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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/41733
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorSartori, Raíssa Fraga Camilo-
dc.date.accessioned2025-04-08T18:10:16Z-
dc.date.available2025-04-08T18:10:16Z-
dc.date.issued2025-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/41733-
dc.description.abstractThis research aims to analyze the dynamics and determinants of job quality in Brazil from 2012 to 2023. During this period, the country experienced a context of institutional changes and economic crises that profoundly altered labor market outcomes. With this in mind, this research sought to contribute to the literature by proposing the creation of a job quality index for the Brazilian case, in line with the research and reports being developed by the ILO. Using microdata from the annual version of the PNAD Contínua, a job quality index was developed encompassing four dimensions: i) job stability; ii) occupation sector; iii) underemployment; and iv) monetary income. Next, an ordered logit model was estimated using the index categories as the response variable, aiming to identify the determinants of job quality in Brazil. The results reveal an interesting dynamic of job quality throughout the 2012-2023 period. Between 2015 and 2019, a period marked by the economic crisis and labor reform, job precariousness increased and remained at a higher level than in 2014. In 2020, as a consequence of the Covid 19 pandemic, the index shows a significant decline, suggesting an improvement in job quality. Although seemingly counterintuitive, this phenomenon can be explained by the mass exodus of informal workers, the vast majority of whom earned less than the minimum wage. In the following years, precarious employment grew again persistently. Regarding the estimation results, in general, job quality is higher for men, white individuals, and those with higher levels of education.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIApt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectBrasil - mercado de trabalhopt_BR
dc.subjectEmprego - qualidadept_BR
dc.subjectOITpt_BR
dc.subjectTrabalhopt_BR
dc.titleDinâmica da qualidade do emprego no Brasil em períodos de crises e reformas econômicaspt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADASpt_BR
dc.contributor.advisor1Lombardi Filho, Stélio Coêlho-
dc.contributor.referee1Lombardi Filho, Stélio Coêlho-
dc.contributor.referee2Silva, Diana Lúcia Gonzaga da-
dc.contributor.referee3Leite, Fabrício Pitombo-
dc.description.resumoEsta pesquisa tem por objetivo analisar a dinâmica e os determinantes da qualidade do emprego no Brasil no período de 2012 a 2023. Durante este período, o país vivenciou um contexto de mudanças institucionais e crises econômicas que alterou profundamente os resultados do mercado de trabalho. Tendo isso em vista, buscou-se contribuir com a literatura propondo a criação de um indicador de qualidade do trabalho para o caso brasileiro, em linha com as pesquisas e relatórios que vêm sendo desenvolvidos pela OIT. A partir dos microdados da versão anual da PNAD Contínua foi elaborado um indicador de qualidade do emprego contemplando quatro dimensões: i) estabilidade no emprego; ii) setor de ocupação; iii) subocupação; e iv) renda monetária. Em seguida, foi estimado um modelo logit ordenado usando as categorias do indicador como variável resposta, tendo em vista identificar os determinantes da qualidade do trabalho no país. Os resultados apontam para uma dinâmica interessante da qualidade do trabalho ao longo do período 2012-2023. No intervalo 2015-2019, período marcado pela crise econômica e pela reforma trabalhista, a precariedade cresceu e ficou em um patamar superior ao verificado em 2014. Já em 2020, como consequência da pandemia de Covid-19, o indicador demonstra uma queda expressiva, sugerindo melhoria da qualidade do emprego. Apesar de parecer contraintuitivo, tal fenômeno pode ser explicado pela saída em massa de trabalhadores informais, que em sua grande maioria recebiam menos de um salário mínimo. Nos anos seguintes, a precariedade volta a crescer de maneira persistente. Acerca dos resultados das estimações, de modo geral a qualidade do emprego é maior para homens, indivíduos da raça branca e indivíduos mais escolarizados.pt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Economiapt_BR
dc.type.degreeBachareladopt_BR
dc.publisher.courseCIÊNCIAS ECONÔMICASpt_BR
Aparece nas coleções:Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) - Ciências Econômicas (FCE)

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