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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/42695
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorSan Martin, Daniel Lordelo-
dc.date.accessioned2025-08-08T16:32:56Z-
dc.date.available2025-08-08T16:32:56Z-
dc.date.issued2025-07-29-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/42695-
dc.description.abstractIntroduction: Neuromyelitis Optica Spectrum Disorder (NMOSD) is an autoimmune inflammatory disease of the central nervous system, clinically characterized by relapses and remissions, causing functional disability. Relapse rates of 44-53% have been reported in patients with NMOSD receiving azathioprine (AZA) and 27-50% with mycophenolate mofetil (MMF). Predicting unsatisfactory response could assist to determine which patients are most likely to benefit from monoclonal antibody treatments from the outset. Objective: to define predictors of unsatisfactory response to azathioprine and mycophenolate mofetil in patients with NMOSD. Methodology: ambispective cohort study, patients treated at the neuroimmunology outpatient clinic in Salvador, Brazil and the Walton Centre, Liverpool, UK. AZA and MMF were used for at least six months in patients diagnosed with NMOSD. The main outcome is unsatisfactory response to therapy. Unsatisfactory responders were those that, despite using the medication for at least 4 months, presented one severe attack (characterized by EDSS ≥ 6 or an increase ≥ 0,5 if the patient already had EDSS ≥ 6 or if a severe visual impairment < 20/200 affects one eye or bilateral visual involvement) or two non-severe attacks in one year. Cox regression was used to identify predictors of unsatisfactory response to AZA and MMF. Results: 103 patients with NMOSD were included, median age 38 years, 83% female, 65% black ethnicity with 2.5 years (IQR 1.0–8.8) of follow-up. Unsatisfactory response to azathioprine or mycophenolate mofetil was observed in 42% of patients. A preceding severe attack was more common in unsatisfactory response (31.1% vs. 76.7%, p ≤ 0.001). In multivariable analysis, severe attack (RR 3.13; 95% CI 1.37-7.18, p = 0.007) or annualized relapse rate ≥ 1 (RR 4.84; 95% CI 2.01-11.65, p ≤ 0.001) were unsatisfactory response predictors to AZA and MMF. Interestingly, black patients with NMOSD had a lower risk of this outcome (RR 0.39, 95% CI 0.17-0.85, p = 0.019). Conclusion: Severe attack and a higher annualized relapse rate before commencing AZA or MMF were associated with unsatisfactory response to AZA and MMF. These findings may guide the prescription of higher efficacy drugs since outset in patients with elevated risk of worse outcomes.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectDoença do Espectro da Neuromielite Ópticapt_BR
dc.subjectFatores preditorespt_BR
dc.subjectAzatioprinapt_BR
dc.subjectMicofenolato de Mofetilapt_BR
dc.subject.otherNeuromyelitis Optica Spectrum Disorderpt_BR
dc.subject.otherPredictorspt_BR
dc.subject.otherAzathioprinept_BR
dc.subject.otherMycophenolate mofetilpt_BR
dc.titleFatores preditores de resposta a Azatioprina e Micofenolato de Mofetila em pacientes com a Doença do Espectro da Neuromielite Óptica: um estudo de coorte multicêntricopt_BR
dc.title.alternativePredictors of azathioprine and mycophenolate mofetil response in patients with neuromyelitis optica spectrum disorder: a multicenter cohort studypt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.publisher.programPós-Graduação em Ciências da Saúde (POS_CIENCIAS_SAUDE) pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDEpt_BR
dc.contributor.advisor1Oliveira Filho, Jamary-
dc.contributor.referee1Oliveira Filho, Jamary-
dc.contributor.referee2Jesus, Pedro Antônio Pereira de-
dc.contributor.referee3Santos, André Luiz Muniz Alves dos-
dc.contributor.referee4Cardoso, Eduardo Souza-
dc.contributor.referee5Pereira, Samira Luísa Apóstolos-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9470205479841514pt_BR
dc.description.resumoIntrodução: Doença do Espectro da Neuromielite Óptica (DENMO) é uma doença autoimune do sistema nervoso central, caracterizado clinicamente por surtos e remissões, acarretando incapacidade funcional. Taxas de recidiva de 44%-53% foram relatadas em pacientes com DENMO sob uso da Azatioprina (AZA) e 27-50% sob micofenolato mofetila (MMF). A predição de resposta insatisfatória pode ajudar a determinar quais pacientes têm maior probabilidade de se beneficiar dos tratamentos com anticorpos monoclonais desde o início. Objetivo: definir fatores preditores de resposta insatisfatória a AZA e MMF em paciente com DENMO. Material e métodos: estudo de coorte ambispectivo, pacientes advindos do ambulatório de neuroimunologia de Salvador, Brasil e do Walton Centre, Reino Unido. A AZA e MMF foram utilizadas por no mínimo seis meses em pacientes com diagnóstico de DENMO. O desfecho principal é resposta insatisfatória à terapia, caracterizada por aqueles que, no mínimo após 4 meses de uso do medicamento, apresentarem um surto grave (caracterizado por EDSS ≥ 6 ou um aumento ≥ 0,5 se o paciente já tiver EDSS ≥ 6 ou se apresentar déficit visual grave com acuidade visual < 20/200 em um olho ou acometimento bilateral) ou dois surtos não-graves em um ano. A análise de regressão de Cox foi utilizada para identificar fatores preditores desta resposta. Resultados: Foram incluídos 103 pacientes com DENMO, idade média de 38 anos, 83% do sexo feminino e 65% da etnia negra, com mediana de 2,5 anos de seguimento. Resposta insatisfatória a AZA ou MMF foi observada em 42% dos pacientes. Na análise multivariável, surto grave (RR 3,13; IC 95% 1,37-7,18, p = 0,007) ou taxa de surto anualizada ≥ 1 antes do início da terapia (RR 4,84; IC 95% 2,01- 11,65, p ≤ 0,001) foram fatores preditores de resposta insatisfatória. Os pacientes negros com DENMO tiveram um risco menor de resposta insatisfatória (RR 0,39, IC 95% 0,17-0,85, p = 0,019). Conclusão: surto grave e maior taxa de surto anualizada antes do início da AZA ou MMF foram associados com uma resposta insatisfatória a essas terapias. Esses achados podem auxiliar na definição precoce de terapias mais eficazes em pacientes com perfil de maior risco.pt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Medicina da Bahiapt_BR
dc.type.degreeDoutoradopt_BR
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