Skip navigation
Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/41578
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorSilva, Raiane de Carvalho-
dc.date.accessioned2025-03-26T16:45:25Z-
dc.date.available2027-03-24-
dc.date.available2025-03-26T16:45:25Z-
dc.date.issued2025-02-18-
dc.identifier.citationSILVA, Raiane de Carvalho. Desempenho físico, desequilíbrio muscular e prevalência de lesões em atletas de judô com deficiência visual. Orientador: Rafael Lima Kons. 2025. 105 f. Dissertação (Mestrado em Ciências da Reabilitação) - Instituto Multidisciplinar de Reabilitação e Saúde, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/41578-
dc.description.abstractIntroduction: Judo for visually impaired such as ophthalmological classification and starting the match with a grip on the judogi. The absence of vision may lead to neuromuscular adaptations that contribute to muscle imbalances, which can be associated with interlimb asymmetries, bilateral strength deficit (BSD), and musculoskeletal injuries. Research suggests that muscle imbalances negatively affect judo athletes' performance and may increase injury risk, especially in high-performance contexts such as Paralympic judo. Objective: To analyze muscle asymmetry levels between limbs, bilateral strength deficit, and the prevalence of injuries in visually impaired judo athletes. Method: Eighteen athletes with visual impairments from the Brazilian Paralympic Judo Team participated, with an average age of 29.6 ± 8.2 years. This dissertation is structured into two main axes, which correspond to two cross-sectional studies. The first investigated the prevalence of injuries and their relationship with muscle imbalances in athletes with congenital and acquired visual impairments. The second analyzed the magnitude and direction of asymmetries through physical tests, including countermovement jump (CMJ), medicine ball throw (MBT), and handgrip strength (HGS). Data were treated cross-sectionally, evaluating associations between biomechanical variables, motor adaptations, and injury reports. Results: Athletes with congenital visual impairment showed a higher prevalence of injuries compared to those with acquired impairment, attributed to specific biomechanical adaptations. Tests such as CMJ and MBT indicated asymmetry levels exceeding 10%, whereas HGS showed asymmetries below this threshold. The direction of asymmetries varied among tests, suggesting multifactorial influences, including impairments in intersegmental coordination and postural balance due to visual impairment. Conclusion: The findings underscore the importance of understanding the biomechanical and neuromuscular specificities of visually impaired judo athletes. Despite limitations such as the small sample size and the study's cross-sectional nature, the results provide a basis for future longitudinal investigations and for developing targeted interventions aimed at injury prevention in this population.pt_BR
dc.description.sponsorshipFundação de Amparo a Pesquisa do Estado da Bahia (FAPESB)pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Restrito/Embargadopt_BR
dc.subjectJudôpt_BR
dc.subjectPessoas com Deficiência Visualpt_BR
dc.subjectDeficiência Visualpt_BR
dc.subjectAssimetria Muscularpt_BR
dc.subjectDéficit Bilateral de Forçapt_BR
dc.subjectLesões Musculoesqueléticaspt_BR
dc.subject.otherJudopt_BR
dc.subject.otherPersons with Visual Disabilitiespt_BR
dc.subject.otherVisual Impairmentpt_BR
dc.subject.otherMuscle Asymmetrypt_BR
dc.subject.otherBilateral Strength Deficitpt_BR
dc.subject.otherMusculoskeletal Injuriespt_BR
dc.titleDesempenho físico, desequilíbrio muscular e prevalência de lesões em atletas de judô com deficiência visualpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós Graduação em Ciências da Reabilitação (PPGREAB)pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDEpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::EDUCACAO FISICApt_BR
dc.contributor.advisor1Kons, Rafael Lima-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0003-1615-5464pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4949149230483943pt_BR
dc.contributor.referee1Kons, Rafael Lima-
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0003-1615-5464pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4949149230483943pt_BR
dc.contributor.referee2Trippo, Karen Valadares-
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0002-0182-0129pt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/7077622397421377pt_BR
dc.contributor.referee3Detanico, Daniele-
dc.contributor.referee3IDhttps://orcid.org/0000-0001-6127-437Xpt_BR
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/1881446866512525pt_BR
dc.creator.IDhttps://orcid.org/0000-0001-7919-1791pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8200942881519261pt_BR
dc.description.resumoIntrodução: O judô para pessoas com deficiência apresenta adaptações específicas como a classificação oftalmológica e o início do combate com pegada no judogi. A ausência de visão pode provocar adaptações neuromusculares que contribuem para desequilíbrios musculares, os quais podem estar associados a assimetrias entre membros, déficit bilateral de força (DBF) e lesões musculoesqueléticas. Pesquisas sugerem que desequilíbrios musculares afetam negativamente o desempenho de judocas e podem aumentar o risco de lesões, especialmente em contextos de alto desempenho, como o judô paralímpico. Objetivo: Analisar os níveis de assimetria muscular entre os membros, o déficit bilateral de força e a prevalência de lesões em atletas de judô com deficiência visual. Método. Participaram dezoito atletas de judô com deficiência visual, membros da Seleção Paralímpica Brasileira, com idade média de 29,6 ± 8,2 anos. Esta dissertação foi estruturada em dois eixos principais, os quais correspondem a dois estudos de caráter transversal. O primeiro investigou a prevalência de lesões e sua relação com desequilíbrios musculares em atletas com deficiência visual congênita e adquirida. O segundo analisou a magnitude e a direção das assimetrias em testes físicos, incluindo salto com contramovimento (SCM), arremesso de medicine ball (AMB) e força isométrica máxima de preensão manual (FPM). Os dados foram tratados de forma transversal, avaliando associações entre variáveis biomecânicas, adaptações motoras e relatos de lesões. Resultados: Os atletas com deficiência visual congênita apresentaram maior prevalência de lesões em relação aos atletas com deficiência adquirida, atribuída às adaptações biomecânicas específicas. Testes como SCM e AMB indicaram níveis de assimetria superiores a 10%, enquanto o FPM apresentou assimetrias abaixo desse limiar. A direção das assimetrias variou entre os testes, sugerindo influências multifatoriais, incluindo comprometimentos na coordenação intersegmentar e no equilíbrio postural devido à deficiência visual. Conclusão: Os achados reforçam a relevância de compreender as especificidades biomecânicas e neuromusculares de judocas com deficiência visual. Apesar das limitações, como o tamanho reduzido da amostra e a transversalidade do estudo, os resultados fornecem bases para futuras investigações longitudinais e para o desenvolvimento de intervenções direcionadas à prevenção de lesões nesta população.pt_BR
dc.publisher.departmentInstituto Multidisciplinar de Reabilitação e Saúde (IMRS)pt_BR
dc.relation.referencesANTUNOVIC, Dunja et al. A mulher nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos. Disponível em: https://www.womensportsfoundation.org/wp-content/uploads/2017/11/wsf-2016- olympic_paralympic-report-final.pdf. Acesso em: 31 maio 2023. BARSOTTINI, Daniel; GUIMARÃES, André; MORAIS, Paulo Roberto. Relação entre técnicas e lesões em praticantes de judô. Revista Brasileira de Medicina do Esporte, v. 12, p. 56-60, 2006. BELL, Derek et al. A assimetria de massa magra influencia a assimetria de força e potência durante o salto em atletas universitários. Journal of Strength and Conditioning Research, v. 28, p. 884–891, 2014. BENNELL, Kim; CROSSLEY, Kay. Lesões musculoesqueléticas no atletismo: incidência, distribuição e fatores de risco. Aust J Sci Med Sport, v. 28, p. 69–75, 1996. PubMed ID: 8937661. BINI, Rodrigo; HUME, Patria. Avaliação da assimetria bilateral no ciclismo utilizando um sistema de manivela instrumentado comercial e pedais instrumentados. International Journal of Sports Physiology and Performance, v. 9, p. 876–881, 2014. BISHOP, Chris; TURNER, Alan; LISTER, Stephen; ALFORD, Kirsty; FITZGERALD, Wendy. As assimetrias no salto estão associadas à velocidade, à mudança de direção e ao desempenho no salto em jogadores de futebol de elite de academias. The Journal of Strength & Conditioning Research, v. 35, n. 7, p. 1841-1847, 2021. BISHOP, Chris; RAYMOND, Miles; CUNNINGHAM, Jennifer; TURNER, Alan. Assimetrias dos membros inferiores: o dilema do cálculo no treinamento de força e condicionamento. Strength and Conditioning Journal, v. 38, n. 6, p. 27–32, 2016. BISHOP, Chris; TURNER, Alan; LIU, Yucheng; BEATO, Marco. Déficit bilateral durante tarefas de salto: relação com o desempenho em velocidade e mudança de direção. Journal of Strength & Conditioning Research, v. 35, n. 7, p. 1833–1840, 2021b. https://doi.org/10.1519/JSC.0000000000003075. BISHOP, Chris; ABBOTT, William; BRASHILL, Claire; READ, Peter; LOTURCO, Irineu; BEATO, Marco; TURNER, Alan. Efeitos do treinamento de força na pré-temporada sobre o desempenho em saltos bilaterais e unilaterais, e o déficit bilateral em jogadores de futebol de academias da Premier League. Professional Strength & Conditioning, v. 62, n. 9, p. 7-14, 2021a. BISHOP, Chris; TURNER, Alan; READ, Peter. Efeitos das assimetrias entre membros no desempenho físico e esportivo: uma revisão sistemática. Journal of Sports Sciences, v. 36, n. 10, p. 1135-1144, 2017. BŁACH, Wojciech; ZAWISZA, Piotr; KUBIAK, Tomasz; ZAWISZA, Dorota; ZIÓŁKOWSKA, Natalia. Frequência de lesões no judô em competições de alto nível na Europa no período de 2005 a 2020. Journal Of Clinical Medicine, v. 10, n. 4, p. 852, 2021. 68 BOBBERT, Maarten F.; SCHENK, Sigurd; BIRKETT, Lorie; THOMAS, Grant. Explicação do déficit bilateral no salto vertical com agachamento humano. Journal of Applied Physiology (Bethesda, Md.: 1985), v. 100, n. 2, p. 493–499, 2006. BONITCH, Juan; MELLO, Alberto; LIMA, Renato; CARNEIRO, Rodrigo. Mudanças no pico de potência das pernas induzidas por lutas consecutivas de judô e sua relação com a produção de lactato. Journal of Sports Science, v. 28, n. 14, p. 1527-1534, 2010. BOSCO, Carmelo. Avaliação de força com o teste de Bosco. Italian Society of Sport Science: Roma, 1999. BOTTON, Cíntia et al. Adaptações neuromusculares ao treinamento de força unilateral versus bilateral em mulheres. Journal of Strength and Conditioning Research, v. 30, n. 7, p. 1924–1932, 2016. https://doi.org/10.1519/JSC.0000000000001125. BRACIC, Mitja et al. Uma investigação sobre a influência do déficit bilateral no desempenho do salto com contramovimento em velocistas de elite. Kinesiology, v. 42, n. 1, p. 73–81, 2010. CASA DOS ESPORTES PARA PESSOAS CEGAS. Disponível em: https://ibsasport.org. Acesso em: 1 jun. 2023. CERONI, Dimitri et al. Diferenças bilaterais e de gênero no desempenho do salto vertical unipodal em adolescentes saudáveis. Journal of Strength and Conditioning Research, v. 26, p. 452–457, 2012. CHEN, Shen-Kai; LIU, Feng; ZHANG, Wei; JIANG, Xiao. Investigação dos Modelos de Gestão de Lesões em Atletas de Elite. The Kaohsiung Journal of Medical Sciences, v. 21, n. 5, p. 220-227, 2005. CHIMERA, Nicole et al. Histórico de lesões, sexo e desempenho no Functional Movement Screen e no Y Balance Test. Journal of Athletic Training, v. 50, n. 5, p. 475–485, 2015. COMITÊ PARALÍMPICO BRASILEIRO. Disponível em: https://www.cpb.org.br/noticia/detalhe/3254/judo-paralimpico-saiba-quem-pode-competir-ecomo-comecar-a-praticar-a-modalidade. Acesso em: 10 out. 2022. CROISIER, Jean-Louis et al. Desiquilíbrios de força e prevenção de lesões no músculo posterior da coxa em jogadores de futebol profissionais: um estudo prospectivo. The American Journal of Sports Medicine, v. 36, n. 8, p. 1469-1475, 2008. CUSATIS, Rafael. Prevalência de lesões no judô de alto rendimento. Revista Brasileira de Fisiologia do Exercício, v. 8, n. 1, p. 14–19, 2009. DERMAN, Wayne et al. Alta taxa de lesões pré-competição domina o perfil de lesões nos Jogos Paralímpicos de Verão Rio 2016: um estudo prospectivo de coorte com 51.198 dias de atleta. British Journal of Sports Medicine, v. 52, n. 1, p. 24-31, 2017. 69 DETANICO, Daniele et al. Efeitos de lutas consecutivas de judô na fadiga e nos marcadores de dano muscular. The Journal of Strength & Conditioning Research, v. 29, n. 4, p. 1010- 1016, 2015. DOPICO, Xurxo et al. A relação entre dominância motora e dominância funcional na execução de técnicas de judô: um estudo sobre lateralidade. Archives of Budo, v. 10, p. 287– 294, 2014. FAGHER, Kristina; SILVA, Marcia; SANTOS, Lucas. Prevalência de lesões relacionadas ao esporte no judô paralímpico: um estudo exploratório. Journal of Science and Medicine in Sport, v. 22, n. 8, p. 902–906, 2019. FEDERAÇÃO INTERNACIONAL DE JUDÔ (IJF). Regras de Arbitragem da IJF. Disponível em: http://www.intjudo.eu/Rules/IJF_Referee_Rules. Acesso em: 29 nov. 2017. FORT-VANMEERHAEGHE, Azahara et al. Assimetrias maiores no salto vertical e menor desempenho físico são indicadores de maior incidência de lesões em jovens atletas de esportes coletivos. Journal of Strength and Conditioning Research, v. Publish Ahead of Print, 2020. FRANCHINI, Emerson et al. Combate de judô: análise do tempo e movimento e fisiologia. International Journal of Performance Analysis in Sport, v. 13, p. 626-643, 2013. FRANCHINI, Emerson et al. Perfis fisiológicos de atletas de judô de elite. Sports Medicine, v. 41, n. 2, p. 147-166, 2011. FRANETTOVICH, Melinda et al. Desequilíbrio muscular entre atletas de elite. British Journal of Sports Medicine, v. 45, n. 4, p. 348-349, 2011. GUTIÉRREZ-SANTIAGO, Alfonso et al. Lesões esportivas em atletas de judô paralímpicos de elite: Findings from the 2018 World Championship. Journal of Physical Activity & Health, v. 17, n. 11, p. 1162–1170, 2020. HART, Nicolas et al. Assimetria musculoesquelética em atletas de futebol: um produto da função dos membros ao longo do tempo. Medicine and Science in Sports and Exercise, v. 48, n. 6, p. 1379–1387, 2016. HELME, Mark et al, A assimetria dos membros inferiores aumenta o risco de lesões no esporte? Uma revisão sistemática. Physical Therapy in Sport: Official Journal of the Association of Chartered Physiotherapists in Sports Medicine, v. 49, p. 204–213, 2021. HOWARD et al. As contrações bilaterais máximas são modificadas por efeitos interlimbais mediadas neuralmente. Journal of Applied Physiology, v. 70, p. 306–316, 1991. IBSA. Parte um: disposições gerais. Disponível em: https://ibsasport.org/wpcontent/uploads/2022/01/IBSA-Judo-Classification-Rules.pdf. Acesso em: 4 jun. 2023. IMPELLIZZERI, Franco et al. Teste de força de salto vertical para avaliar a assimetria de força bilateral em atletas. Medicine & Science in Sports & Exercise, n. 3, p. 2044-2050, 2007. 70 JAKOBI, Jennifer et al. Contrações bilaterais e unilaterais: possíveis diferenças na força máxima voluntária. Journal of Applied Physiology, v. 26, p. 12–33, 2001. JAMES et al. Taxas de lesão em judocas adultos de elite. Biology of Sport, v. 20, n. 1, p. 25– 32, 2003. JANZEN, Cora et al. O efeito do treinamento de força unilateral e bilateral no déficit bilateral e na massa de tecido magro em mulheres pós-menopáusicas. European Journal of Applied Physiology, v. 97, n. 3, p. 253–260, 2006. https://doi.org/10.1007/s00421-006-0165-1 Judô paralímpico tem mudanças de regras em 2022; saiba quais - Comitê Paralímpico Brasileiro. Disponível em: https://cpb.org.br/noticia/detalhe/3789/judo-paralimpico-temmudancas-de-regras-em-2022-saiba-quais. Acesso em: 31 maio. 2023. KALATA, Maros et al. Assimetria de força unilateral e bilateral entre jovens atletas de elite de diversos esportes. Medicina, v. 56, n. 12, p. 683, 2020. KIM, Keun-Suh et al. Lesões em atletas de judô de nível olímpico nacional: um estudo epidemiológico. British Journal of Sports Medicine, v. 49, n. 17, p. 1144–1150, 2015. KOBAYASHI, Yuji; TANAKA, Naoki; SUZUKI, Tomoya. Relação entre as diferenças bilaterais nos saltos unipodais e a assimetria na força isocinética do joelho. Journal of Applied Biomechanics, v. 29, p. 61–67, 2013. KONS, Rafael. Desempenho físico e técnico-tático em atletas de judô com deficiência visual: análise a partir de competições oficiais e validade de um protocolo específico. Florianópolis, 2021. KONS, Rafael et al. Controle neuromuscular e postural em atletas de judô com e sem deficiência visual: estudo de caso. Journal of Exercise Rehabilitation, v. 15, n. 1, p. 60–66, 2019. KONS, Rafael et al. Déficit bilateral no salto com contramovimento e suas associações com o desempenho específico no judô. Research in Sports Medicine, p. 1–12, 2022. KONS, Rafael et al. Efeito das lutas oficiais de judô na força de preensão manual e nas respostas perceptivas. Journal of Exercise Rehabilitation, v. 14, n. 1, p. 93, 2018. KONS, Rafael et al. Efeitos de lutas consecutivas de judô na assimetria entre membros e no déficit bilateral. Physical Therapy in Sport: Official Journal of the Association of Chartered Physiotherapists in Sports Medicine, v. 47, p. 15–22, 2021. KONS, Rafael et al. Efeitos do protocolo de fadiga do ciclo de alongamento e encurtamento na assimetria dos membros inferiores e na dor muscular em atletas de judô. Sports Biomechanics, p. 1–16, 2020. KONS, Rafael et al. Relação entre a assimetria dos membros inferiores e o desempenho em testes específicos de judô. Sport Sciences for Health, v. 16, p. 305–312, 2020. 71 KONS, Rafael; PATATAS, Jacqueline. Classificação dos esportes paralímpicos: necessidade de pesquisa baseada na origem da deficiência do atleta. American Journal of Physical Medicine & Rehabilitation, 2023. KOSHIDA, Sentaro et al. O mecanismo comum das lesões do ligamento cruzado anterior no judô: uma análise retrospectiva. British Journal of Sports Medicine, v. 44, p. 856–861, 2010. KRABBEN, Kai et al. Que vença o de melhor visão? A relação entre a função visual e o desempenho no Para judô. Journal of Sports Sciences, v. 39, n. sup1, p. 188–197, 2021. KRABBEN, Kai et al. O desenvolvimento de uma classificação baseada em evidências para deficiência visual no judô: um estudo Delphi. Frontiers in Psychology, v. 10, n. 98, p. 1–12, 2019. KRABBEN, Kai et al. Lutar sem visão: a contribuição da visão para o desempenho no judô. Psychology of Sport and Exercise, v. 37, p. 157–163, 2018. KURUGANTI, Usha et al. Fenômeno do déficit bilateral e o papel da atividade dos músculos antagonistas durante extensões isométricas máximas de joelho em homens jovens e atléticos. European Journal of Applied Physiology, v. 111, n. 7, p. 1533–1539, 2011. LOHMANDER, Stefan et al. A consequência a longo prazo das lesões do ligamento cruzado anterior e do menisco: osteoartrite. The American Journal of Sports Medicine, v. 35, p. 1756–1769, 2007. LOPES-SILVA, João Paulo et al. Influência da aptidão física no desempenho do teste de aptidão especial de judô: uma análise de regressão linear múltipla. Journal of Strength & Conditioning Research, v. 35, n. 6, p. 1732–1738, 2021. https://doi.org/10.1519/jsc.0000000000002948. MACDONALD, Graham et al. Mitigando o déficit bilateral: reduzindo os déficits neurais através do aumento da força residual e da redução da ativação. European Journal of Applied Physiology, v. 118, p. 1911–1919, 2018. MAGNUS, Charlene et al. Um maior déficit bilateral no leg press do que no exercício de preensão manual pode estar relacionado a diferenças nos requisitos de estabilidade postural. Applied Physiology, Nutrition, and Metabolism, v. 33, n. 6, p. 1132–1139, 2008. https://doi.org/10.1139/H08-101. MALONEY, et al. A relação entre assimetria e desempenho atlético: uma revisão crítica. The Journal of Strength & Conditioning Research, v. 33, n. 9, p. 2579–2593, 2019. MARSHALL et al. Simetria biomecânica em jogadores de rugby union de elite durante tarefas dinâmicas: uma investigação utilizando técnicas de análise de dados discretos e contínuos. BMC Sports Science, Medicine and Rehabilitation, v. 7, p. 1–13, 2015. MESSIAS, André et al. Tabelas para medir acuidade visual com escala logarítmica: porque usar e como construir. Arquivos Brasileiros de Oftalmologia, v. 73, n. 1, p. 96–100, 2010. 72 MIARKA, Bianca et al. Lesões durante um Campeonato Mundial de Judô: diferenças entre sexo, categoria de peso e fase da competição. International Journal of Performance Analysis in Sport, v. 18, n. 2, p. 229–244, 2018. NUNN, Karen et al. Comparação de três métodos de avaliação de desequilíbrios de força no joelho. Journal of Orthopaedic & Sports Physical Therapy, v. 10, p. 134–137, 1988. POCECCO, Elena et al. Lesões no judô: uma revisão sistemática da literatura com sugestões para prevenção. British Journal of Sports Medicine, v. 47, n. 18, p. 1139–1143, 2013. RAČIČ, Mitja et al. Uma investigação sobre a influência do déficit bilateral no desempenho do salto com contramovimento em velocistas de elite. Kinesiology, [S. l.], p. 73–81, 2010. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/228485830_An_investigation_of_the_influence_of_ bilateral_deficit_on_the_counter-movement_jump_performance_in_elite_sprinters. Acesso em: 5 maio 2023. RAYSMITH, Benjamin et al. O sucesso ou fracasso no desempenho é influenciado pelas semanas perdidas devido a lesões e doenças em atletas de atletismo de elite da Austrália: um estudo prospectivo de 5 anos. The Journal of Science and Medicine in Sport, v. 19, p. 778– 783, 2016. ROBINSON et al. Uso de variáveis da plataforma de força para quantificar os efeitos da manipulação quiroprática na simetria da marcha. Journal of Manipulative and Physiological Therapeutics, v. 10, p. 172–176, 1987. SATO, Kimitake et al. Influência da assimetria na distribuição de peso na biomecânica do agachamento com barra. Journal of Strength and Conditioning Research, v. 26, p. 342– 349, 2012. SCHILTZ, Marc et al. Desequilíbrios de força explosiva em jogadores profissionais de basquete. Journal of Athletic Training, v. 44, p. 39–47, 2009. SHORTER, K Alex et al. Uma nova abordagem para detectar assimetrias na marcha. Clinical Biomechanics, v. 23, p. 459–467, 2008. SUGIYAMA, Takashi et al. Assimetria entre as pernas dominante e não dominante na cinemática dos membros inferiores durante um salto unipodal de corrida em jogadores universitários de basquete. Journal of Sports Science and Medicine, v. 13, p. 951–957, 2014. TIRP, Julian; JENSEN, Thomas; MÖLLER, Peter. Postura de combate no judô – diferenças de lateralidade entre e dentro dos níveis de competição. International Journal of Performance Analysis in Sport, v. 14, n. 1, p. 217–224, 2014. TURNES, Tiago et al. O déficit bilateral na força de preensão manual está associado ao desempenho em tarefas específicas de judô? Journal of Strength and Conditioning Research, v. 36, n. 2, p. 455–460, 2019. 73 TWEEDY, Sean et al. Necessidades de pesquisa para o desenvolvimento de sistemas de classificação baseados em evidências para deficiências físicas, visuais e intelectuais. Em: Treinamento e Coaching do Atleta Paralímpico. Oxford, UK: John Wiley & Sons, Ltd, 2016. p. 122–149. TWOMEY, Lance; TAYLOR, John. A coluna lombar: estrutura, função, mudanças com a idade e fisioterapia. Australian Journal of Physiotherapy, v. 40, p. 19–30, 1994. WESTRICK, Richard; WILLIAMS, Alan; MARTIN, Michael. Exploração do teste Y-balance para avaliação do desempenho da cadeia cinética fechada do quadrante superior. International Journal of Sports Physical Therapy, v. 7, n. 2, p. 139, 2012. WILLICK, Stuart et al. A epidemiologia das lesões nos Jogos Paralímpicos de Londres 2012. British Journal of Sports Medicine, v. 47, n. 7, p. 426–432, 2013. WINCKLER, Ciro. Pedagogia do paradesporto. [s.l: s.n.]. WONG et al. Diferença na pressão plantar entre o pé preferido e o não preferido em quatro movimentos relacionados ao futebol. British Journal of Sports Medicine, v. 41, p. 84–92, 2007. YOUNG et al. A potência muscular está relacionada à velocidade de corrida com mudanças de direção? The Journal of Sports Medicine and Physical Fitness, v. 42, p. 282–288, 2002. ZIFCHOCK, Rebecca Avrin et al. O ângulo de simetria: um método novo e robusto para quantificar a assimetria. Gait & Posture, v. 27, p. 622–627, 2008.pt_BR
dc.type.degreeMestrado Acadêmicopt_BR
Aparece nas coleções:Dissertação (PPGREAB)

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
Raiane de Carvalho Silva TCC - dissertação versão final.pdf
  Until 2027-03-24
8,2 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir Solicitar uma cópia
Mostrar registro simples do item Visualizar estatísticas


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.