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Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/41069
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorSantana, Morgana Caires de-
dc.date.accessioned2025-02-03T16:24:35Z-
dc.date.available2027-01-30-
dc.date.available2025-02-03T16:24:35Z-
dc.date.issued2023-12-11-
dc.identifier.citationSANTANA, Morgana Caires. Medidas tradicionais, formânticas e cepstrais nas vozes de cantores treinados e não cantores. Orientadora: Marília Carvalho Sampaio. 2023. 75 f. Dissertação (Mestrado em Ciências da Reabilitação) - Instituto Multidisciplinar de Reabilitação e Saúde, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2023.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/41069-
dc.description.abstractPurpose: to evaluate traditional, formantic, and cepstral acoustic measurements in trained singers and non-singers, in addition to comparing the values of acoustic parameters in different phonatory tasks. Method: descriptive and cross-sectional study in two groups, one of trained popular singers (n=14) and the other of non-singers (n=16), female and male, with and without vocal complaints. They uttered the vowel /a/ in weak, comfortable, and loud subjective intensities and low and high-frequency pitches, in addition to singing “Happy Birthday to You” in comfortable and strong intensities. The voices were recorded in a recording booth with acoustic treatment in the Voice and Acoustic Comfort Laboratory. A vocal habits questionnaire and a VHI-10 questionnaire were applied. The measurements used were HNR, CPP, CPPS, f0, minimum f0, maximum f0, and formants F1-F4 of sustained vowels and extracted vowels from the song. Results: In the group of trained singers, they all sang as a religious or recreational activity (100%), (35.7%) of this group presented the VHI questionnaire above the cutoff point. In comparison, 35.7% worked as singing teachers in addition to the singing activity, and 42.8% had previously undergone speech therapy and otorhinolaryngological monitoring. In the group of non-singers, 43.7% of people sang as a religious or recreational activity and were above the cutoff point on the VHI-10 questionnaire. The maximum f0 in the song tasks and the F1 of the vowel /e/ extracted from the song in loud intensity were significantly higher in the group of trained singers; the other measures did not show statistically significant differences. Considering all participants, in the CPP and CPPS measurements, there was an increase in values in loud intensity, while in the high subjective frequency emission, the CPP and CPPS decreased. In formant acoustic measurements, a difference was observed in the values of the first formant (F1), which increased with the increase in subjective intensity. Conclusion: Trained singers can reach higher frequencies in the song task at high subjective intensity. In both singers and non-singers, there was a relationship between subjective vocal intensity, subjective pitch, and acoustic measures CPP and formants, establishing a stable relationship between vocal tract configuration and vocal quality, regardless of the level of voice use and training.pt_BR
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)pt_BR
dc.description.sponsorshipFundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia FAPESB)pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Restrito/Embargadopt_BR
dc.subjectVozpt_BR
dc.subjectAcústica da falapt_BR
dc.subjectFonoaudiologiapt_BR
dc.subject.otherVoicept_BR
dc.subject.otherSpeech acousticspt_BR
dc.subject.otherLanguage and Hearing Sciencespt_BR
dc.titleMedidas tradicionais, formânticas e cepstrais nas vozes de cantores treinados e não cantorespt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós Graduação em Ciências da Reabilitação (PPGREAB)pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDEpt_BR
dc.contributor.advisor1Sampaio, Marília Carvalho-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0247207020470960pt_BR
dc.contributor.referee1Sampaio, Marília Carvalho-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0247207020470960pt_BR
dc.contributor.referee2Scarpel, Renata D’Arc-
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0002-5068-9008pt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/6869997573570078pt_BR
dc.contributor.referee3Masson, Maria Lúcia Vaz-
dc.contributor.referee3IDhttps://orcid.org/0000-0003-0733-1753pt_BR
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/3871954105108332pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8523075740494633pt_BR
dc.description.resumoObjetivos: Comparar medidas acústicas em vozes de cantores treinados e não cantores e avaliar medidas acústicas entre as diferentes intensidades e frequências vocais subjetivas no total de participantes. Métodos: estudo descritivo e transversal em dois grupos, um de cantores populares treinados (n=14) e outro de não cantores (n=16) dos sexos feminino e masculino, com e sem queixas vocais. Eles emitiram a vogal /a/ nas intensidades fraco, habitual e forte e frequências grave e aguda, além de cantarem a canção “parabéns pra você” nas intensidades habitual e forte. As vozes foram gravadas em um Laboratório de Voz e Conforto Acústico em cabine de gravação com tratamento acústico, foi utilizado um questionário de hábitos vocais e o IDV reduzido. As medidas usadas foram a PHR, PPC, PPCS, f0, f0 mínimo, f0 máximo e formantes F1-F4 de vogais sustentadas e extraídas da canção. Resultados: No grupo de cantores treinados todos cantavam como atividade religiosa ou recreativa (100%), (35,7%) desse grupo apresentou pontuação do questionário IDV reduzido acima do ponto de corte, enquanto 35,7% trabalhavam como professores de canto, além da própria atividade do canto, e 42,8% realizaram terapia fonoaudiológica e acompanhamento otorrinolaringológico previamente. No grupo de não cantores, 43,7% das pessoas cantavam como atividade religiosa ou recreativa e ficaram acima do ponto de corte no questionário IDV reduzido. A f0 máxima nas tarefas da canção, e a F1 da vogal /e/ extraída da canção em intensidade subjetiva forte, foram significativamente maiores no grupo de cantores treinados. As demais medidas não apresentaram diferenças estatisticamente significantes. Considerando o total de participantes, nas medidas PPC e PPCS, houve a elevação dos valores na intensidade forte. Já na emissão em frequência subjetiva aguda, o PPC e PPCS diminuíram. Nas medidas acústicas formânticas, os valores do primeiro formante (F1) elevaram com o aumento da intensidade subjetiva. Conclusão: Os cantores treinados podem alcançar frequências mais altas na tarefa da canção em intensidade forte. Tanto em cantores quanto em não cantores, houve uma relação entre a intensidade vocal subjetiva, o pitch subjetivo e as medidas acústicas PPC e formantes, indicando uma relação estável entre a configuração do trato vocal e a qualidade vocal, independentemente do nível de uso da voz e de treinamento.pt_BR
dc.publisher.departmentInstituto Multidisciplinar de Reabilitação e Saúde (IMRS)pt_BR
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Journal of Voice. novembro de 2016;30(6):757.e21-757.e26.pt_BR
dc.type.degreeMestrado Acadêmicopt_BR
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