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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/41146
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorNilsson, Mariana Guimarães-
dc.date.accessioned2025-02-09T02:28:06Z-
dc.date.available2025-02-08-
dc.date.available2025-02-09T02:28:06Z-
dc.date.issued2023-02-27-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/41146-
dc.description.abstractSARS-CoV-2 (Severe Acute Respiratory Syndrome Coronavirus 2), responsible for the COVID-19 syndrome (Coronavirus Infectious Disease 2019), was identified and described in December 2019, when a group of patients with pneumonia of unknown viral origin started being admitted to hospitals in Wuhan, Hubei province in China. The detection of this pathogen in numerous animal species, such as ferrets, tigers, lions, monkeys, rabbits, hamsters and, in particular, dogs and cats, raises the concern of researchers that they are possible zoonotic sources of the virus. When analyzing the scenario of the relationship between man and domesticated animals, the concern due to SARS-CoV-2 is that this etiological agent has genomic characteristics that allow interspecies transmission and adaptation to conditions in a new host; The aim of this study was to detect the presence of SARS-CoV-2 and anti-SARS-CoV-2 antibodies in shelters and house-hold dogs. A cross-sectional study was carried out on dogs from tutors who agreed to participate in the project and from institutions that shelter animals, such as shelters run by Non-Governmental Organizations (NGOs), the Zoonoses Control Center - CCZ and temporary homes. Blood, oropharyngeal (or nasopharyngeal) and rectal secretions were collected from each animal in a single moment. The collections were made in the shelters where the animals were kept, and the epidemiological questionnaire was answered by the person in charge of the animal or the shelter. Samples were collected from 111 dogs for the study, resulting in 222 swabs. All samples were negative by RT-qPCR and showed the same pattern as the negative control. 89 dog samples were tested using the magnetic ELISA, in which 18 animals (20.22%; 95%CI: 12.45 - 30.07) had IgG antibodies to the SARS-CoV-2 N protein and none of the evaluated animals reacted to the Spike protein.66 blood samples were evaluated, all without major variations compared to the blood count reference values, however we did not verify active infection and, therefore, how these variables behave against the virus in this case. During the execution of the project, 428 samples of oral and rectal swabs were collected from 214 felines, among which 149 sera were collected. Regarding the molecular detection of these animals, as well as dogs, the presence of viral RNA was not detected in any of the swab samples. To perform the ELISA using magnetic spheres, as well as canines, we used 51 serum samples from a pre-pandemic period (2014). We notice that the pre-pandemic samples had higher optical density values, for the most part, than the samples collected during the pandemic. It was impossible to draw a cutoff point for the reaction by analyzing the ROC curve with the results obtained. Therefore, these results demonstrate that research in the area of molecular surveillance and serological studies with animals are extremely important to understand the extent of infection with other coronaviruses, what are the roles of these animals in viral epidemiology and how their immune response evolve.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectCãespt_BR
dc.subjectGatospt_BR
dc.subjectCOVID-19pt_BR
dc.subjectVigilância Molecularpt_BR
dc.subjectSaúde Única.pt_BR
dc.subject.otherDogspt_BR
dc.subject.otherCatspt_BR
dc.subject.otherCOVID19pt_BR
dc.subject.otherOne Healthpt_BR
dc.subject.otherMolecular Surveillancept_BR
dc.titleEstudo soroepidemiológico da infecção pelo sars-cov-2 em cães de abrigos e tutores de Feira de Santana, BApt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciência Animal nos Trópicos (PPGCAT)pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS AGRARIASpt_BR
dc.contributor.advisor1da Silva, Aristeu Vieira-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0003-3842-2279pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8481314837537422pt_BR
dc.contributor.referee1Silva, Aristeu Vieira da-
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0003-3842-2279pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8481314837537422pt_BR
dc.contributor.referee2Dias Portela, Ricardo Wagner-
dc.contributor.referee3Ullman, Leila Sabrina-
dc.contributor.referee4Kmetiuk, Louise Bach-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2973729527801303pt_BR
dc.description.resumoO SARS-CoV-2 (Severe Acute Respiratory Syndrome Coronavirus 2), responsável pela síndrome COVID-19 (Coronavirus Infectious Disease 2019), foi identificado e descrito em dezembro de 2019, quando um grupo de pacientes com uma pneumonia de origem viral desconhecida começaram a ser admitidos em hospitais em Wuhan, província de Hubei na China. A detecção desse patógeno em inúmeras espécies animais, como furões, tigres, leões, macacos, coelhos, hamsters e em especial, cães e gatos, aumentam a preocupação de pesquisadores de serem possíveis fontes zoonóticas do vírus. Ao analisar o cenário da relação entre o homem e animais domesticados, a preocupação devido ao SARS-CoV-2 é de que este agente etiológico possua características genômicas que permitam a transmissão interespécies e a adaptação às condições em um novo hospedeiro. O objetivo deste trabalho foi detectar a presença de SARS-CoV-2 e de anticorpos anti-SARS-CoV-2 em cães de abrigos e de tutores. Foi conduzido um estudo de corte transversal de cães provenientes de tutores que aceitaram participar do projeto e de instituições que abrigam animais, como os abrigos de Organizações Não-Governamentais (ONGs), do Centro de Controle de Zoonoses - CCZ e lares temporários. Foram realizadas coletas de sangue, de secreções orofaríngeas (ou nasofaríngeas) e retal de cada animal em um único momento. As coletas foram feitas nos abrigos em que os animais eram mantidos, e o questionário epidemiológico foi respondido pelo responsável do animal ou do abrigo. Foram coletadas amostras de 111 cães para o estudo, obtendo-se 222 swabs. Todas as amostras foram negativas na RT-qPCR e apresentaram o mesmo padrão do controle negativo. Testou-se 89 amostras de cães por meio do ELISA magnético, em que 18 animais (20,22%; IC95%:12,45 - 30,07) apresentaram anticorpos IgG para a proteína N do SARS-CoV-2 e nenhum dos animais avaliados reagiu à proteína Spike. Foram avaliadas 66 amostras de sangue, todas sem grandes variações frente aos valores de referência do hemograma, todavia não averiguamos infecção ativa e, portanto, como essas variáveis se comportam frente ao vírus nesse caso. Durante a execução do projeto foram coletadas 428 amostras de swabs orais e retais de 214 felinos, dentre os quais 149 foram coletados o soro. Em relação à detecção molecular desses animais, assim como os cães, não foi detectada a presença de RNA viral em nenhuma das amostras de swab. Para realização do ELISA por meio de esferas magnéticas, assim como os caninos, utilizamos 51 amostras de soro de um período pré-pandêmico (2014). Notou-se que as amostras pré-pandêmicas apresentaram valores de densidade óptica mais elevados, em sua maioria, do que as amostras coletadas durante a pandemia. Por isso, foi impossível traçar um ponto de corte da reação pela análise da curva ROC com os resultados obtidos. Portanto, esses resultados demonstram que pesquisas na área de vigilância molecular e estudos sorológicos com animais são de extrema importância para compreender a dimensão da infecção de outros coronavírus, quais são os papéis desses animais na epidemiologia viral e como é a sua resposta imune.pt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Medicina Veterinária e Zootecniapt_BR
dc.type.degreeMestrado Acadêmicopt_BR
Aparece nas coleções:Dissertação (PPGCAT)

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