Skip navigation
Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/42197
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorSilva, Ueigla Batista da-
dc.date.accessioned2025-05-30T19:32:02Z-
dc.date.available2025-05-30T19:32:02Z-
dc.date.issued2025-01-30-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/42197-
dc.description.abstractReproductive rights, as a feminist achievement, is a fundamental conception of reproductive rights and requires the right to exercise freedom. Socioeconomic and cultural issues, intertwined in unequal gender relations, influence the actions and have repercussions on the health and quality of life of many women, specifically those who are socially disadvantaged, such as women with sickle cell disease (SCD), who live with racism, sexism and difficulties in accessing health services. This research had the general objective of analyzing the reproductive autonomy of women with sickle cell disease at the Municipal Reference Center for People with SCD, in Feira de Santana-BA and specifically: to characterize women with SCD according to sociodemographic and sexual and reproductive health aspects; to identify the level of reproductive autonomy of women with SCD through the Reproductive Autonomy Scale for the three subscales: decision-making, absence of coercion and communication; To verify the association between sociodemographic and sexual and reproductive health characteristics with reproductive autonomy in women with SCD treated at a Municipal Reference Center for People with SCD, in Feira de Santana-BA. This is a cross-sectional epidemiological study, with a quantitative approach, carried out in Feira de Santana, with 168 women aged between 18 and 49 years, with a confirmed diagnosis of SCD. Data collection was carried out through a structured interview between July and November 2024. Data were processed using the SPSS for Windows statistical package (version 25.0). For analysis, descriptive statistical procedures were used to express the results in terms of absolute and relative frequencies, means, standard deviations, minimum and maximum values, and interquartile ranges. Data normality was measured using the nonparametric Mann-Whitney test and for the analysis of variables with three or more groups, the Kruskal-Wallis test was used. The statistical significance level was set at p ≤ 0.05 for all analyses performed. The results of the study showed that the majority of women were single, black, Catholic, did not work, had an income of up to one minimum wage, and had more than 11 years of education. Most women had menarche before the age of 14, had had sexual intercourse in the last 12 months, had not participated in a family planning group in the last 12 months, and were already pregnant. The average total reproductive autonomy score was 2.52. Associations were found between dimensions of reproductive autonomy and sociodemographic variables. "Absence of Coercion" was related to age, "Decision Making" to marital status and income, and "Communication" to place of residence and distance to Feira de Santana. "Total Reproductive Autonomy" was associated with religion. Furthermore, "Decision Making" and "Communication" were associated with sexual activity in the last 12 months, while "Total Reproductive Autonomy" and "Communication" were related to contraceptive use. "Decision Making" and "Absence of Coercion" were also associated with pregnancy history. Therefore, it is important to consider sociodemographic factors and reproductive health dimensions in promoting reproductive autonomy, highlighting the need for targeted interventions that can empower these women in making decisions about their health and sexual life.pt_BR
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Brasil (CAPES)pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectSaúde Reprodutivapt_BR
dc.subjectAutonomia Pessoalpt_BR
dc.subjectAnemia Falciformept_BR
dc.subjectEnfermagempt_BR
dc.subject.otherReproductive Healthpt_BR
dc.subject.otherPersonal Autonomypt_BR
dc.subject.otherAnemia, Sickle Cellpt_BR
dc.subject.otherNursingpt_BR
dc.titleAutonomia reprodutiva de mulheres com doença falciforme no centro-norte baianopt_BR
dc.title.alternativeReproductive autonomy of women with sickle cell disease in the north-central region of Bahiapt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Enfermagem (PPGENF)pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::ENFERMAGEM::ENFERMAGEM DE SAUDE PUBLICApt_BR
dc.contributor.advisor1Carvalho, Evanilda Souza de Santana-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0003-4564-0768pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9231431669596510pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Ferreira, Silvia Lúcia-
dc.contributor.advisor-co1IDhttps://orcid.org/0000-0003-1260-1623pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9893793041689437pt_BR
dc.contributor.referee1Cordeiro, Rosa Cândida-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2902915825706262pt_BR
dc.contributor.referee2Santos, Amália Nascimento do Sacramento-
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0003-4536-867Xpt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/2667585687425344pt_BR
dc.contributor.referee3Gusmão, Maria Enoy Neves-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/4377011695778348pt_BR
dc.contributor.referee4Xavier, Aline Silva Gomes-
dc.contributor.referee4Latteshttp://lattes.cnpq.br/4191875422295261pt_BR
dc.contributor.referee5Pereira, Chirlene Oliveira de Jesus-
dc.contributor.referee5Latteshttp://lattes.cnpq.br/7438310403482722pt_BR
dc.creator.IDhttps://orcid.org/0000-0002-0552-8336pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1926019595377608pt_BR
dc.description.resumoOs direitos reprodutivos, enquanto conquista feminista, é uma concepção fundamental dos direitos reprodutivos e que requer o direito ao exercício da liberdade, questões socioeconômicas e culturais, imbricadas nas relações desiguais de gênero, influenciam as ações e repercute na saúde e qualidade de vida de diversas mulheres, especificamente das menos favorecidas socialmente, como as mulheres com doença falciforme (DF), que convivem com o racismo, sexismo e com dificuldades no acesso aos serviços de saúde. Esta investigação teve por objetivo geral analisar a autonomia reprodutiva de mulheres com doença falciforme do Centro Municipal de Referência às Pessoas com DF, em Feira de Santana-Ba e específicos: caracterizar as mulheres com DF segundo os aspectos sociodemográficos e de saúde sexual e reprodutiva; Identificar o nível de autonomia reprodutiva de mulheres com DF através da escala Reproductive Autonomy Scale para as três subescalas: tomada de decisão, ausência de coerção e comunicação; Verificar a associação entre características sociodemográficas e de saúde sexual e reprodutivas com a autonomia reprodutiva em mulheres com DF atendidas em um Centro Municipal de Referência às Pessoas com DF, em Feira de Santana-Ba. Trata-se de um estudo epidemiológico do tipo corte transversal, com abordagem quantitativa, realizada em Feira de Santana, com 168 mulheres com idade entre 18 a 49 anos, diagnóstico confirmado de DF. A coleta foi realizada através de uma entrevista estruturada entre julho e novembro de 2024. Os dados foram processados por meio do pacote estatístico SPSS for Windows (versão 25.0). Para análise utilizou-se procedimentos estatísticos descritiva para expressar os resultados em termos de frequências absolutas e relativas, médias, desvios padrão, valores mínimos, máximos e amplitudes interquartis. A normalidade dos dados foi aferida por meio do teste não paramétrico de Mann-Whitney e para a análise de variáveis com três ou mais grupos, foi empregado o teste de Kruskal-Wallis. O nível de significância estatística de p ≤ 0,05 para todas as análises realizadas. Os resultados da pesquisa demonstraram que em maioria, as mulheres eram solteiras, pretas, católicas, não trabalhavam, com renda de até um salário mínimo e com escolaridade superior a 11 anos de estudo. A maioria da mulheres teve menarca com menos de 14 anos, teve relação sexual nos últimos 12 meses, não participou de grupo de planejamento familiar nos últimos 12 meses e que já estavam grávidas. O escore médio total de autonomia reprodutiva foi 2,52. Verificou-se associações entre dimensões da Autonomia Reprodutiva e variáveis sociodemográficas. "Ausência de Coerção" relacionou-se à idade, "Tomada de Decisão" à situação conjugal e renda, e "Comunicação" ao local de residência e distância até Feira de Santana. A "Autonomia Reprodutiva Total" esteve associada à religião. Além disso, "Tomada de Decisão" e "Comunicação" associaram-se à atividade sexual nos últimos 12 meses, enquanto "Autonomia Reprodutiva Total" e "Comunicação" estiveram relacionadas ao uso de contraceptivos. "Tomada de Decisão" e "Ausência de Coerção" também mostraram associação com histórico de gravidez. Portanto, torna-se importante considerar os fatores sociodemográficos e as dimensões da saúde reprodutiva na promoção da autonomia reprodutiva, apontando a necessidade de intervenções direcionadas que possam empoderar essas mulheres na tomada de decisões sobre sua saúde e vida sexual.pt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Enfermagempt_BR
dc.type.degreeDoutoradopt_BR
Aparece nas coleções:Tese (PPGENF)

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
Ueigla Batista da Silva, Tese.pdf3,45 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir
Mostrar registro simples do item Visualizar estatísticas


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.