| Campo DC | Valor | Idioma |
| dc.creator | Viana, Denise Maria Carvalho | - |
| dc.date.accessioned | 2025-03-30T18:43:01Z | - |
| dc.date.available | 2025-03-30T18:43:01Z | - |
| dc.date.issued | 2004 | - |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufba.br/handle/ri/41624 | - |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal da Bahia | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Mercado informal | pt_BR |
| dc.subject | Carnaval | pt_BR |
| dc.subject | Salvador | pt_BR |
| dc.subject | Desemprego | pt_BR |
| dc.title | O outro lado da festa O Mercado Informal do Carnaval de Salvador | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de Conclusão de Curso | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFBA | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::COMUNICACAO | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | Brasil, Umbelino | - |
| dc.description.resumo | “O outro lado da festa" é um vídeo documentário sobre o mercado informal do carnaval de Salvador. Em aproximadamente 15 minutos, o trabalho pretende retratar o fenômeno da informalidade a partir desse recorte especifico, suas causas, seus agentes e particularidades.
Durante o período carnavalesco, enquanto milhares de pessoas saem às ruas de Salvador em busca de diversão, outros tantos aproveitam a ocasião para trabalhar e aumentar sua renda familiar. O leque de informais que trabalham no carnaval é tão heterogêneo quanto a própria festa. São vendedores dos mais variados produtos, de comida a adereços; profissionais liberais que durante todo o ano desempenham determinadas atividades e, nos dias da festa, juntam-se aos familiares ou amigos e montam barracas de comida e bebida, abastecem seus isopores de cerveja e refrigerante e vendem aos foliões da festa; músicos, garçons, faxineiros que prestam seus serviços aos camarotes dos circuitos Barra-Ondina e Campo Grande; marceneiros, pedreiros, eletricistas que trabalham na construção dessas estruturas e, até mesmo, profissionais mais graduados, como jornalistas, decoradores e médicos, todos eles enxergando no carnaval uma oportunidade de ganhar dinheiro.
A maior causa da informalidade é o desemprego - no Brasil, 12.3% da população¹ é atingida por esta mazela. Dentre os ocupados, 58.1% está na informalidade². Salvador ocupa o quarto lugar no ranking das capitais brasileiras em participação de trabalho informal e a presença desses trabalhadores no carnaval é um bom exemplo dessa realidade. Segundo a Secretaria de Serviços Públicos da Prefeitura, órgão que licencia e fiscaliza essa atividade no Carnaval, foram quatro mil os
licenciados somente em 2004; estima-se que mais de quinze mil tenham trabalhado sem licença.
O trabalho informal é parte importante do carnaval de Salvador, não só por garantir o abastecimento de comida e bebida aos foliões, mas, também, porque representa parte da diversidade e alegria da festa.
“O outro lado da festa” pretende revelar o perfil da informalidade no carnaval de Salvador intercalando depoimentos de estudiosos da festa, do fenômeno da informalidade e dos próprios agentes do informal, sendo composto por quatro blocos, cujos temas são: “O mercado informal”, “O informal no carnaval”, “Prazer e trabalho” e “Futuro da informalidade no carnaval”. | pt_BR |
| dc.publisher.department | Faculdade de Comunicação | pt_BR |
| dc.type.degree | Bacharelado | pt_BR |
| dc.publisher.course | COMUNICAÇÃO - JORNALISMO | pt_BR |
| dc.cocreator | de Matos, Myrna Enoy Couceiros | - |
| Aparece nas coleções: | Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) - Jornalismo (FACOM)
|