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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/42331
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorPrado, Kelvin Oliveira do-
dc.date.accessioned2025-06-17T00:44:55Z-
dc.date.available2025-06-17T00:44:55Z-
dc.date.issued2023-07-17-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/42331-
dc.description.abstractThis dissertation aims to analyse the representations of subalternity scenarios in the Brazilian film Que Horas Ela Volta? (2015). For this, the social relations in the filmic diegesis are observed, which are centred in a house located in the Morumbi neighbourhood, in São Paulo. Thus, the dynamics that cross the plot will be analysed to understand the relationships between the characters along with the elements present in the dialogues and scenarios that construct subalternisation. The dissertation has as its theoretical-critical contributions cultural, postcolonial and decolonial studies that, together, reveal the complexity of the concept of subalternity. It is found that the film analysed is an artistic object that represents certain individuals in the social structure, especially the subaltern ones, one of them, the figure of the housemaid, which, through art, enhances a decolonisation of the subject, in the ways of feeling, seeing, acting and perceiving oneself in the world. A policy and an action that can be interpreted as decolonial is observed, that is: the protagonism of the subalternised, the transformation of hegemonic practices and the possibility of change, establishing a praxis that challenges the hegemonic regimes of representation and visual identification.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectCinemapt_BR
dc.subjectRepresentação cinematográficapt_BR
dc.subjectSubalternidadespt_BR
dc.subjectDecolonialidadept_BR
dc.subjectQue Horas Ela Volta?pt_BR
dc.subjectCinema - Brasilpt_BR
dc.subjectCinema - Aspectos sociaispt_BR
dc.subjectCrítica cinematográficapt_BR
dc.subjectDescolonização na artept_BR
dc.subjectDescolonização - Aspectos sociais.pt_BR
dc.subjectMuylaert, Anna, 1964- - Crítica e interpretaçãopt_BR
dc.subject.otherCinemapt_BR
dc.subject.otherRepresentationspt_BR
dc.subject.otherSubalternitiespt_BR
dc.subject.otherDecolonialitypt_BR
dc.subject.otherQue Horas Ela Volta?pt_BR
dc.titleA representação da subalternidade em Que horas ela volta?pt_BR
dc.title.alternativeThe representation of subalternity in "What Time Does She Come Back?"pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.programPós-Graduação em Literatura e Cultura (PPGLITCULT) pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTESpt_BR
dc.contributor.advisor1Muniz, Márcio Ricardo Coelho-
dc.contributor.referee1Muniz, Márcio Ricardo Coelho-
dc.contributor.referee2Souza, Arivaldo Sacramento de-
dc.contributor.referee3Amorim, Adriana Silva-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1446158593348650pt_BR
dc.description.resumoEsta dissertação objetiva analisar as representações dos cenários de subalternidade na película brasileira Que Horas Ela Volta? (2015). Para isso, são observadas as relações sociais na diegese fílmica, que estão centralizadas numa casa localizada no bairro Morumbi, em São Paulo. Analisar-se-á, assim, as dinâmicas que atravessam o enredo para compreender as relações entre as personagens junto aos elementos presentes nos diálogos e cenários que constroem a subalternização. A dissertação tem como aportes teórico-críticos os estudos culturais, pós coloniais e decoloniais que, em conjunto, revelam a complexidade do conceito de subalternidade. Constata-se que o filme analisado é um objeto artístico que representa determinados indivíduos na estrutura social, sobretudo as subalternizadas, uma delas, a figura da empregada doméstica, o qual, por meio da arte, potencializa uma descolonização do sujeito, nas maneiras de sentir, de ver, de agir e de perceber-se no mundo. Observa-se uma política e uma ação que pode ser interpretada como decolonial, isto é: de protagonismo dos subalternizados, de transformações de práticas hegemônicas e de possibilidade de mudanças, estabelecendo uma práxis que desafia os regimes de representação e de identificação visual hegemônicos.pt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Letraspt_BR
dc.type.degreeMestrado Acadêmicopt_BR
Aparece nas coleções:Dissertação (PPGLITCULT)

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