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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/42138
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorSheldon, Ana Rizek-
dc.date.accessioned2025-05-27T13:39:23Z-
dc.date.available2-01-01-
dc.date.available2025-05-27T13:39:23Z-
dc.date.issued2025-01-09-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/42138-
dc.description.abstractCaboclos are spiritual entities known among candomblé practitionners as indíginous owners of the land. They are distinguished as indigenous spirits, hinterlands and sea workers. On everyday life of terreiros, they create relatioships with other entities, when come to solve problems, heal and party. Caboclos are very dynamic beings. their ways of moving creates unexpected directions in the course of life and allows to establish aliances. Caboclos move those who live with them. To discuss how their movements make a difference and create bonds, the work focused on the stories of six caboclos: Boiadeiro Menino de Vizaura, Pedra Verde, Leão de Ouro, Pedra Irá, Colondiano and Laje Mineiro. The issues discussed throughout the dissertation emerged from situations in which caboclos and their movements articulated people,other entities and practices on their aim to heal and party.en
dc.description.sponsorshipCAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectCaboclospt_BR
dc.subjectCandomblépt_BR
dc.subjectMovimentopt_BR
dc.subject.otherCaboclospt_BR
dc.subject.otherCandomblépt_BR
dc.subject.otherMouvementpt_BR
dc.titleCaboclo é luz na vida da gente: caboclos em práticas de movimento e cura no candomblé de Salvadorpt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Ciências Sociais (PPGCS) pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADASpt_BR
dc.contributor.advisor1Rabelo, Miriam Cristina Marcilio-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7239267596119717pt_BR
dc.contributor.referee1Carvalho, Maria Rosário Gonçalves de-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1298757533709756pt_BR
dc.contributor.referee2Britto, Fabiana Dultra-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/7739202251739546pt_BR
dc.contributor.referee3Flaksman, Clara Mariani-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/6606197491443666pt_BR
dc.contributor.referee4Marulanda, Daniela Botero-
dc.contributor.referee4Latteshttp://lattes.cnpq.br/3777845123347559pt_BR
dc.contributor.referee5Goldman, Marcio-
dc.contributor.referee5Latteshttp://lattes.cnpq.br/5193496062654901pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7032215448844538pt_BR
dc.description.resumoEsse trabalho parte dos movimentos dos caboclos no candomblé de Salvador para discutir como os modos dessas entidades se moverem criam relações e vínculos em suas práticas. Caboclos são entidades cultuadas por diferentes práticas religiosas, no candomblé baiano eles são conhecidos como donos da terra. Essas entidades se diferenciam em linhas: caboclos de pena, de couro e de água se dispõem de maneiras distintas no cotidiano dos candomblés, se ocupando de atividades específicas como formas de cuidar das pessoas, de outras entidades, da casa e de fazer festa. Eles também são também concebidos como curadores, muitos deles são convocados para trabalhar e curar quem busca a sua ajuda. Festas e sessões são as ocasiões em essas entidades mobilizam pessoas e outros seres para realizar seus feitos. A pesquisa se concentrou nas histórias dos caboclos, a partir de seis entidades: Boiadeiro Menino de Vizaura é um caboclo de couro que faz as vezes de exu por ser ele quem conduz as celebrações para o exu de sua casa. Pedra Verde é um caboclo de pena que demandou a abertura de uma casa na mata e assim prolongou a linhagem de seu pai, Leão de Ouro, levando-a nessa direção. Colondiano é um marujo que vem na linha caboclo para brincar e cuidar da casa que administra. Laje Mineiro é conhecido como um rapaz trabalhador, que cuida de sua família e provê sustento ao terreiro, Pedra Irá é um caboclo de pena que criou sua maneira própria de realizar sua sessão e curar. Pensando com esses caboclos e com as situações pelas quais eles conduziram a pesquisa, o trabalho propõe que a mobilidade específica dessas entidades fortalece vínculos e relações abertas para possibilidades muitas vezes inesperadas na articulação que promovem entre pessoas, outras entidades e práticas nas suas composições entre festa e cura.pt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FFCH)pt_BR
dc.relation.referencesSHELDON, Ana Rizek. Caboclo é luz na vida da gente: caboclos em práticas de movimento e cura no candomblé de Salvador. 2024. Tese (doutorado) - Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais, Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2024.pt_BR
dc.type.degreeDoutoradopt_BR
Aparece nas coleções:Tese (PPGCS)

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