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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/42361
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorMelo, Vania-
dc.date.accessioned2025-06-25T19:02:30Z-
dc.date.available2025-06-25T19:02:30Z-
dc.date.issued2025-04-11-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/42361-
dc.description.abstractJinjila: Caminhos Escreviventes da Ancestralidade Preta na Literatura-Terreiro Kimbundu- Baiana proposes research and study on the way in which the discourses of Kimbundu-Bahian Terreiro-Literature are established as essential in the elaboration of epistemologies for reading and producing black literature. This work has as its guiding concept Black Ancestry, which I title in these lines because it is the matrix of all the epistemological categories that African nations founded; the way so many of us in the diaspora understand and craft stories. In this context, for the nation of my casa-terreiro of Umbanda Bantu-Kongo/Angola and for the kimbundu language studies that I have developed since I became a teacher in training – NUPEL/UFBA, I highlight the strength of kimbundu-bahian literature, producer of lexicons and important disseminator of Bantu worldviews in Bahian territory, written by Lande Onawale, Kota Gandaleci, Louise Queiroz and Davi Nunes in the works: Kalunga: poemas de um mar sem fim. (2011) and Pretices e Milongas (poemas) by Lande Onawale; Kwame: a menina de vento e água. (2023), Girassóis estendidos na chuva. (2019) and Gonzo (2023) by Louise Queiroz; Bakulo (2018) by Kota Gandaleci; Bucala, a princesa do quilombo do Cabula. (2015), Um dia para famílias negras. (2021), Zanga (2018) and Banzo (2020) by Davi Nunes. The diversity of their textualities, their gestures, their dictions, their entrances and particularities, evoking perception for the multimodality of black writings from the perspective of Terreiro-Literature (FREITAS, 2016). Here begins a path that is also writing and theorizes and documents the poetics of these Bahians, making it possible this work.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherPrograma de Pós-graduação em Literatura e Cultura/ Instituto de Letras/ Universidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectAncestralidade Pretapt_BR
dc.subjectEscrevivênciapt_BR
dc.subjectLiteratura-Terreiro Kimbundu-Baianapt_BR
dc.subjectUmbanda Bantu-Kongo/Ngolapt_BR
dc.subjectQuilombo Black Ancestrypt_BR
dc.subject.otherBlack Ancestrypt_BR
dc.subject.otherEscrevivênciapt_BR
dc.subject.otherTerreiro-Literature Kimbundu-Baianapt_BR
dc.subject.otherUmbanda Bantu-Kongo/Ngolapt_BR
dc.subject.otherQuilombopt_BR
dc.titleJinjila: Caminhos Escreviventes da Ancestralidade Preta na Literatura-Terreiro Kimbundu-Baiana.pt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.publisher.programOutropt_BR
dc.publisher.initialsPPGLITCULT/ ILUFBA / UFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::LITERATURA BRASILEIRApt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LINGUISTICApt_BR
dc.contributor.advisor1Freitas, Henrique-
dc.contributor.referee1Freitas, Henrique-
dc.contributor.referee2Lima, Maria Nazaré Mota-
dc.contributor.referee3Oliveira, Eduardo-
dc.contributor.referee4Fonseca, Silvana Carvalho-
dc.contributor.referee5Santos, Alvanita Almeida-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0572323031833204pt_BR
dc.description.resumoJinjila: Caminhos Escreviventes da Ancestralidade Preta na Literatura-Terreiro Kimbundu- Baiana propõe investigação e estudo sobre como os discursos da Literatura-Terreiro Kimbundu-Baiana instituem-se enquanto primordiais na elaboração de epistemologias para leitura e produção de literaturas pretas. Este trabalho tem como conceito-guia a Ancestralidade Preta que assim intitulo nestas linhas por ser matriz de todas as categorias epistemológicas que as nações africanas fundaram; a forma como tantos entre nós, na diáspora, compreendemos e elaboramos histórias. Neste contexto, pela nação da minha casa-terreiro de Umbanda Bantu- Kongo/Ngola e pelos estudos de língua kimbundu que desenvolvo desde que me tornei professora em formação – NUPEL/UFBA, destaco a força da literatura kimbundu-baiana, produtora de léxicos e importante divulgadora das cosmovisões Bantu em território baiano, nas autorias de Lande Onawale, Kota Gandaleci, Louise Queiroz e Davi Nunes nas obras: Kalunga: poemas de um mar sem fim (2011) e Pretices e Milongas (poemas) de Lande Onawale; Kwame: a menina de vento e água. (2023); Girassóis estendidos na chuva. (2019) e Gonzo (2023) de Louise Queiroz; Bakulo (2018) de Kota Gandaleci; Bucala, a princesa do quilombo do Cabula (2015), Um dia para famílias negras (2021), Zanga (2018) e Banzo (2020) de Davi Nunes. A diversidade de suas textualidades, seus gestos, suas dicções, seus adentramentos e particularidades, evocando a percepção para a multimodalidade das escritas pretas na perspectiva da Literatura-Terreiro (FREITAS, 2016). Inicia-se aqui um caminho que também é escrevivente que teoriza e documenta as poéticas desses baianos e baianas tornando possível este trabalho.pt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Letraspt_BR
dc.type.degreeDoutoradopt_BR
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