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Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/42230
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorSantim Có, João Paulo-
dc.date.accessioned2025-06-03T13:14:10Z-
dc.date.available2025-05-28-
dc.date.available2025-06-03T13:14:10Z-
dc.date.issued2024-08-03-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/42230-
dc.description.abstractO presente trabalho de dissertação tem como objeto de estudo o contexto de institucionalização do debate ambiental na história de formação da Guiné-Bissau e suas políticas de desenvolvimento, com recorte na ideia de desenvolvimento sustentável. It aims to analyze the development process of Guinea-Bissau, especially the socioeconomic development policy implemented by the government after the independence in 1973 and the policy to encourage cashew production in 1980. Both, through government policies, are at the root of problems of environmental degradation. The environmental problem in Guinea-Bissau is a subject of recent debate, especially with the awareness of civil society in the 1990s, which culminated in the emergence of some NGOs and other organizations that propose the urgence for environmental preservation and conservation in the country. After independence in 1973, the State of Guinea-Bissau was proclaimed as the legitimate owner of all lands and rules. Customs and methods of preserving and conserving the natural environment of local communities were replaced by state laws, which led to the devaluation, disrespect and weakening of traditional power. With population growth coupled with economic interests, the State of Guinea-Bissau was unable to ensure several problems that were safeguarded by traditional consecration. The State has often created these problems through its government policies. Cashew, for example, has become a major economic asset, and as a result, each local community wants to have its own spaces (orchards) for cashew plantations. As a result, protected areas were created, decreed by the State itself. These areas are prohibited from being occupied by traditional powers, but can be destroyed so that the country can grow economically. Under this tension, there is a large flow of occupation, sales and purchases of land within protected areas, promoted both by the first inhabitants, before the formal creation of the place as a protected area, and by the State. Therefore, the influence of the policy of encouraging cashew cultivation, together with the historical context of economic projects and government development policies, are sources of several conflicts that did not exist in the past. The National Park of Cufadas Lake is one of them. NGOs act both as mediators and as promoters of conflicts, creating clashes between international, national and traditional forces.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahia, BApt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectGuiné-Bissaupt_BR
dc.subjectPolítica de desenvolvimento socioeconômicopt_BR
dc.subjectPolítica de incentivo a produção de cultivo de cajupt_BR
dc.subject.otherGuinea-Bissaupt_BR
dc.subject.otherSocio-economic development policypt_BR
dc.subject.otherPolicy to encourage cashew crop productionpt_BR
dc.titleO desenvolvimento na Guiné-Bissau e os problemas ambientais: contexto e atuação local no caso do Parque Natural das Lagoas de Cufada.pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Ciências Sociais (PPGCS) pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCiências Sociaispt_BR
dc.contributor.advisor1Vargas, Felipe-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6150854485177629pt_BR
dc.contributor.referee1Vargas, Felipe-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6150854485177629pt_BR
dc.contributor.referee2Cardel, Lídia Maria Pires Soares-
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0001-5019-9116pt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/8861667951753448pt_BR
dc.contributor.referee3Camana, Ângela-
dc.contributor.referee3IDhttps://orcid.org/0000-0002-1924-2144pt_BR
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/9462174087658566pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0969249243016384pt_BR
dc.description.resumoO presente trabalho de dissertação tem como objeto de estudo o contexto de institucionalização do debate ambiental na história de formação da Guiné-Bissau e suas políticas de desenvolvimento, com recorte na ideia de desenvolvimento sustentável. Objetiva analisar o processo de desenvolvimento da Guiné-Bissau, sobretudo a política de desenvolvimento socioeconômico executada pelo governo após a independência em 1973 e a política de incentivo a produção de cultivo de caju em 1980. Ambos, por meio de políticas governamentais, estão na base de problemas de degradações ambientais. A problemática ambiental na Guiné-Bissau é um objeto de debate recente, sobretudo com a tomada de consciência da sociedade civil na década de noventa, que culminou com surgimento de algumas ONGs e outros organismos que propõem a necessidade de preservação e conservação ambientais no país. Após a independência em 1973, o Estado da Guiné-Bissau foi proclamado como proprietário legítimo de todas as terras e as regras. Costumes e modos de preservação e conservação do ambiente natural das comunidades locais foram substituídos pelas leis do Estado, o que levou a desvalorização, o desrespeito e o enfraquecimento do poder tradicional. Com crescimento da população junto com interesses econômicos, o Estado da Guiné-Bissau não conseguiu assegurar diversos problemas que eram salvaguardados pela consagração tradicional. Muitas vezes, o Estado criou estes problemas junto a suas políticas governamentais. O caju, por exemplo, se tornou um principal bem econômico e, com isso, cada comunidade local quer ter seus próprios espaços (pomares) para plantação de caju. Dessa forma, foram criadas áreas protegidas, decretadas pelo próprio Estado. Estas áreas tem ocupação interditada ao poder tradicional, mas podem ser destruídas para que o país possa crescer economicamente. Sob esta tensão, há grande fluxo de ocupação, vendas e compras de terras dentro das áreas protegidas, promovidos tanto pelos primeiros habitantes, antes da criação formal do lugar como parque, como pelo Estado. Portanto, a influência da política de incentivo à produção de cultivo de caju dentro do contexto histórico de outros projetos econômicos e políticas governamentais de desenvolvimento são fontes de diversos conflitos que não existiam no passado. O Parque Nacional das Lagoas de Cufada é um deles. ONGs atuam tanto como mediadoras quanto como promotoras de conflitos, instaurando choques entre forças internacionais, nacionais e tradicionais.pt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FFCH)pt_BR
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dc.type.degreeMestrado Acadêmicopt_BR
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