Skip navigation
Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/42420
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorSobrinho, Edson César de Sousa-
dc.date.accessioned2025-07-03T02:31:09Z-
dc.date.available2025-06-16-
dc.date.available2025-07-03T02:31:09Z-
dc.date.issued2024-03-22-
dc.identifier.citationABNTpt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/42420-
dc.description.abstractCette recherche a réalisé l’édition interprétative de l’autobiographie (écrite en deux parties) du médecin et traducteur bahianais Dr. Caetano Lopes de Moura à travers les témoignages recueillis, à savoir la première partie de 1852, avec 59 feuilles manuscrites et deux éditions imprimées, une intégrale de 1902 et une avec la deuxième partie de 1912. Caetano Lopes de Moura était un homme noir, natural da Bahia, né libre à Salvador en 1780, et nous raconte quelques expériences de sa vie dans une correspondance manuscrite à Paris à la demande de D. Pedro II, datée et envoyée au Brésil en 1852. Ainsi, avec l’attitude d’un intellectuel discret qui a assisté à de grandes transformations en Europe et dans le monde au XIXe siècle, il raconte en général une partie de son enfance à Salvador à Bahia, son départ vers l’Europe avec le rêve d’étudier la médecine, sa vie d’étudiant, quelques pertes et troubles de la vie, le service comme médecin dans l’armée de Napoléon Bonaparte pendant environ six ans et le désir perpétuel de retourner dans son pays natal. Il s’agit également d’un récit autobiographique important d’un point de vue encore rare, celui des Noirs au XIXe siècle, compte tenu des difficultés qu’ils ont traversées précisément au siècle de la plus grande intensification du régime colonial en transition vers l’impérialisme. Cependant, en plus de son autobiographie, au moins 35 de ses œuvres ont été identifiées : au moins 23 traductions, 4 éditions incluant la première édition brésilienne d’Os Lusíadas de Camões (1847), et Os cancioneiros de D. Diniz (1847), et 8 œuvres directement comme auteur, en plus de l’autobiographie. Par conséquent, face aux témoignages cités ci-dessus, on a choisi l’édition imprimée de 1902, le seul témoignage intégral parmi ceux recueillis, comme texte de base pour la production de cette édition interprétative. De cette façon, il a été suivi par l’identification et la collecte des témoignages, la transcription, le collage, et enfin la modernisation graphique du texte et la bonne annotation des disjonctions entre les témoignages, les interventions de l’éditeur et les notes explicatives. Et en plus de réaliser cette édition, nous avons cherché à analyser dans quels contextes l'œuvre de Caetano Lopes de Moura apparaît pertinente, compte tenu de ses traductions de romans historiques qui ont servi de modèle et d'exemple à la prose romantique brésilienne, encore à ses balbutiements, notamment celui de José de Alencar. Et enfin, on a cherché à analyser certains contextes de réception de son œuvre, circulation, réédition et influence, mais sans perdre de l’horizon les questions relatives à sa "couleur particulière" les questions raciales qui surgissent à la fois des scènes et des situations de racisme qu’il raconte et de la réception de son œuvre, par quelque critique, en gros, partielle, superficielle dans de nombreux cas au-delà des stéréotypé historiquement.pt_BR
dc.description.sponsorshipCAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Restrito/Embargadopt_BR
dc.subjectFilologiapt_BR
dc.subjectEdição Interpretativapt_BR
dc.subjectCaetano Lopes de Mourapt_BR
dc.subjectAutobiografiapt_BR
dc.subjectTraduçãopt_BR
dc.subject.otherPhilologiept_BR
dc.subject.otherÉdition interprétativept_BR
dc.subject.otherCaetano Lopes de Mourapt_BR
dc.subject.otherAutobiographiept_BR
dc.subject.otherTraductionpt_BR
dc.titleAutobiografia do Dr. Caetano Lopes de Moura: [Homem negro], natural da Bahia, tradutor de Sir Walter Ccott. Cirurgião no exército de Napoleão Bonaparte. Seguido de ensaios críticospt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.publisher.programAcervo Histórico Docente pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::LITERATURA COMPARADApt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LINGUISTICA::LINGUISTICA HISTORICApt_BR
dc.contributor.advisor1Souza, Arivaldo Sacramento de-
dc.contributor.referee1Souza, Arivaldo Sacramento de-
dc.contributor.referee2Silva, Ana Rita Santiago da-
dc.contributor.referee3Pereira, Ana Carolina Barbosa-
dc.contributor.referee4Duarte, Rosines de Jesus-
dc.contributor.referee5Souza, Debora De-
dc.creator.IDhttps://orcid.org/0000-0002-1817-5824pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2789678867793676pt_BR
dc.description.resumoEsta pesquisa realizou a edição interpretativa da autobiografia (escrita em duas partes) do médico e tradutor baiano Dr. Caetano Lopes de Moura por meio dos testemunhos coletados, a saber: a primeira parte de 1852, com 59 folhas manuscritas e mais duas edições impressas, uma integral de 1902 e outra com a segunda parte de 1912. Caetano Lopes de Moura foi um homem negro, natural da Bahia, nascido livre em Salvador no ano de 1780, e nos relata algumas experiências da sua vida em uma correspondência manuscrita em Paris a pedido de D. Pedro II, datada e enviada ao Brasil em 1852. Assim, com a postura de um intelectual discreto que assistiu a grandes transformações na Europa e no mundo no século XIX, narra de modo geral parte de sua infância em Salvador na Bahia, a sua partida em direção à Europa com o sonho de estudar medicina, a sua vida como estudante, algumas perdas e conturbações da vida, o serviço como médico no exército de Napoleão Bonaparte por mais ou menos seis anos e o desejo perpetuo em retornar à pátria. É também um importante relato autobiográfico sob um ponto de vista ainda escasso, o de pessoas negras no século XIX, haja vista a dificuldade por que passavam justamente no século de maior intensificação do domínio colonial em transição para o imperialismo. Contudo, além da sua autobiografia, foram identificadas ao menos 35 obras de sua autoria: ao menos 23 traduções, 4 edições incluindo a primeira edição brasileira de Os Lusíadas de Camões (1847), e Os cancioneiros de D. Diniz (1847), e mais 8 obras diretamente como autor, além da autobiografia. Portanto, diante dos testemunhos citados acima, elegeu-se a edição impressa, de 1902, o único testemunho integral entre os coletados, como o texto base para a produção desta edição interpretativa. De tal modo, seguiu-se a identificação e coleta dos testemunhos; a transcrição; a colação; e finalmente a modernização gráfica do texto e com a devida anotação das disjunções entre os testemunhos, das intervenções do editor e as notas explicativas. E para além da realização desta edição, buscou-se analisar em quais contextos a obra de Caetano Lopes de Moura se afigura relevante, tendo em vista as suas traduções de romances históricos que serviram de modelo e exemplo à prosa romântica nacional, ainda em gérmen, sobretudo a de José de Alencar. E finalmente, buscou-se ainda analisar alguns contextos de recepção da sua obra, circulação, reedição e influência, mas sem perder do horizonte as questões relativas à sua “cor particular”, as questões raciais que emergem tanto das cenas e situações de racismo que narra quanto da recepção de sua obra, através de alguma crítica, grosso modo, parcial, superficial em muitos casos e estereotipada historicamente.pt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Letraspt_BR
dc.type.degreeDoutoradopt_BR
Aparece nas coleções:Tese (PPGLL)

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
Tese. Edson César. Autobiografia de Caetano Lopes de Moura.pdf6,39 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir
Mostrar registro simples do item Visualizar estatísticas


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.