| Campo DC | Valor | Idioma |
| dc.creator | Matos, Daiana de Andrade | - |
| dc.date.accessioned | 2025-07-23T13:19:01Z | - |
| dc.date.available | 2025-07-23T13:19:01Z | - |
| dc.date.issued | 2025-06-11 | - |
| dc.identifier.citation | MATOS, Daiana de Andrade. A bacia hidrográfica vivida: sujeitos e experiencias na bacia do rio Una, Bahia. 2025. 239 f. Tese (Doutorado em Geografia) - Instituto de Geociências, Universidade Federal da Bahia, Salvador (Bahia), 2025. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufba.br/handle/ri/42570 | - |
| dc.description.abstract | This thesis proposes an investigation of the Una River Basin, located in Bahia, through the lived
experiences of the people who inhabit it, aiming to understand how these situated experiences
contribute to the construction of the concept of a lived basin. To achieve this goal, a fieldwork
methodology was developed to reveal the experiential dimension of the hydrographic basin.This is a
qualitative research grounded in phenomenology as its methodological approach. It investigates,
describes, and interprets how the experience of place influences the construction of the concept in
question. The methodological path was organized into six interconnected stages: construction of the
theoretical framework, data collection, fieldwork, systematization of information, writing, and evaluation
of results.One of the chapters presents fieldwork as an encounter between the researcher, subjects,
places, and landscapes. The proposed methodology emphasizes attentive, ethical, and sensitive
listening, enabling an understanding of the basin through its everyday lived experiences. In another
chapter, we traverse the Una River Basin guided by the narratives of its inhabitants. This journey
involved the participation of 180 people — both adults and children — whose contributions reveal the
presence of geographicity in the naming of landforms, meteorological observations, the reading of water
pathways, the organization of crops, and the collective memory of places. This process culminated in
the development of a glossary of the lived basin — a translational effort to highlight the unique ways of
explaining the lived world.In the final section, the focus shifts to children. Their words, drawings, and
gestures reveal powerful ways of understanding space, especially rivers, which are portrayed as living
characters in their stories. These expressions illustrate the strength of a geographic knowledge
constructed through movement, attentive observation, and the freedom to imagine.In summary, the lived
hydrographic basin is not limited to a physical delineation or an isolated element of nature. It is a web
of experiences where everything is connected: rivers, winds, plants, soils, animals, people, memories,
and meanings. The Lived Basin, by gathering multiple voices and worldviews, can enrich environmental
analyses and strengthen decision-making processes. In this context, scientific knowledge can offer both
support and scale to this lived wisdom, broadening the ways in which we read and interpret the world.
Recognizing the basin as lived reaffirms that geographic knowledge is not confined to technique or
concept: it is rooted in experience, in the body that inhabits, in the attentive listening to place, and in the
ability to assign meaning to landscapes. | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal da Bahia | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Bacia hidrográfica | pt_BR |
| dc.subject | Bacia vivida | pt_BR |
| dc.subject | Geograficidade | pt_BR |
| dc.subject | Experiência | pt_BR |
| dc.subject | Lugar | pt_BR |
| dc.subject | Paisagem | pt_BR |
| dc.subject.other | Watershed | pt_BR |
| dc.subject.other | Lived basin | pt_BR |
| dc.subject.other | Geographicity | pt_BR |
| dc.subject.other | Experience | pt_BR |
| dc.subject.other | Place | pt_BR |
| dc.subject.other | Landscape | pt_BR |
| dc.title | A bacia hidrográfica vivida: sujeitos e experiências na bacia do Rio Una, Bahia. | pt_BR |
| dc.title.alternative | The lived watershed: subjects and experiences in the Rio Una Basin, Bahia. | pt_BR |
| dc.type | Tese | pt_BR |
| dc.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Geografia (POSGEO) | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFBA | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS HUMANAS | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::GEOGRAFIA | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | Tomasoni, Marco Antonio | - |
| dc.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/5405228557469569 | pt_BR |
| dc.contributor.referee1 | Tomasoni, Marco Antonio | - |
| dc.contributor.referee1Lattes | http://lattes.cnpq.br/5405228557469569 | pt_BR |
| dc.contributor.referee2 | Serpa, Angelo Szaniecki Perret | - |
| dc.contributor.referee2ID | https://orcid.org/0000-0003-4071-6276 | pt_BR |
| dc.contributor.referee2Lattes | http://lattes.cnpq.br/3802687148526312 | pt_BR |
| dc.contributor.referee3 | Dias, Juliana Maddalena Trifilio | - |
| dc.contributor.referee3ID | https://orcid.org/0000-0002-8941-903X | pt_BR |
| dc.contributor.referee3Lattes | http://lattes.cnpq.br/7794215208644937 | pt_BR |
| dc.contributor.referee4 | Risso, Luciene Cristina | - |
| dc.contributor.referee4ID | https://orcid.org/0000-0001-6238-356X | pt_BR |
| dc.contributor.referee4Lattes | http://lattes.cnpq.br/1644614435495857 | pt_BR |
| dc.contributor.referee5 | Souza , Hanilton Ribeiro de | - |
| dc.contributor.referee5ID | https://orcid.org/0000-0002-4461-6873 | pt_BR |
| dc.contributor.referee5Lattes | http://lattes.cnpq.br/6516389047557790 | pt_BR |
| dc.creator.ID | https://orcid.org/0000-0002-2189-4512 | pt_BR |
| dc.creator.Lattes | http://lattes.cnpq.br/4190963094151174 | pt_BR |
| dc.description.resumo | Esta tese propõe investigar a Bacia do Rio Una, na Bahia, a partir das experiências dos sujeitos que
nela habitam, buscando compreender de que maneira essas vivências situadas contribuem para a
construção do conceito de bacia vivida. Para tanto, desenvolve-se uma metodologia de trabalho de
campo voltada a revelar a dimensão experiencial da bacia hidrográfica. A pesquisa, de caráter
qualitativo e fundamentada na fenomenologia como método, investiga, descreve e interpreta como a
experiência de lugar influencia a construção dessa noção. O percurso metodológico foi organizado em
seis etapas articuladas: construção do referencial teórico, levantamento de dados, trabalho de campo,
sistematização das informações, escrita e avaliação dos resultados. Em um dos capítulos, o trabalho
de campo é apresentado como um encontro entre pesquisadora, sujeitos, lugares e paisagens. A
metodologia construída propõe uma escuta atenta, ética e sensível, capaz de apreender a bacia em
sua vivência cotidiana. Em outro momento, percorremos a Bacia do Rio Una guiados pelas narrativas
dos sujeitos. Nessa travessia, participaram 180 pessoas- entre adultos e crianças-, cujas contribuições
evidenciam a geograficidade presente nas formas de nomear o relevo, nas observações
meteorológicas, na leitura dos caminhos da água, na organização das lavouras e na memória coletiva
sobre os lugares. Esse movimento culmina na elaboração de um glossário da bacia vivida: um esforço
de tradução que busca evidenciar os modos próprios de explicar o mundo vivido. Ao final, a escuta se
volta às crianças. Suas falas, desenhos e gestos revelam formas potentes de compreender o espaço,
especialmente os rios, tratados como personagens vivos de suas histórias, e ilustram a força de um
saber geográfico que se constrói com o corpo em movimento, com o olhar atento e com a liberdade de
imaginar. Em síntese, a bacia hidrográfica vivida não se reduz a um recorte físico ou a um elemento
isolado da natureza. Ela é um emaranhado de experiências, onde tudo está conectado: rios, ventos,
plantas, solos, animais, pessoas, memórias e sentidos. A Bacia Vivida ao reunir múltiplas vozes e
modos de ver o mundo, pode enriquecer as análises ambientais e fortalecer os processos decisórios.
O conhecimento científico, nesse contexto, oferece o amparo e a medida para esse saber vivido,
ampliando os modos de ler o mundo. Reconhecer a bacia como vivida é reafirmar que o conhecimento
geográfico não se limita à técnica ou ao conceito: ele se funda na experiência, no corpo que habita, na
escuta do lugar e na capacidade de atribuir sentidos às paisagens. | pt_BR |
| dc.publisher.department | Instituto de Geociências | pt_BR |
| dc.type.degree | Doutorado | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Tese (POSGEO)
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