Skip navigation
Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/41330
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorLima, Emily Conceição-
dc.date.accessioned2025-02-22T01:36:33Z-
dc.date.available2025-02-21-
dc.date.available2025-02-22T01:36:33Z-
dc.date.issued2024-10-04-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/41330-
dc.description.abstractVertically transmitted infections represent a major global public health problem. Different microorganisms can cross the transplacental barrier and affect the fetus, potentially causing problems that manifest before and after birth. Therefore, screening for infections during pregnancy is extremely important to ensure that appropriate measures are taken to protect the health of the pregnant woman and the fetus and/or newborn. The objective of this study was to evaluate the frequency of infections, such as toxoplasmosis, rubella, and hepatitis B, and associated risk factors, in pregnant women at a maternity hospital in Salvador, Bahia. A cross- sectional study was carried out between December 2022 and December 2023 with pregnant women with reactive serology for syphilis admitted to the obstetric center of the Maria da Conceição de Jesus Maternity Hospital (Salvador, Bahia). For pregnant and postpartum women who agreed to participate in the study, sociodemographic data, clinical information, and prenatal information were collected, and serological tests for markers related to these infections were performed. Serological tests were performed for: anti-Toxoplasma gondii IgG and IgM; for hepatitis B, anti-HBs, total anti-HBc and HBs antigen (HBsAg); in addition to anti-rubella IgG. In the present study, 182 pregnant women agreed to participate in the study, who were, on average, 25.80 ± 6.11 years old. Most of the pregnant women declared themselves black or brown, had a level of education up to high school (incomplete or complete) and a family income ≤ 1 minimum wage. The results of the serological tests showed that 52.2% had IgG antibodies reactive to T. gondii, while 1.64% were IgM reactive. In the case of hepatitis B, it was found that 72.8% of the pregnant women were reactive to anti-HBs and non-reactive to total anti-HBc, indicating that at least this portion had been vaccinated. Approximately 2.74% of pregnant women were reactive for the total anti-HBc marker and 2.19% for HBsAg. Regarding rubella, 81.33% were reactive for IgG antibodies. The data indicated that participants aged 26 years or older had a higher frequency of anti- rubella IgG antibodies and were 1.88 times more likely to be seropositive for anti-T. gondiiIgG antibodies compared to younger pregnant women. The results of this study highlight the importance of epidemiological surveillance during pregnancy and can guide interventions and prevention strategies to protect maternal and child health.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIApt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectInfecçõespt_BR
dc.subjectGestaçãopt_BR
dc.subjectTransmissão verticalpt_BR
dc.subjectToxoplamosept_BR
dc.subjectHepatite Bpt_BR
dc.subjectRubéolapt_BR
dc.subjectEpidemiologiapt_BR
dc.subjectDoenças transmissíveis - Epidemiologiapt_BR
dc.subjectInfecções por toxoplasma - Salvador (BA)pt_BR
dc.subjectInfecções neonatais - Salvador (BA)pt_BR
dc.subjectGrávidas - Doenças - Salvador (BA)pt_BR
dc.subjectToxoplasmose - Transmissãopt_BR
dc.subjectHepatite B - Transmissãopt_BR
dc.subjectRubéola - Transmissãopt_BR
dc.subject.otherInfectionspt_BR
dc.subject.otherPregnancypt_BR
dc.subject.otherVertical Transmissionpt_BR
dc.subject.otherToxoplamosispt_BR
dc.subject.otherHepatitis Bpt_BR
dc.subject.otherRubellapt_BR
dc.titleSoropositividade de infecções causadas pelo Toxoplasma gondii, vírus da hepatite b e rubéola em gestantes reagentes para sífilis de uma maternidade de referência em Salvador-BApt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Farmácia (PPGFAR) pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDEpt_BR
dc.contributor.advisor1Teixeira, Márcia Cristina Aquino-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9452875576136451pt_BR
dc.contributor.advisor-co1DOS SANTOS, CARINA CARVALHO-
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7313535995130086pt_BR
dc.contributor.referee1Teixeira, Márcia Cristina Aquino-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9452875576136451pt_BR
dc.contributor.referee2Ferreira, Júnia Raquel Dutra-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/4981125330319241pt_BR
dc.contributor.referee3Oliveira, Ricardo Riccio-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/0934876821453374pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6408919492300973pt_BR
dc.description.resumoAs infecções transmitidas verticalmente representam um importante problema de saúde pública mundial. Diferentes micro-organismos podem cruzar a barreira transplacentária e afetar o feto, podendo gerar problemas que se manifestam antes e após o nascimento. Assim, o rastreio de infecções durante a gravidez é de extrema importância para garantir que medidas adequadas sejam tomadas para proteger a saúde da gestante e do concepto e/ou recém- nascido. O objetivo deste trabalho foi avaliar frequência de infecções, como, a toxoplasmose, rubéola e hepatite B, e fatores de risco associados, em gestantes de uma maternidade de Salvador, Bahia. Foi realizado um estudo de corte transversal, entre dezembro/2022 e dezembro/2023, com gestantes com sorologia reagente para sífilis admitidas no centro obstétrico da Maternidade Maria da Conceição de Jesus (Salvador, Bahia). Para as gestantes e puérperas que aceitaram participar do estudo, foram coletados dados sociodemográficos, informações clínicas e dados sobre o pré-natal. Foram realizados testes sorológicos para: anticorpos IgG e IgM anti- Toxoplasma gondii; para hepatite B, anticorpos anti-HBs, anti- HBc total e antígeno HBs (AgHBs); além de anticorpos IgG contra rubéola. No presente estudo, 182 gestantes aceitaram participar do estudo, as quais tinham, em média, 25,80 ± 6,11 anos de idade. A maioria das gestantes se autodeclarou preta ou parda, apresentava o nível de escolaridade até o ensino médio (incompleto ou completo) e renda familiar ≤ 1 salário mínimo. Os resultados dos testes sorológicos mostraram que 52,2% apresentavam anticorpos IgG reagentes para T. gondii, enquanto 1,64% foram IgM reagentes. No caso da hepatite B, foi encontrado que 72,8% das gestantes foram reagentes para anti-HBs e não reagentes para anti-HBc total, indicando que pelo menos essa parcela foi vacinada. Cerca de 2,74% das gestantes foram reagentes para o marcador anti-HBc total e 2,19% para o AgHBs. Em relação à rubéola, 81,33% foram reagentes para anticorpos IgG. Os dados indicaram que participantes com 26 anos ou mais apresentaram uma maior frequência de anticorpos IgG anti-rubéola e tiveram 1,88 vezes mais chances de serem soropositivas para anticorpos IgG anti-T. gondii em comparação com gestantes mais jovens. Os resultados deste estudo ressaltam a importância da vigilância epidemiológica durante a gestação e podem orientar intervenções e estratégias de prevenção para proteger a saúde materno-infantil.pt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Farmáciapt_BR
dc.type.degreeMestrado Acadêmicopt_BR
Aparece nas coleções:Dissertação (PPGFAR)

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
DISSERTAÇÃO FINAL_EMILY LIMA- após defesa_FINAL (1).pdfDISSERTAÇÃO - EMILY C LIMA1,18 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir
Mostrar registro simples do item Visualizar estatísticas


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.