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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/42408
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorAraújo, Bruno Emanuel Nascimento de-
dc.date.accessioned2025-07-03T01:42:50Z-
dc.date.available2025-07-03T01:42:50Z-
dc.date.issued2014-05-09-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/42408-
dc.description.abstractBased on critical texts of the Angolan writer Manuel Rui, exposed in a lot of Literature Congresses in Brazil and Portugal, this paper analyzes the description of the aesthetic political project desescrita. This project punctuated by the writer in question consists in another way of writing the Angolan text, overcoming the colonial influence . The desescrita composed by Manuel Rui is permeated by ideas of subjective reconstitutions, beyond political and epistemological positions in relation between text , reader and writer, discussing the use of writing in Portuguese Language in the Angolan Literary context and its commitment to new ways of saying that make legitimate the appropriation. It is one strategy among many African rewriting forms inside their conflicts, considering various demands that change and reform every time. The discussion of this literary project shows that there are symptoms left by colonization and reorganized in the post-colonization, determinated by neocolonial methods that need to be refuted. The writer in question is a producer of many literary texts, including poetry , novels , songs , and hymns in honor of Angolan nation and education, all permeated by several orders and claims are becoming relevant actions to date, however their critical texts stand out by demonstrating the construction of an Angolan writer established in anticolonial movements and that propose the extension of these movements to the reader.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectTextos críticospt_BR
dc.subjectManuel Ruipt_BR
dc.subjectEscritapt_BR
dc.subjectDesescritapt_BR
dc.subjectLíngua-Literatura Angolanapt_BR
dc.subjectProjeto estético-políticopt_BR
dc.subjectEscritores angolanospt_BR
dc.subject.otherCritical Textspt_BR
dc.subject.otherManuel Ruipt_BR
dc.subject.otherWritingpt_BR
dc.subject.otherDesescritapt_BR
dc.subject.otherLanguage-Literaturept_BR
dc.subject.otherAesthetic-political projectpt_BR
dc.titleA desescrita é uma saúde: língua, literatura e o escritor angolano por Manuel Ruipt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.programPós-Graduação em Literatura e Cultura (PPGLITCULT) pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTESpt_BR
dc.contributor.advisor1Ribeiro, Maria de Fátima Maia-
dc.contributor.referee1Ribeira, Maria de Fátima Maia-
dc.contributor.referee2Magalhães, Carlos Augusto-
dc.contributor.referee3Hoisel, Evelina Carvalho de Sá-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5153866168011984pt_BR
dc.description.resumoO presente trabalho analisa nos textos críticos do escritor angolano Manuel Rui, apresentados em diversos congressos de literatura no Brasil e em Portugal, a proposição e composição do projeto estético-político denominado de desescrita, delineado pelo escritor como um modo de “pensar” e escrever o texto angolano enfrentando o jugo colonial e as suas sequelas, ressonâncias e resíduos. A desescrita idealizada por Manuel Rui é perpassada por ideias de reconstituições subjetivas, além de posicionamentos políticos e epistemológicos na relação texto-leitor-escritor, problematizando o uso da escrita de língua portuguesa no espaço literário angolano e o compromisso com novas formas de dizer para tornar legítima a sua posse. A desescrita foi denominada nesse trabalho como saúde, tomando de empréstimo a metáfora “A literatura é uma saúde” de Gilles Deleuze a fim de asseverar a importância social e subjetiva da proposta escritural. Ela é uma das estratégias, dentre muitas, de reescrever África no interior dos seus conflitos, atendendo a diversas demandas que se modificam e se reformam a cada momento. A discussão desse projeto literário evidencia que há sintomas deixados pela colonização e ainda pela concomitante globalização na consequente descolonização e construção nacional, implicadas pelos neocolonialismos em voga, a envolver os processos de criação da literatura angolana contemporânea, assentando-se em ações pertinentes ao movimento de ideias políticas, culturais e estéticas dos momentos em causa. Manuel Rui Monteiro é produtor de vários textos literários e culturais, entre eles poesias, romances, canções, além de hinos à nação angolana e à educação. A sua atuação como escritor é ativa e autorreflexiva, abrangendo diversas áreas da literatura como instituição, nos campos da produção, circulação e recepção, centrada em discursividade múltipla que, a par da criação propriamente literária da poesia e da narrativa de ficção, mobiliza continuamente os trânsitos com a criticidade face à literatura e à cultura, aos mundos histórico-sociais angolanos e africanos e às relações geopolíticas e culturais entre países e continentes, com o foco em Angola e na África.pt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Letraspt_BR
dc.type.degreeMestrado Acadêmicopt_BR
Aparece nas coleções:Dissertação (PPGLITCULT)

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