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Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/42447
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorSilva, Milena Paixão-
dc.date.accessioned2025-07-07T00:49:53Z-
dc.date.available2025-07-07T00:49:53Z-
dc.date.issued2023-12-19-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/42447-
dc.description.abstractIn spite of the operationalizations of silencing exercised by the strategies of maintenance of hegemonic power, unsubmissive literary voices seem to imbricate meanings of resistance to the writing they conceive, breaking imposed domains to which the invisibility of their bodies-texts are conducted. Infrequently, studies of literary criticism demonstrate to understand writing as a weapon or instrument of resistance. This work, however, investigates writing as a gesture, an act in itself of resisting, concatenated to ways of living. In this sense, analyses of biographical and written data of the vast production of the writer and intellectual Carolina Maria de Jesus are carried out in the search to try to understand how modes of resistance, surrounded by the reaches, limits and paradoxes of this black woman, are concatenated with her literary writing. To this purpose, it reflects on the birth of her writing (JESUS, 2015), as well as on the aesthetic and discursive choices of Carolina Maria de Jesus as subject[a] étinic[a] of the discourse (CUTI, 2010), that move between the refined vocabulary and the pretuguês (GONZALEZ, 2020). Seeking to understand what would be the perspectives and meanings of resistance performed in writing, the discussions dialogue with the conceptions of quilombo, as an institution of resistance (NASCIMENTO, 2006) and Quilombism, as an ideology of resistance (NASCIMENTO, 1985). Following these paths, guided by the writings of Carolina Maria de Jesus, as a kind of cartography, fosters the construction of the concept of resistance writing. A subversive diction that is outlined in the tessitura and writing of the literary text, projecting not only combative perspectives; that, articulating aesthetic and ethical aspects, translates in a powerful way rationality, disobedience and the claim of rights, among them that of writing; and which, undertaken above all by female diasporic bodies, makes us think of writing as the materiality of resistant existences.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectCarolina Maria de Jesuspt_BR
dc.subjectLiteratura Negrapt_BR
dc.subjectEscrita de Resistênciapt_BR
dc.subjectLiteratura brasileira - Escritoras negraspt_BR
dc.subjectLiteratura brasileira - Escritoras negras - História e críticapt_BR
dc.subjectJesus, Carolina Maria de, 1914-1977 - Crítica e interpretaçãopt_BR
dc.subjectJesus, Carolina Maria de, 1914-1977 - Estilo literáriopt_BR
dc.subjectJesus, Carolina Maria de, 1914-1977 - Autoriapt_BR
dc.subjectResistência na artept_BR
dc.subject.otherCarolina Maria de Jesuspt_BR
dc.subject.otherBlack Literaturept_BR
dc.subject.otherResistance Writingpt_BR
dc.titleEscreve, Carolina! Resiste, Carolina! Tessituras da escrita de resistênciapt_BR
dc.title.alternativeWrite, Carolina! Resist, Carolina! Compositions of writing resistancept_BR
dc.typeTesept_BR
dc.publisher.programPós-Graduação em Literatura e Cultura (PPGLITCULT) pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTESpt_BR
dc.contributor.advisor1Costa, Suzane Lima-
dc.contributor.referee1Barbosa, Lícia Maria de Lima-
dc.contributor.referee2Costa, Suzane Lima-
dc.contributor.referee3Ferreira, Amanda Crispim-
dc.contributor.referee4França, Denise Carrascosa-
dc.contributor.referee5Santos, Alvanita Almeida-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2396108076017286pt_BR
dc.description.resumoÀ revelia das operacionalizações do silenciamento exercidas pelas estratégias de manutenção do poder hegemônico, insubmissas vozes literárias têm imbricado sentidos de resistência à escrita que concebem, rompendo domínios impostos para os quais a invisibilidade dos seus corpos-textos é conduzida. Não raro, estudos de crítica literária, demonstram entender a escrita como arma ou instrumento de resistência. Este trabalho, contudo, investiga a escrita enquanto gesto, ato em si do resistir, concatenado a modos do viver. Nesse sentido, análises de dados biográficos e escritos da vasta produção da escritora e intelectual Carolina Maria de Jesus são realizadas na busca por tentar compreender como modos de resistência, circundados pelos alcances, limites e paradoxos dessa mulher negra, concatenam-se com sua escrita literária. Para tanto, reflete-se sobre o nascedouro de sua escrita (JESUS, 2015), assim como sobre as escolhas estéticas e discursivas de Carolina Maria de Jesus enquanto sujeit[a] étnic[a] do discurso (CUTI, 2010), que transitam entre o rebuscamento vocabular e o pretuguês (GONZALEZ, 2020). Buscando entender quais seriam as perspectivas e os sentidos de resistência performados na escrita, as discussões dialogam com as concepções de quilombo, enquanto instituição de resistência (NASCIMENTO, 2006) e do Quilombismo, enquanto ideologia de resistência (NASCIMENTO, 1985). Percorrer esses caminhos, conduzidos por escritos de Carolina Maria de Jesus, como uma espécie de cartografia, fomenta a construção do conceito de escrita de resistência. Uma subversiva dicção que se delineia na tessitura e na escrita do texto literário, projetando não apenas perspectivas combativas; que, articulando aspectos estéticos e éticos, traduz de forma pujante a racionalidade, a desobediência e a reivindicação de direitos, dentre eles o de escrever; e que, empreendida sobretudo por corpos diaspóricos femininos, nos faz pensar a escrita como materialidade de existências resistentes.pt_BR
dc.publisher.departmentEDUFBApt_BR
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dc.type.degreeDoutoradopt_BR
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