| Campo DC | Valor | Idioma |
| dc.creator | Barreto, Bruno Máriston Passos | - |
| dc.date.accessioned | 2025-06-11T01:27:17Z | - |
| dc.date.available | 2025-06-11T01:27:17Z | - |
| dc.date.issued | 2022-12-19 | - |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufba.br/handle/ri/42303 | - |
| dc.description.abstract | In this dissertation-podcast, entitled Facção Falada: Escrevivências de Masculinidades
negras Soteropolitanas em Baco Exu do Blues, I made an “exuzilhada” (exuroads, instead of
crossroads) of possible reading paths of the representations of black men in the lyrics of
contemporary Salvador rap songs. For that, I needed to develop a dialogue between my
understanding of being a black man from the periphery, a teacher with a background in such a
stiff area as Literary Theory and the representation of other black men from the periphery
engaged in the lyrics of Baco Exu do Blues looking to map the discursive formations
(FOUCAULT, 1996) escreviventes (EVARISTO, 2010). Understanding rap as escrevivente
and, therefore, one of the vehicles able to express collective enunciations of black experiences
in Brazil, I think that it is also, an instrument of an anti-racist campaign, for its capacity of
organizing black intellectualities in the process of Letramentos de Reexistência (SOUZA,
2009), in other words, allow for subjective self-management of continuously subordinated
people. The present study did not wish to stay imprisoned in the walls made by the white
pages, that’s why the podcast genre was the chosen method, so it could broaden the access
and the co-production of knowledge, opposite to academic thinking perpetuated by whiteness
which restricts the knowledge as a mean of power control and racism maintenance in
Brazilian universities. Therefore, this study assembles a corpus dissidente against the
institutional racism which limits the possibilities of black men's studies, and, in consequence,
inhibits our dreams; the slavery and genocide thinking to which our bodies are conditioned;
and the lack of communication, this ancient gesture of our people, that was taken from us by
racist actions which interfere in our lives, limiting our affections and destroying us as subjects
and, ergo, our families and communities. In recording the podcast, I wanted to make audible
the voice of a black man who survived and survives (despite everything) and wanted, also, to
say to my brothers and sisters that we need more than survival. In the development of this
study I brought as theoretical operators: AGAMBEN (2016), AKOTIRENE (2018),
ALMEIDA (2018), BAIA (2011), BARTHES (1988), CEVASCO (2003), DAVIS (2016)
DELEUZE (2014), DELEUZE; GUATARRI (1995, 2000), DRAVET (2015), EVARISTO
(2010), FANON (2008), FONSECA (2010), FOUCAULT (1987), Flow Podcast (2022)
HALL (1999, 2003), hooks (1995, 2013, 2018, 2019, 2020), MBEMBE (2018), Não
Inviabilize – Um laboratório de histórias reais (2022), OLIVEIRA (2014), Inédita Pamonha
(2022), PEREIRA (2021), PINHO (2019), PODCIRO! PodCiro! (2022), Podpah (2022) Roda
Viva (2022), RODRIGUEZ (2018), SOUZA (2009), SOUZA, D. B. DE; (2019), SOUZA,
(2011, 2018, 2019), WEST (1999) e WILLIAM (2019). | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal da Bahia | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Exuzilhar | pt_BR |
| dc.subject | rap | pt_BR |
| dc.subject | masculinidades negras | pt_BR |
| dc.subject.other | exuzilhar | pt_BR |
| dc.subject.other | rap | pt_BR |
| dc.subject.other | black masculinities | pt_BR |
| dc.title | Facção Falada: Escrevivências de Masculinidades negras Soteropolitanas em Baco Exu do Blues | pt_BR |
| dc.type | Dissertação | pt_BR |
| dc.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Língua e Cultura (PPGLINC) | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFBA | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | Souza, Lívia Maria Natália de | - |
| dc.contributor.referee1 | Souza, Lívia Maria Natália de | - |
| dc.contributor.referee2 | Souza, Ana Lúcia Silva | - |
| dc.contributor.referee3 | Silva, Jorge Augusto de Jesus | - |
| dc.creator.Lattes | http://lattes.cnpq.br/5667329167729130 | pt_BR |
| dc.description.resumo | Neste podcast-dissertação, intitulado Facção Falada: Escrevivências de Masculinidades
negras Soteropolitanas em Baco Exu do Blues, exuzilhei caminhos possíveis de leitura das
representações de homens negros nas letras do rap soteropolitano contemporâneo. Para tal,
precisei fazer dialogar a minha compreensão sobre ser um homem negro de periferia e um
professor com uma formação numa área tão dura como a Teoria da Literatura com as
representações de outros homens negros de periferia acionadas nas letras de Baco Exu do
Blues buscando cartografar as regularidades discursivas (FOUCAULT, 1996) escreviventes
(EVARISTO, 2010). Compreendendo o rap como escrevivente e, portanto, um dos veículos
capazes de exprimir as enunciações coletivas das experiências negras no Brasil, penso que ele
é, também, um instrumento de luta antirracista, pela sua capacidade de organizar
intelectualidades negras no processo de Letramentos de Reexistência (SOUZA, 2009), ou seja,
possibilita a autogestão subjetiva de pessoas continuamente subalternizadas. Este trabalho não
desejava ficar aprisionado nos muros traçados pelas páginas brancas, por isso, o gênero
textual podcast foi o método utilizado para que se pudesse ampliar o acesso e a co-produção
de saberes, em oposição às lógicas acadêmicas perpetuadas pela branquitude que restringem o
conhecimento como forma de controle do poder e manutenção racismo nas universidades
brasileiras. Portanto, essa trabalho reúne um corpus dissidente contra o racismo institucional
que limita as possibilidades dos homens negros estudarem e, por consequência, nos
impossibilita de sonhar; as lógicas escravocratas e genocidas às quais nossos corpos estão
condicionados; e a falta de comunicação, gesto ancestral do nosso povo, que nos foi retirada
pelas lógicas racistas que interferem nas nossas vidas, limitando nossos afetos e nos
destruindo enquanto sujeitos e, por conseguinte, as nossas famílias e comunidades. Ao gravar
o podcast, quis tornar audível a voz de um preto que sobrevive e sobreviveu, apesar de tudo e
quis também dizer aos meus irmãos que precisamos mais que sobreviver. Na construção deste
estudo trouxemos como operadores teóricos: AGAMBEN (2016), AKOTIRENE (2018),
ALMEIDA (2018), BAIA (2011), BARTHES (1988), CEVASCO (2003), DAVIS (2016)
DELEUZE (2014), DELEUZE; GUATARRI (1995, 2000), DRAVET (2015), EVARISTO
(2010), FANON (2008), FONSECA (2010), FOUCAULT (1987), Flow Podcast (2022)
HALL (1999, 2003), hooks (1995, 2013, 2018, 2019, 2020), MBEMBE (2018), Não
Inviabilize – Um laboratório de histórias reais (2022), OLIVEIRA (2014), Inédita Pamonha
(2022), PEREIRA (2021), PINHO (2019), PODCIRO! PodCiro! (2022), Podpah (2022) Roda
Viva (2022), RODRIGUEZ (2018), SOUZA (2009), SOUZA, D. B. DE; (2019), SOUZA,
(2011, 2018, 2019), WEST (1999) e WILLIAM (2019). | pt_BR |
| dc.publisher.department | Instituto de Letras | pt_BR |
| dc.type.degree | Mestrado Acadêmico | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Dissertação (PPGLITCULT)
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