| Campo DC | Valor | Idioma |
| dc.creator | Ribeiro, Jucélia Santos Bispo | - |
| dc.date.accessioned | 2025-07-31T16:45:02Z | - |
| dc.date.available | 2025-07-29 | - |
| dc.date.available | 2025-07-31T16:45:02Z | - |
| dc.date.issued | 2024-12-06 | - |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufba.br/handle/ri/42650 | - |
| dc.description.abstract | This thesis is an ethnography of black children who live in a territory of black women's
activism in Salvador. The aim of the research is to analyze the process of becoming an activist
in the context of the children's experiences and perceptions of ethnic-racial relations,
intersected by gender, class, and religion. The thesis argues that, when black children have
their racial identity as positive, they affirm their “blackness”, learn and teach how to combat
other forms of violence that are also intersected. These children become little activists and are
called “child educators,” in the terms used by the group of women who welcome them into
political-pedagogical projects, based on the methodologies of popular art and education in
Afro-centered perspectives. The research was conducted in the Alto das Pombas
neighborhood, a community with characteristics of black peripherality, located near the center
of city of Salvador, Bahia. The study took as references some anthropological and educational
approaches to race relations, personhood, agency, and activism of black women, and black
feminism. The ethnography included direct field observations, informal conversations with
groups of children and women, interviews with the children's family members, and interactive
methodologies, such as drawings, paintings, and games, made by the children spontaneously
and sometimes oriented. The results showed that black children who actively live in territories
of black resistance are aware of the conflicts and tensions involving racial relations and other
social markers which intersect these relations. And the activism they experience in daily life
makes these children subjects with a different attitude as they live, in a playful and playful
way, the ongoing and long-lasting processes of becoming activists from an early age. | pt_BR |
| dc.description.sponsorship | Capes | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal da Bahia | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Crianças | pt_BR |
| dc.subject | Relações raciais | pt_BR |
| dc.subject | Mulheres negras | pt_BR |
| dc.subject | Ativismo | pt_BR |
| dc.subject | Alto das Pombas | pt_BR |
| dc.subject.other | Children | pt_BR |
| dc.subject.other | Racial relations | pt_BR |
| dc.subject.other | Black women | pt_BR |
| dc.subject.other | Activism | pt_BR |
| dc.subject.other | Alto das Pombas | pt_BR |
| dc.title | Tornando-se ativistas, "grumap educadoras": uma etnografia sobre relações raciais, gênero e classe no dia a dia com crianças e mulheres negras no território do Alto das Pombas, em Salvador, Bahia | pt_BR |
| dc.title.alternative | Becoming activists, “grumap educators”: an ethnography on race, gender and class relations in the daily lives of children and women in the Alto das Pombas territory, in Salvador, Bahia | pt_BR |
| dc.title.alternative | Devenir activistes, “éducateurs Grumap” : une ethnographie des relations raciales, de genre et de classe dans la vie quotidienne des enfants et des femmes du territoire d'Alto das Pombas, à Salvador de Bahia | pt_BR |
| dc.type | Tese | pt_BR |
| dc.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Antropologia (PPGA) | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFBA | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS HUMANAS | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | McCallum, Cecilia Anne | - |
| dc.contributor.advisor1ID | https://orcid.org/0000-0003-1927-7774 | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/5387260517180416 | pt_BR |
| dc.contributor.referee1 | Mccallum, Cecilia Anne | - |
| dc.contributor.referee1ID | https://orcid.org/0000-0003-1927-7774 | pt_BR |
| dc.contributor.referee1Lattes | http://lattes.cnpq.br/5387260517180416 | pt_BR |
| dc.contributor.referee2 | Munanga, Kabengele | - |
| dc.contributor.referee2Lattes | http://lattes.cnpq.br/7127393102182978 | pt_BR |
| dc.contributor.referee3 | Silva, Ana Célia da | - |
| dc.contributor.referee3Lattes | http://lattes.cnpq.br/7501565836028985 | pt_BR |
| dc.contributor.referee4 | Soares, Maria Andrea dos Santos | - |
| dc.contributor.referee4Lattes | http://lattes.cnpq.br/1221109091620338 | pt_BR |
| dc.contributor.referee5 | Franco, Nanci Helena Rebouças | - |
| dc.contributor.referee5Lattes | http://lattes.cnpq.br/6668613131852037 | pt_BR |
| dc.creator.ID | https://orcid.org/0000-0003-0905-3451 | pt_BR |
| dc.creator.Lattes | https://lattes.cnpq.br/3794177651776486 | pt_BR |
| dc.description.resumo | Esta tese é uma etnografia com crianças negras que convivem em território de ativismo de
mulheres negras em Salvador. A pesquisa analisa o processo de se tornar ativista no contexto
das experiências e das percepções das crianças sobre as relações étnico-raciais,
interseccionalizadas por gênero, classe e religião. A tese defende que, crianças negras, ao terem
sua identidade racial positivada, afirmam sua “negritude” e aprendem e ensinam a combater
outras violências que estão interseccionadas. Essas crianças vão se tornando pequenas ativistas
e passam a ser chamadas de “crianças educadoras”, nos termos postos pelo grupo de mulheres
que as acolhe em projetos político-pedagógicos baseados nas metodologias da arte e educação
popular e nas perspectivas afro centradas. A pesquisa foi realizada no bairro do Alto das
Pombas, uma comunidade com características de periferia negra, localizada nas proximidades
do centro de Salvador, na Bahia. O estudo tomou como referências algumas abordagens
antropológicas e em Educação sobre relações raciais, pessoalidade, agência e ativismo de
mulheres negras e feminismo negro. A etnografia contou com observações diretas em campo,
conversas informais com grupos de crianças e de mulheres, entrevistas com familiares das
crianças, além de metodologias interativas, como a realização de desenhos, pinturas e jogos
feitos pelas crianças de forma espontânea e outras vezes dirigidos pela pesquisadora. Os
resultados apontaram que as crianças negras que convivem ativamente nos territórios de
resistência negra, estão atentas aos conflitos e tensões que envolvem as relações raciais e os
demais marcadores sociais que se interseccionam com essas relações. E o ativismo
experimentado por elas faz dessas crianças sujeitos com postura diferenciada ao vivenciarem,
de forma lúdica e brincante, os processos continuados e longevos de se fazerem ativistas desde
cedo. | pt_BR |
| dc.publisher.department | Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FFCH) | pt_BR |
| dc.type.degree | Doutorado | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Tese (PPGA)
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