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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/42016
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorSantos, Marcelo Ricardo dos-
dc.date.accessioned2025-05-14T17:24:34Z-
dc.date.available2025-05-14T17:24:34Z-
dc.date.issued2025-02-07-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/42016-
dc.description.abstractThis project investigates the uses and appropriations of the Yoruba word "Adé", roughly translated as "homosexual". Based on the bibliographical review of literature on black homosexuality and ancestral sexualities, the study delves into the complex reception of the work A Cidade das Mulheres, by Ruth Landes (1947) and its anthropological imbroglio, pointing out the entry in question as a remnant of terreiro literature. In the exercise of a refusal, and due to the potential fugitive quality of transnational translations, ways of conceptually crossing the word are established, at the same time as dimensioning and intending an original and/or unique meaning. In this sense, the gestures indicate the breaking of a cis- heternomative logic of white supremacy over corporeality in an anti-black world. Adapting the black-feminist experiment of Black Light, suggested by Denise Ferreira da Silva (2024), in the sight of spiraling time performances (MARTINS, 2021), illuminative manipulation emerges, which aims to capture the bodily strategies of letting oneself be seen in silence, to be applied in the "field", which here we call "terreiro". In the end, we understand an apositionality (MOTEN, 2023) defined by Adé Dudu, Group of Black Homosexuals, of the Unified Black Movement, and people known as adé, from the Island of Itaparica and Salvador, Bahia, whose results are presented as biomythographies (LORDE, 2024) in an attempt to apply the genre that juxtaposes biographical elements, historical documents and fictional exercise, in order to confer the axé, vital energy, of these narratives.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectSexualidadept_BR
dc.subjectHomens Negrospt_BR
dc.subject.otherSexualittypt_BR
dc.subject.otherBlack Menpt_BR
dc.titleAdé: ancestralidade africana e sexualidade em narrativas de homens negros dos candomblés da ilha de Itaparica e Salvadorpt_BR
dc.title.alternativeAdé: African ancestry and sexuality in narratives of black men from the Candomblés of the island of Itaparica and Salvadorpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.programPrograma Multidisciplinar de Pós-Graduação em Estudos Étnicos e Africanos (PÓS-AFRO) pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANASpt_BR
dc.contributor.advisor1Pinho, O.A.S.-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7943108749679220pt_BR
dc.contributor.referee1Pinho, O.S.A-
dc.contributor.referee2Sousa, Cristiane. S.-
dc.contributor.referee3Sacramento, Arivaldo-
dc.creator.IDhttps://orcid.org/0009-0008-3730-7918pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2628924349506129pt_BR
dc.description.resumoEste projeto investiga os usos e apropriações da palavra yorubá "Adé", traduzido rudemente como "homossexual". A partir da revisão bibliográfica da literatura sobre homossexualidades negras e sexualidades ancestrais, o estudo adensa na complexa recepção da obra A Cidade das Mulheres, de Ruth Landes (1947) e seu imbróglio antropológico, apontando o verbete em questão como remanescente das literaturas de terreiro. No exercício de uma recusa, e pela potencialidade da qualidade fugitiva de traduções transnacionais, se estabelecem modos de atravessar conceitualmente a palavra, ao tempo de dimensionar e tencionar uma significação original e/ou única. Neste sentido, os gestos indicam a quebra de uma lógica cis-heternomativa da supremacia branca sobre corporeidades em um mundo anti-negro. Adaptando o experimento negro-feminista da Luz Negra, sugerido por Denise Ferreira da Silva (2024), na avistar de performances do tempo espiralar (MARTINS, 2021), surge a manipulação iluminativa, que ambiciona flagrar as estratégias corporais de um deixar-se ver no silêncio, para ser aplicado em "campo", que aqui, chamamos de "terreiro". Ao fim, compreende-se uma aposicionalidade (apposionality) (MOTEN, 2023) definida pelo Adé Dudu, Grupo de Homossexuais Negros, do Movimento Negro Unificado, e, pessoas lidas como Adé, da Ilha de Itaparica e Salvador, Bahia, apresentada enquanto biomitografias (LORDE, 2021) na tentativa de aplicação do gênero que justapõe elementos biográficos, documentos da história e exercício ficcional, afim de conferir o axé, energia vital, destas narrativas.pt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FFCH)pt_BR
dc.type.degreeMestrado Acadêmicopt_BR
Aparece nas coleções:Dissertação (PÓS-AFRO)

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