| Campo DC | Valor | Idioma |
| dc.creator | Reis, Alice | - |
| dc.date.accessioned | 2025-04-13T19:31:05Z | - |
| dc.date.available | 2025-04-13T19:31:05Z | - |
| dc.date.issued | 2024-11-14 | - |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufba.br/handle/ri/41778 | - |
| dc.description.abstract | Ecological interactions shape biodiversity and ecosystem responses to climate change.
Understanding those interactions is crucial for developing nature-based solutions (NBS)
that promote climate change mitigation and adaptation, such as ecosystem restoration.
Restoration success benefits from positive interactions, such as facilitation. Coastal
vegetations, such as saltmarshes, seem to facilitate the development of mangroves at the
latitudinal limits of their distribution. Tropical saltmarshes are expected to facilitate the
establishment of mangrove propagules and seedlings, which can be used in restoration
projects. This thesis aims to test whether saltmarshes in tropical environments facilitate
the establishment of mangrove seedlings through three lines of evidence: (I) a systematic
review of experimental studies on interactions between saltmarsh and mangrove
vegetation; (II) mapping of saltmarshes in tropical estuaries and a mensurative
experiment on the abundance of mangrove propagules and seedlings in saltmarshes and
unvegetated habitats; and (III) monitoring, over a year, the survival and growth of
mangrove seedlings naturally established in tropical saltmarshes. The review showed that
saltmarshes facilitate the retention and establishment of mangrove propagules but
compete with their seedlings for resources, reducing their growth at high latitudes.
Seedlings generally overcome this competition, except in extreme climatic conditions.
The review also revealed that different species of salt marshes have varying effects on the
retention of mangrove propagules. Grass-like species retain more propagules than
succulent forms but offer more competition for resources such as light. Both retain more
propagules than unvegetated areas. Interactions in the tropics remained unassessed. The
second chapter explored the distribution of salt marshes in the three main tropical
estuaries in the Baía de Todos os Santos, Bahia, and the presence of mangrove propagules
and seedlings associated with saltmarsh vegetation. Saltmarshes of the genus Spartina
were found exclusively in the euhaline region of the estuaries, with densities and heights
lower than those found at higher latitudes. Mangrove seedlings and propagules were more
abundant in saltmarshes than in unvegetated areas. In the third chapter, the survival and
growth of mangrove seedlings, naturally colonizing tropical saltmarshes were monitored
over a year. During this period, over 75% of the seedlings survived, growing in height
and number of branches, potentially reaching reproductive maturity. The study showed
that the presence of tropical saltmarshes is fundamental for the colonization of mangroves
in the euhaline region of the estuary, facilitating the establishment and survival of
mangrove propagules and seedlings, offering little competition, due to their less dense
and shorter structure compared to those found at higher latitudes. Saltmarsh facilitation
on mangroves should be harnessed in restoration projects. | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal da Bahia | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Interações ecológicas | pt_BR |
| dc.subject | Pântanos | pt_BR |
| dc.subject | Sucessão ecológica | pt_BR |
| dc.subject | Distribuição espacial | pt_BR |
| dc.subject | Biodiversidade | pt_BR |
| dc.subject | Ecossistemas | pt_BR |
| dc.subject | Sistemas biológicos | pt_BR |
| dc.subject | Sucessão ecológica | pt_BR |
| dc.subject | Plantas costeiras | pt_BR |
| dc.subject | Manguezais | pt_BR |
| dc.subject.other | Ecological interactions | pt_BR |
| dc.subject.other | Wetlands | pt_BR |
| dc.subject.other | Ecological succession | pt_BR |
| dc.subject.other | Spatial distribution | pt_BR |
| dc.title | Marismas tropicais como facilitadoras do estabelecimento de plântulas de mangue | pt_BR |
| dc.type | Tese | pt_BR |
| dc.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Ecologia:TAV(antigo Programa de Pós em Ecologia e Biomonitoramento) | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFBA | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::ECOLOGIA::ECOLOGIA APLICADA | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | Barros, Francisco | - |
| dc.contributor.referee1 | Barros, Francisco | - |
| dc.contributor.referee2 | Lignon, Marília Cunha | - |
| dc.contributor.referee3 | Gomes, Luiz Eduardo de Oliveira | - |
| dc.contributor.referee4 | Rovai, André | - |
| dc.contributor.referee5 | Barros, Gabriel | - |
| dc.creator.Lattes | http://lattes.cnpq.br/8329709886262035 | pt_BR |
| dc.description.resumo | As interações ecológicas moldam a biodiversidade e as respostas dos ecossistemas às
mudanças climáticas. Compreender essas interações é crucial para desenvolver soluções
baseadas na natureza (SBN) que promovam a mitigação e adaptação às mudanças
climáticas, como as restaurações de ecossistemas. A restauração se beneficia de
interações positivas, como a facilitação, para seu sucesso. As marismas, vegetações
costeiras, parecem facilitar o desenvolvimento de mangues nos limites latitudinais de sua
distribuição. Assim, é esperado que marismas tropicais facilitem o estabelecimento de
propágulos e plântulas de mangue, podendo ser utilizadas em projetos de restauração.
Dessa forma, esta tese visou testar se marismas em ambientes tropicais facilitam o
estabelecimento de plântulas de mangue. Para tal, foram adotadas três linhas de evidência:
(I) revisão sistemática de estudos experimentais sobre interações entre vegetação de
marisma e manguezal; (II) mapeamento das marismas em estuários tropicais e
experimento mensurativo da abundância de propágulos e plântulas de mangue em
marismas e habitats não vegetados; e (III) monitoramento da sobrevivência e crescimento
de plântulas de mangue estabelecidas naturalmente em marismas tropicais ao longo de
um ano. A revisão mostrou que marismas facilitam a retenção e estabelecimento de
propágulos de mangue, mas competem com suas plântulas por recursos, reduzindo seu
crescimento. As plântulas geralmente superam essa competição, exceto em condições
climáticas extremas. A revisão também revelou que diferentes espécies de marismas têm
efeitos variados na retenção de propágulos de mangue. Espécies com forma de grama
retêm mais propágulos do que formas de suculenta, mas oferecem mais competição por
recursos como a luz. Ambas retêm mais propágulos do que áreas sem vegetação. No
segundo capítulo, foi explorada a distribuição das marismas nos três principais estuários
tropicais na Baía de Todos os Santos, Bahia, e a presença de propágulos e plântulas de
mangue associados à vegetação de marisma. Marismas do gênero Spartina foram
encontradas exclusivamente na região euhalina dos estuários, com densidades e alturas
inferiores às de altas latitudes. Já as plântulas e propágulos de mangue foram mais
abundantes nas marismas do que em áreas sem vegetação. No terceiro capítulo, foi
monitorada, ao longo de um ano, a sobrevivência e crescimento de plântulas de mangue
que colonizaram naturalmente as marismas tropicais. Nesse período, 75% ou mais das
plântulas sobreviveram, cresceram em altura e número de galhos, potencialmente
atingindo a maturidade reprodutiva. O estudo mostrou que a presença de marismas
tropicais é fundamental para a colonização de mangue no estuário, facilitando a retenção,
estabelecimento e sobrevivência de propágulos e plântulas de mangue. Sua presença
oferece pouca competição em relação aos benefícios. Assim, em regiões tropicais,
marismas podem ser utilizadas como indicadoras de restauração natural do manguezal e
inclusive aproveitadas em projetos de restauração. | pt_BR |
| dc.publisher.department | Instituto de Biologia | pt_BR |
| dc.type.degree | Doutorado | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Tese (Pós-Ecologia)
|