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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/41852
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorGutiérrez-Peredo, Gabriel Brayan-
dc.creatorMartins, Márcia Tereza Silva-
dc.creatorSilva, Fernanda Albuquerque da-
dc.creatorLopes, Marcelo Barreto-
dc.creatorLopes, Gildete Barreto-
dc.creatorLopes, Antonio Alberto-
dc.date.accessioned2025-04-23T17:21:02Z-
dc.date.available2020-07-17-
dc.date.available2025-04-23T17:21:02Z-
dc.date.issued2020-
dc.identifier.citationGutiérrez-Peredo GB, Martins MTS, da Silva FA, Lopes MB, Lopes GB, Lopes AA. Functional dependence and the mental dimension of quality of life in Hemodialysis patients: the PROHEMO study. Health Qual Life Outcomes. 2020 Jul 17;18(1):234.pt_BR
dc.identifier.issn14777525pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/41852-
dc.description.abstractFunctional dependence is highly prevalent in maintenance hemodialysis (MHD) settings. Also, poor health-related quality of life (HRQoL) and high levels of depressive symptoms have been reported by MHD patients. We investigated associations between functional status and mental aspects of quality of life in Brazilian MHD patients. Methods Cross sectional study of 235 patients enrolled in two of the four participating MHD clinics of the Prospective Study of the Prognosis of Chronic Hemodialysis Patients (PROHEMO) in Salvador, BA, Brazil. Data were collected from September 2016 to August 2017. The Katz’s questionnaire was used for basic activities of daily living (ADL) and the Lawton-Brody’s questionnaire for instrumental activities of daily living (IADL). ADL and IADL scores were combined to create 3 functional status groups: highly dependent (n = 47), moderately dependent (n = 109) and independent (n = 82). The validated Brazilian version of the Kidney Disease Quality of Life Short Form (KDQOL-SF) was used for scores of two distinct HRQoL measures, i.e., the mental component summary (MCS) and the 5-item mental health inventory (MHI-5). We used linear regression to estimate differences in scores with adjustment for possible confounders: months of dialysis, age, gender, other sociodemographic variables, body mass index, type of vascular access, dialysis dose by Kt/V, laboratory variables (albumin, blood hemoglobin, calcium, phosphorus, urea, creatinine and parathyroid hormone) and nine comorbid conditions. Results Mean age was 51.2 ± 12.4 yr (median age = 51.0 yr), 59.1% were male, 93.2% were non-White. The prevalence of self-reported functional status differed by age: 54.4% for age < 45 yr, 67.8% for age 45–60 yr and 73.9% for age ≥ 60 yr. Using functionally independent as reference, lower scores were observed for highly dependent patients in MCS (difference: -4.69, 95% CI: -8.09, -0.29) and MHI-5 (difference: -5.97, 95% CI: -8.09, -1.29) patients. These differences changed slightly with extensive adjustments for covariates. Conclusions Our results call attention to a high prevalence of functional dependence in younger and older MHD patients. The results suggest that the lower self-reported mental quality of life in functionally dependent MHD patients cannot be explained by differences in age and comorbidities.pt_BR
dc.languageengpt_BR
dc.publisherPrograma de Pós-Graduação em Medicina e Saúde (PPgMS), Universidade Federal da Bahia (UFBA)pt_BR
dc.relation.ispartofHealth and Quality of Life Outcomespt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectQualidade de vidapt_BR
dc.subjectDepressãopt_BR
dc.subjectSaúde mentalpt_BR
dc.subjectEstado funcionalpt_BR
dc.subjectDiálisept_BR
dc.subjectAtividades da vida diáriapt_BR
dc.subject.otherQuality of lifept_BR
dc.subject.otherDepressionpt_BR
dc.subject.otherMental healthpt_BR
dc.subject.otherFunctional statuspt_BR
dc.subject.otherDialysispt_BR
dc.subject.otherActivities of daily livingpt_BR
dc.titleFunctional dependence and the mental dimension of quality of life in Hemodialysis patients: the PROHEMO studypt_BR
dc.title.alternativeDependência funcional e a dimensão mental da qualidade de vida em pacientes em hemodiálise: o estudo PROHEMOpt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.publisher.initialsPPgMSpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::MEDICINA::CLINICA MEDICA::NEFROLOGIApt_BR
dc.citation.issue1pt_BR
dc.citation.spage1pt_BR
dc.citation.epage10pt_BR
dc.identifier.doi10.1186/s12955-020-01464-3.pt_BR
dc.description.resumoA dependência funcional é altamente prevalente entre pacientes em hemodiálise (HD) de manutenção. Além disso, baixa qualidade de vida relacionada à saúde (QVRS) e altos níveis de sintomas depressivos têm sido relatados por pacientes em HD. Investigamos associações entre o estado funcional e aspectos mentais da qualidade de vida em pacientes brasileiros em HD. Métodos Estudo transversal com 235 pacientes recrutados em duas das quatro clínicas participantes do Estudo Prospectivo do Prognóstico de Pacientes em Hemodiálise Crônica (PROHEMO), em Salvador, BA, Brasil. Os dados foram coletados entre setembro de 2016 e agosto de 2017. O questionário de Katz foi utilizado para avaliar as atividades básicas da vida diária (ABVD) e o questionário de Lawton-Brody para as atividades instrumentais da vida diária (AIVD). As pontuações de ABVD e AIVD foram combinadas para criar 3 grupos de estado funcional: altamente dependentes (n = 47), moderadamente dependentes (n = 109) e independentes (n = 82). A versão brasileira validada do Kidney Disease Quality of Life Short Form (KDQOL-SF) foi utilizada para calcular duas medidas distintas de QVRS: o resumo do componente mental (MCS) e o inventário de saúde mental de 5 itens (MHI-5). Regressão linear foi usada para estimar as diferenças nas pontuações com ajuste para possíveis fatores de confusão: tempo de diálise, idade, sexo, outras variáveis sociodemográficas, índice de massa corporal, tipo de acesso vascular, dose de diálise por Kt/V, variáveis laboratoriais (albumina, hemoglobina, cálcio, fósforo, ureia, creatinina e paratormônio) e nove comorbidades. Resultados A média de idade foi de 51,2 ± 12,4 anos (mediana = 51,0 anos), 59,1% eram do sexo masculino e 93,2% não eram brancos. A prevalência de dependência funcional autorreferida variou com a idade: 54,4% para idade < 45 anos, 67,8% para idade de 45 a 60 anos e 73,9% para idade ≥ 60 anos. Utilizando pacientes funcionalmente independentes como referência, pontuações mais baixas foram observadas entre os pacientes altamente dependentes no MCS (diferença: -4,69; IC 95%: -8,09 a -0,29) e no MHI-5 (diferença: -5,97; IC 95%: -8,09 a -1,29). Essas diferenças se mantiveram com pequenos ajustes após controle extensivo por covariáveis. Conclusões Nossos resultados chamam a atenção para a alta prevalência de dependência funcional tanto em pacientes jovens quanto em idosos em HD. Os resultados sugerem que a menor qualidade de vida mental autorreferida em pacientes funcionalmente dependentes não pode ser explicada apenas por diferenças de idade ou comorbidades.pt_BR
Aparece nas coleções:Artigo Publicado em Periódico (PPGMS)

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