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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/41190
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorAlmeida, Gisa Maria Gomes de Barros-
dc.date.accessioned2025-02-12T16:01:59Z-
dc.date.available2025-02-12T16:01:59Z-
dc.date.issued2024-12-12-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/41190-
dc.description.abstractThis research aims to: study the black neighborhood of Trapiche by answering some guiding questions that have guided this work on the black neighborhood of Trapiche: whether or not it is a quilombo; whether or not it is a fishing neighborhood; what categories of work exist in the black neighborhood of Trapiche; study and reflect on a city that is a reference for black culture by observing the production of the city based on black people, what are the processes of building the city with black people as the protagonists. The research methodology used to write this dissertation combined elements of qualitative research, immersion in the field and bibliographic analysis, adapted to the circumstances imposed by the COVID-19 pandemic. The main features of the methodology were: (1) initial bibliographical research, (2) immersion and field observation, (3) participatory research, (4) reflections on local reception. As a result, this study underlines the urgency of public policies that tackle structural inequalities and promote inclusive development in these marginalized areas. The history and current conditions of Trapiche illustrate the persistent challenges faced by black and poor communities in Brazil, requiring concrete action to guarantee basic rights and equal opportunities for all citizens. Conclusion. Despite all the arguments about the black neighborhood of Trapiche, despite some similarities, the neighborhood of Trapiche is not a quilombo, but it does have a strong identity as a black neighborhood, just like the concept of “urban quilombo” mentioned by Maria Estela Ramos at the beginning of this study. However, while writing this dissertation I mentioned the existence of a quilombola community nearby, called Cambuta, located in the Santo Amaro region, which reinforces the area's connection with quilombola struggle and culture. Although Trapiche is not explicitly identified as a quilombo, it shares some characteristics, such as cultural resistance and the predominance of a black population, functions that can be compared to those of an urban quilombo, according to the studies cited.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahia,pt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectTrapiche (Santo Amaro, Ba)pt_BR
dc.subjectIdentidadept_BR
dc.subjectFronteiraspt_BR
dc.subjectRacismopt_BR
dc.subjectResistênciapt_BR
dc.subjectBairro Negropt_BR
dc.subject.otherTrapichept_BR
dc.subject.otherIdentitypt_BR
dc.subject.otherRacismpt_BR
dc.subject.otherBorderspt_BR
dc.subject.otherResistancept_BR
dc.subject.otherBlack Quarterpt_BR
dc.titleO bairro negro do Trapiche em Santo Amaro - Bahiapt_BR
dc.title.alternativeThe black neighborhood of Trapiche in Santo Amaro - Bahiapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo (PPGAU) pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ARQUITETURA E URBANISMOpt_BR
dc.contributor.advisor1Velame, Fábio Macedo-
dc.contributor.advisor1ID0000-0003-4414-2521pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0386406510741414pt_BR
dc.contributor.advisor2Cunha Júnior, Henrique Antunes-
dc.contributor.advisor2IDhttps://orcid.org/0000-0002-9664-5545pt_BR
dc.contributor.referee1Velame, Fabio Macedo-
dc.contributor.referee1ID0000-0003-4414-2521pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0386406510741414pt_BR
dc.contributor.referee2Cunha Junior, Henrique Antunes-
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0002-9664-5545pt_BR
dc.contributor.referee3Oliveira, Joana Darc de-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/9412303406727941pt_BR
dc.contributor.referee4Oliveira, Rosy de-
dc.contributor.referee4Latteshttp://lattes.cnpq.br/2831649554850820pt_BR
dc.creator.IDhttps://orcid.org/0000-0002-5323-2863pt_BR
dc.creator.Latteshttps://lattes.cnpq.br/0863265846948645pt_BR
dc.description.resumoEsta pesquisa objetiva: estudar o bairro negro do Trapiche respondendo a algumas perguntas norteadoras que guiaram este trabalho sobre o bairro negro do Trapiche: ser ou não um quilombo; ser ou não um bairro pesqueiro; quais as categorias de trabalho existentes no bairro Negro do Trapiche; estudar e refletir sobre uma cidade referencial da cultura negra observando a produção da cidade a partir do negro, quais os processos de construção da cidade tendo o negro como protagonista. Como metodologia de pesquisa utilizada para escrever esta dissertação combinei elementos de pesquisa qualitativa, imersão no campo e análise bibliográfica, adaptada às circunstâncias impostas pela pandemia de COVID-19. As principais características da metodologia foram: (1) pesquisa bibliográfica inicial, (2) imersão e observação de campo, (3) pesquisa participativa, (4) reflexões sobre a recepção local. Como Resultados este estudo sublinha a urgência de políticas públicas que enfrentem as desigualdades estruturais e promovam um desenvolvimento inclusivo nessas áreas marginalizadas. A história e as condições atuais do Trapiche ilustram os desafios persistentes enfrentados pelas comunidades negras e pobres no Brasil, exigindo ações concretas para garantir direitos básicos e oportunidades iguais para todos os cidadãos. Conclusão. apesar de toda a argumentação sobre o bairro negro do Trapiche, apesar de algumas similaridades, o bairro do Trapiche não é um quilombo, mas possui uma forte identidade como um bairro negro, assim como o conceito de "quilombo urbano" mencionado por Maria Estela Ramos no início deste estudo. No entanto, durante a escrita desta dissertação mencionei a existência de uma comunidade quilombola nas proximidades, chamada Cambuta, situada na região de Santo Amaro, o que reforça a conexão da área com a luta e a cultura quilombola. Embora o Trapiche não seja explicitamente identificado como um quilombo, ele compartilha algumas características, como a resistência cultural e a predominância de uma população negra, funções que podem ser comparadas às de um quilombo urbano, segundo os estudos citados.pt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Arquiteturapt_BR
dc.type.degreeMestrado Acadêmicopt_BR
Aparece nas coleções:Dissertação (PPGAU)

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