 38 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Terapia Ocupacional) - Faculdade de Medicina da Bahia, Universidade Federal da Bahia, Salvador (BA), 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/42745-
dc.description.abstractAutism Spectrum Disorder (ASD), when understood as a dysfunction or deviation, continues to be marked by social stigmas that hinder access to rights and ethical care. In the context of health education, still dominated by a biomedical model, these views tend to be reinforced. This study aimed to understand how health students perceive ASD and how such perceptions may contribute to either the reproduction or the confrontation of social stigmas about autism. This qualitative, exploratory research was conducted with 29 undergraduate students from a public institution of higher education. Data were collected through a self-administered online questionnaire, created via Google Forms, and analyzed using the content analysis technique Three thematic categories were revealed: (1) Academic training on ASD; (2) Perceptions and representations of people with ASD; and (3) Inclusion proposals and improvement of training. The data revealed a variety of experiences and perceptions at times marked by stereotypes, at other times by efforts to overcome them. Students who reported personal experiences, close relationships with people with ASD, or participation in university extension activities demonstrated greater sensitivity and critical thinking, highlighting the potential of shared experience as an educational tool. Confronting stigma requires more than technical knowledge: it demands ethical engagement, inclusive practices, and training that recognizes difference as a source of strength, not as a deficiency.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Restrito/Embargadopt_BR
dc.subjectTerapia Ocupacionalpt_BR
dc.subjectTranstorno do Espectro Autistapt_BR
dc.subjectEstigma Socialpt_BR
dc.subjectEstudantes de Ciências da Saúdept_BR
dc.subject.otherOccupational Therapypt_BR
dc.subject.otherAutism Spectrum Disorderpt_BR
dc.subject.otherSocial Stigmapt_BR
dc.subject.otherStudents, Health Occupationspt_BR
dc.titlePercepções e estigmas sociais sobre o transtorno do espectro autista (TEA) entre estudantes da área de saúdept_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONALpt_BR
dc.contributor.advisor1Moura, Aline Silva de-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0002-6636-0274pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1802598771589178pt_BR
dc.contributor.referee1Assad, Francine Baltazar-
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0002-9127-8096pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttps://lattes.cnpq.br/8927058498062486pt_BR
dc.contributor.referee2Barreiro, Rafael Garcia-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/1224310568760472pt_BR
dc.contributor.referee3Moura, Aline Silva de-
dc.contributor.referee3IDhttps://orcid.org/0000-0002-6699-2386pt_BR
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/1802598771589178pt_BR
dc.description.resumoO Transtorno do Espectro Autista (TEA), quando compreendido como disfunção ou desvio, segue sendo atravessado por estigmas sociais que dificultam o acesso a direitos e o cuidado ético. No contexto da formação em saúde, ainda dominado por um modelo biomédico, essas visões tendem a ser reforçadas. objetivo compreender como estudantes da área da saúde percebem o TEA e de que forma essas percepções podem contribuir para a reprodução ou para o enfrentamento dos estigmas sociais sobre o autismo. Esta pesquisa qualitativa, de caráter exploratório, foi realizada com 29 estudantes de graduação de uma instituição pública de ensino superior (IES). Os dados foram coletados por meio de questionário online autoaplicável, elaborado via Google Forms, e analisados segundo a técnica de análise de conteúdo. Foram reveladas três categorias temáticas: (1) Formação acadêmica sobre o TEA; (2) Percepções e representações sobre pessoas com TEA; e (3) Propostas de inclusão e melhoria da formação. Os dados apontaram uma pluralidade de experiências e percepções ora atravessadas por estereótipos, ora por tentativas de superá-los. Estudantes que relataram experiências, seja por vivência própria, por relações próximas com pessoas com TEA ou por atividades de extensão universitária, demonstraram maior sensibilidade e criticidade, revelando a potência da convivência como ferramenta formativa. O enfrentamento dos estigmas exige mais do que informação técnica: requer deslocamento ético, práticas inclusivas e uma formação que reconheça a diferença como potência, e não como falta.pt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Medicina da Bahiapt_BR
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dc.type.degreeBachareladopt_BR
dc.publisher.courseTERAPIA OCUPACIONALpt_BR
Aparece nas coleções:Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) – Terapia Ocupacional (Faculdade de Medicina)

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Eveny Laura Silva da Rocha- TCC Gradução Terapia Ocupacional (2)-pdfa.pdf
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