| Campo DC | Valor | Idioma |
| dc.creator | Melo, Carlos Emanuel Alves Florêncio | - |
| dc.date.accessioned | 2025-04-24T14:22:40Z | - |
| dc.date.available | 2025-04-24 | - |
| dc.date.available | 2025-04-24T14:22:40Z | - |
| dc.date.issued | 2015 | - |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufba.br/handle/ri/41872 | - |
| dc.description.abstract | The concept of commodity labor power has a central importance in Marx's studies. It was
with the creation of this concept in the mid 60 years of the nineteenth century, Marx
could revolutionize the political economy and make the critique of the capitalist mode of
production. Unfolding the concept of "commodity labor power" of the concept of
"commodity work" of political economy, Marx made the theoretical discovery of one of
the most important points of this science. With the transformation of the view that the
worker was reduced to merchandise for worker conceptualization as owner of the
commodity labor power, a huge epistemological jump was performed. With this
discovery, Marx goes on to analyze the world of commodities from the uniqueness of the
commodity labor power, from the division of the world of commodities into two broad
categories: the workforce on the one hand; and on the other, all other commodities. For
the workforce or working capacity, Marx understands the set of physical and mental
powers that exist in the body or in the living of a human personality whenever he is in
action in their work, producing use values. From this discovery Marx went on to examine
all the fundamental processes of the capitalist system: the merchandise workforce is
responsible for the goods value appreciation process, as it is the source of value, which
creates value and more value than it closes. But at the outset, it is to issue a warning. We
can’t forget that the critique of bourgeois economic categories that Marx held not only
cracked the historical character of the capitalist mode of production. On the one hand, in
Capital, Marx makes the critique of political economy and the capitalist mode of
production, on the other, we should also understand that these studies have an
ethnological character as the foundation. Rarely it was noted that the relationship
between the capitalist and the worker refers to a particular kind of relationship between
the colonizer and the colonized. How Capital is a raw unfinished work, Marx had only
the empirical basis for their ethnological studies in the years 1879-82. Thus, this work
aims to support a base of philosophical anthropology that appears in ethnological studies
of Marx as a fundamental extension of Capital, where Marx goes on to discuss the
capitalist globalization and the resulting clash of cultures due to the expansion and
strength of other cultures to European colonization due to resistance from other cultures
to European colonization in their attempt to turn producers who have their own working
conditions in mere owners of the goods workforce. | pt_BR |
| dc.description.sponsorship | CAPES | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal da Bahia | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Fetichismo | pt_BR |
| dc.subject | Mercadoria | pt_BR |
| dc.subject | Força de Trabalho | pt_BR |
| dc.subject | Capital | pt_BR |
| dc.subject.other | Fetishism | pt_BR |
| dc.subject.other | Commodity | pt_BR |
| dc.subject.other | Labor power | pt_BR |
| dc.title | Sobre a mercadoria força de trabalho em Karl Marx | pt_BR |
| dc.type | Dissertação | pt_BR |
| dc.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Filosofia (PPGF) | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFBA | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS HUMANAS | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | Moura , Mauro Castelo Branco de | - |
| dc.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/8081639759656421 | pt_BR |
| dc.contributor.referee1 | Moura, Mauro Castelo Branco de | - |
| dc.contributor.referee1Lattes | http://lattes.cnpq.br/8081639759656421 | pt_BR |
| dc.contributor.referee2 | Câmara, Antônio da Silva | - |
| dc.contributor.referee2Lattes | http://lattes.cnpq.br/4868229187967997 | pt_BR |
| dc.contributor.referee3 | Costa Neto, Pedro Leão da | - |
| dc.contributor.referee3Lattes | http://lattes.cnpq.br/8913925209981626 | pt_BR |
| dc.creator.Lattes | http://lattes.cnpq.br/8718284900591884 | pt_BR |
| dc.description.resumo | “Hoje em dia, as pessoas sabem o preço de tudo e o valor de nada”.
Lorde Henry, em O retrato de Dorian Gray (1890), Oscar Wilde.
RESUMO
O conceito de mercadoria força de trabalho possui uma importância central nos estudos
de Marx. Foi com a criação desse conceito, em meados dos anos 60 do século XIX, que
Marx conseguiu revolucionar a economia política e fazer a crítica do modo de produção
capitalista. Desdobrando o conceito de “mercadoria força de trabalho” do conceito de
“mercadoria trabalho” da economia política, Marx fez a descoberta teórica de um dos
pontos mais importantes dessa ciência. Com a transformação da visão de que o
trabalhador estava reduzido à mercadoria, para a conceitualização do trabalhador como
proprietário da mercadoria força de trabalho, um salto epistemológico gigantesco foi
realizado. Com essa descoberta, Marx passou a analisar o mundo das mercadorias sob a
ótica da singularidade da mercadoria força de trabalho, a partir da divisão do mundo das
mercadorias em duas grandes categorias: a força de trabalho, de um lado; e, do outro,
todas as demais mercadorias. Por força de trabalho ou capacidade de trabalho, Marx
entendia o conjunto de faculdades físicas e mentais que existem no corpo ou na
personalidade viva de um ser humano, sempre que ele está em ação no seu trabalho,
produzindo valores de uso. A partir dessa descoberta Marx passou a analisar todos os
processos fundamentais do sistema capitalista: mercadoria força de trabalho é a
mercadoria responsável pelo processo de valorização do valor, pois é a fonte de valor,
que cria o valor e mais valor do que nela se encerra. Mas, logo de saída, cabe aqui fazer
uma advertência. Não se pode esquecer de que a crítica das categorias econômicas
burguesas que Marx realizou não somente desvendou o caráter histórico do modo de
produção capitalista. Se, por um lado, em O capital, Marx realizou a crítica da economia
política e do modo de produção capitalista, por outro, deve-se entender também que esses
estudos possuem um caráter etnológico como fundamento. Raramente foi notado que a
relação entre o capitalista e o trabalhador se refere a um tipo particular da relação entre o
colonizador e o colonizado. E como O capital é uma obra prima inacabada, Marx
somente teve a base empírica para seus estudos etnológicos nos anos de 1879-82. Assim,
esse trabalho busca fundamentar uma antropologia filosófica de base que aparece nos
estudos etnológicos de Marx como uma extensão fundamental de O capital, através do
qual ele discorre sobre a globalização capitalista e o consequente choque entre as
culturas, devido à expansão e resistência de outras culturas à colonização europeia, na sua
tentativa de transformar os produtores que possuem suas próprias condições de trabalho
em meros proprietários da mercadoria força de trabalho. | pt_BR |
| dc.publisher.department | Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FFCH) | pt_BR |
| dc.type.degree | Mestrado Acadêmico | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Dissertação (PPGF)
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