| Campo DC | Valor | Idioma |
| dc.creator | Batista, Geovane de Assis | - |
| dc.date.accessioned | 2025-04-25T13:32:08Z | - |
| dc.date.available | 2025-04-25 | - |
| dc.date.available | 2025-04-25T13:32:08Z | - |
| dc.date.issued | 2013-04-05 | - |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufba.br/handle/ri/41888 | - |
| dc.description.abstract | Cette disertation offre une étude sur les concepts de liberté et d’aliénation, en prenant comme
point de départ le Livre Premier, Chapitre VI, du Contrat Social de Jean-Jacques Rousseau,
pour soutenir l’hypothèse que sa théorie sur le droit politique ne concourt pas à l’aliénabilité
de la liberté de l’homme. C’est en ce sens que seront exposées des propositions de textes
fondamentaux de Rousseau, suivies des principales interprétations des commentateurs de sa
philosophie politique, tout en identifiant les notions de droit naturel, positif et politique, en
tant qu’apports préliminaires à la compréhension de la thématique de l’aliénation et de la
liberté dans le rapport des individus entre eux et l’État, en prenant en considération les
sources auxquelles les philosophes et jurisconsultes ont eu recours pour justifier l’origine du
droit (famille, droit du plus fort, esclavage) ainsi que les réfutations respectives de Rousseau
et la source (conventions) qui légitime le droit qu’il conçoit. On soulignera de plus la vie de
l’homme de l’état de nature et de l’état civil, en mettant en relief le processus de dénaturation
par lequel il est passé, selon les dimensions physiques et morales, occasion de présentation
des passions naturelles (amour de soi, piété) et sociales (amour propre), et comment elles
contribuent à la compréhension du concept de liberté chez Rousseau. Nous nous pencherons
aussi dans cette étude sur le concept d’aliénation sous l’aspect négatif (se donner, se vendre et
se perdre) à partir de la conception rousseauienne, en tenant compte des propositions
favorables et contraires à la liberté politique. Le texte révèlera aussi les perspectives de
l’inaliénabilité dans le Contrat social de Rousseau, notamment en ce qui concerne les
manifestations volitives (volontés particulières et volonté générale) et leurs implications pour
la souveraineté, les lois, la représentation, l’autonomie, en tant que notions indispensables à la
viabilité de la défense d’une administration publique légitimée par l’imprescriptibilité des
libertés politiques. Finalement, nous affirmerons que la liberté politique, même sous l’égide
d’une loi qui s’institue elle-même, constitue une valeur inaliénable dans le droit politique
pensé par Rousseau. | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal da Bahia | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Contrato Social | pt_BR |
| dc.subject | Liberdade | pt_BR |
| dc.subject | Inalienabilidade | pt_BR |
| dc.subject | Direito | pt_BR |
| dc.subject | Rousseau | pt_BR |
| dc.subject.other | Contrat social | pt_BR |
| dc.subject.other | Liberté | pt_BR |
| dc.subject.other | Inaliénabilité | pt_BR |
| dc.subject.other | Droit | pt_BR |
| dc.title | Liberdade: um bem inalienável no direito político de Rousseau | pt_BR |
| dc.type | Dissertação | pt_BR |
| dc.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Filosofia (PPGF) | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFBA | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS HUMANAS | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | Silva, Genildo Ferreira da | - |
| dc.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/0537770792622115 | pt_BR |
| dc.contributor.referee1 | Silva, Genildo Ferreira da | - |
| dc.contributor.referee1Lattes | http://lattes.cnpq.br/0537770792622115 | pt_BR |
| dc.contributor.referee2 | Souza, José Crisóstomo de | - |
| dc.contributor.referee2Lattes | http://lattes.cnpq.br/0824673288583545 | pt_BR |
| dc.contributor.referee3 | Becker, Evaldo | - |
| dc.contributor.referee3Lattes | http://lattes.cnpq.br/0916069059108749 | pt_BR |
| dc.creator.Lattes | http://lattes.cnpq.br/8610466505964044 | pt_BR |
| dc.description.resumo | A presente dissertação oferece um estudo sobre os conceitos de liberdade e alienação, tendo
como ponto de partida o Livro Primeiro, Capítulo VI, do Contrato Social de Jean Jacques
Rousseau, para defender a hipótese de que sua teoria sobre o direito político não concorre
para alienabilidade da liberdade do homem. Nesse sentido, serão expostas proposições dos
textos básicos de Rousseau, seguidas das principais interpretações dos comentadores de sua
filosofia política, identificando as noções de direito natural, positivo e político, enquanto
aportes preliminares à compreensão da temática da alienação e da liberdade na relação dos
indivíduos entre si e o Estado, levando em consideração as fontes a que filósofos e
jurisconsultos recorreram para justificar a origem do direito (família, direito do mais forte,
escravidão) bem como as respectivas refutações de Rousseau e a fonte (convenções) que
legitima o direito por ele concebido. Destacar-se-á, ainda, a vida do homem no estado de
natureza e no estado civil, acentuando o processo de desnaturação por que ele passou,
segundo as dimensões físicas e morais, oportunidade em que serão apresentadas as paixões
naturais (amor de si, piedade) e sociais (amor próprio), e como elas contribuem para
compreensão do conceito de liberdade em Rousseau. Nesse estudo, será considerado,
igualmente, o conceito de alienação sob o aspecto negativo (dar-se, vender-se e perder-se) a
partir da concepção rousseauniana, levando em conta as proposições favoráveis e contrárias à
liberdade política. O texto revelará também as perspectivas da inalienabilidade da liberdade
no Contrato social de Rousseau, notadamente no que diz respeito às manifestações volitivas
(vontades particulares e vontade geral) e suas implicações com a soberania, leis,
representação, autoridade, autonomia, enquanto noções imprescindíveis à sustentabilidade da
defesa de uma administração pública legitimada pela imprescritibilidade das liberdades
políticas. Enfim, pretende-se afirmar que a liberdade política, mesmo sob a égide de uma lei
que se estatui a si mesmo, constitui um valor inalienável no direito político pensado por
Rousseau. | pt_BR |
| dc.publisher.department | Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FFCH) | pt_BR |
| dc.type.degree | Mestrado Acadêmico | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Dissertação (PPGF)
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