| Campo DC | Valor | Idioma |
| dc.creator | Có, João Paulo Santim | - |
| dc.date.accessioned | 2025-07-31T16:38:35Z | - |
| dc.date.available | 2025-07-26 | - |
| dc.date.available | 2025-07-31T16:38:35Z | - |
| dc.date.issued | 2024-12-03 | - |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufba.br/handle/ri/42648 | - |
| dc.description.abstract | This dissertation focuses on the institutionalization of the environmental debate in the
history of Guinea-Bissau's formation and its development policies, with an emphasis on the
idea of sustainable development. It aims to analyze the development process of Guinea-Bissau,
especially the socioeconomic development policy implemented by the government after the
independence in 1973 and the policy to encourage cashew production in 1980. Both, through
government policies, are at the root of problems of environmental degradation. The environmental
problem in Guinea-Bissau is a subject of recent debate, especially with the awareness of civil
society in the 1990s, which culminated in the emergence of some NGOs and other organizations
that propose the urgence for environmental preservation and conservation in the country. After
independence in 1973, the State of Guinea-Bissau was proclaimed as the legitimate owner of all
lands and rules. Customs and methods of preserving and conserving the natural environment of
local communities were replaced by state laws, which led to the devaluation, disrespect and
weakening of traditional power. With population growth coupled with economic interests, the State
of Guinea-Bissau was unable to ensure several problems that were safeguarded by traditional
consecration. The State has often created these problems through its government policies. Cashew,
for example, has become a major economic asset, and as a result, each local community wants to
have its own spaces (orchards) for cashew plantations. As a result, protected areas were created,
decreed by the State itself. These areas are prohibited from being occupied by traditional powers,
but can be destroyed so that the country can grow economically. Under this tension, there is a large
flow of occupation, sales and purchases of land within protected areas, promoted both by the first
inhabitants, before the formal creation of the place as a protected area, and by the State. Therefore,
the influence of the policy of encouraging cashew cultivation, together with the historical context
of economic projects and government development policies, are sources of several conflicts that
did not exist in the past. The National Park of Cufadas Lake is one of them. NGOs act both as
mediators and as promoters of conflicts, creating clashes between international, national and
traditional forces. | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Guiné-Bissau | pt_BR |
| dc.subject | Política de desenvolvimento socioeconômico | pt_BR |
| dc.subject | Política de incentivo a produção de cultivo de caju | pt_BR |
| dc.subject.other | Guinea-Bissau | pt_BR |
| dc.subject.other | Socio-economic development policy | pt_BR |
| dc.subject.other | Policy to encourage cashew crop production | pt_BR |
| dc.title | O desenvolvimento na Guiné-Bissau e os problemas ambientais: contexto e atuação local no caso do Parque Natural das Lagoas de Cufada | pt_BR |
| dc.title.alternative | Development in Guinea-Bissau and environmental issues: context and local action in the case of the Lagoas de Cufada Natural Park | pt_BR |
| dc.type | Dissertação | pt_BR |
| dc.publisher.program | Programa de Pós-graduação em Ciências Sociais (PPGCS) | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFBA | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS HUMANAS | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | Vargas, Felipe | - |
| dc.contributor.referee1 | Vargas, Felipe | - |
| dc.contributor.referee2 | Cardel, Lídia Maria Pires Soares | - |
| dc.contributor.referee3 | Camana, Ângela | - |
| dc.creator.Lattes | http://lattes.cnpq.br/0969249243016384 | pt_BR |
| dc.description.resumo | O presente trabalho de dissertação tem como objeto de estudo o contexto de
institucionalização do debate ambiental na história de formação da Guiné-Bissau e suas
políticas de desenvolvimento, com recorte na ideia de desenvolvimento sustentável.
Objetiva analisar o processo de desenvolvimento da Guiné-Bissau, sobretudo a política
de desenvolvimento socioeconômico executada pelo governo após a independência em
1973 e a política de incentivo a produção de cultivo de caju em 1980. Ambos, por meio
de políticas governamentais, estão na base de problemas de degradações ambientais. A
problemática ambiental na Guiné-Bissau é um objeto de debate recente, sobretudo com
a tomada de consciência da sociedade civil na década de noventa, que culminou com
surgimento de algumas ONGs e outros organismos que propõem a necessidade de
preservação e conservação ambientais no país. Após a independência em 1973, o Estado
da Guiné-Bissau foi proclamado como proprietário legítimo de todas as terras e as
regras. Costumes e modos de preservação e conservação do ambiente natural das
comunidades locais foram substituídos pelas leis do Estado, o que levou a
desvalorização, o desrespeito e o enfraquecimento do poder tradicional. Com
crescimento da população junto com interesses econômicos, o Estado da Guiné-Bissau
não conseguiu assegurar diversos problemas que eram salvaguardados pela consagração
tradicional. Muitas vezes, o Estado criou estes problemas junto a suas políticas
governamentais. O caju, por exemplo, se tornou um principal bem econômico e, com
isso, cada comunidade local quer ter seus próprios espaços (pomares) para plantação de
caju. Dessa forma, foram criadas áreas protegidas, decretadas pelo próprio Estado. Estas
áreas tem ocupação interditada ao poder tradicional, mas podem ser destruídas para que
o país possa crescer economicamente. Sob esta tensão, há grande fluxo de ocupação,
vendas e compras de terras dentro das áreas protegidas, promovidos tanto pelos
primeiros habitantes, antes da criação formal do lugar como parque, como pelo Estado.
Portanto, a influência da política de incentivo à produção de cultivo de caju dentro do
contexto histórico de outros projetos econômicos e políticas governamentais de
desenvolvimento são fontes de diversos conflitos que não existiam no passado. O
Parque Nacional das Lagoas de Cufada é um deles. ONGs atuam tanto como
mediadoras quanto como promotoras de conflitos, instaurando choques entre forças
internacionais, nacionais e tradicionais. | pt_BR |
| dc.publisher.department | Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FFCH) | pt_BR |
| dc.type.degree | Mestrado Acadêmico | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Dissertação (PPGCS)
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