| Campo DC | Valor | Idioma |
| dc.creator | Silva, Gabriele Amorim | - |
| dc.creator | Amorim, Gabriele | - |
| dc.date.accessioned | 2025-01-28T11:57:42Z | - |
| dc.date.available | 2025-01-28T11:57:42Z | - |
| dc.date.issued | 2024-07-09 | - |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufba.br/handle/ri/41015 | - |
| dc.description.abstract | Predicting the severity and prognosis of COVID-19 through feasible biomarkers remains
challenging for the scientific community. This study aims to identify in the literature evidence
of the contribution of osteopontin (OPN) in the early assessment of the severity of COVID-19,
its potential as a predictor of unfavorable outcomes, and to identify its correlation with other
cytokines of the immune response. Two articles make up this volume: A systematic review
composed of 13 articles, involving adult and pediatric participants, that investigated osteopontin
as a marker of severity, prognosis, mortality, and immunopathogenesis aspects in COVID-19.
The studies were carried out in Europe, Asia, and North America, and a gap in the behavior of
this biomarker was evidenced in populations of developing countries. The outcomes evaluated
indicate that OPN plays a role in the immunopathogenesis of COVID-19, identifies different
levels of severity, and predicts poor prognosis. The OPN cut-off points for distinguishing
severity and prognosis were different and difficult to compare between studies, reiterating the
need for further investigations. The second article presents an evaluation of a prospective
cohort, with participants ≥18 years old, with a confirmed diagnosis of COVID-19, admitted to
the ICU of a Hospital in the Northeast of Brazil. The association of OPN with clinical and
immunological parameters was performed using Poisson regression with robust variance. The
OPN cutoff point at admission for the prognosis of death was estimated using the ROC curve.
Of the 52 participants, 55.8% were male and 63.5% were 60 or older. The OPN cut-off point at
admission was ≥31.0 ng/ml (AUC:0.743). High OPN at admission was associated with
prognosis death (RR: 2.31, 95% CI: 1.34-3.98), severe anemia (RR: 1.67, 95% CI: 1.03-2.70),
and elevated CRP ≥173.5 mg/dL (RR: 2.46, 95% CI: 1.34-4.52). The positively correlated
immunological markers significantly associated with OPN at admission were IL-1β, IL-2, TGF β, and IFN-γ. Elevated osteopontin at admission emerged as a good marker of unfavorable
prognosis at admission and after 5 days in the ICU. The associated immunological signatures
of high OPN (≥31.0ng/ml) at admission favor hyperinflammatory responses, promote the
migration and activation of macrophages and T cells, and a receptive microenvironment for
pro-inflammatory and pro-fibrotic actions. Conclusion: In the population analyzed, OPN
proved to be an important biomarker of unfavorable prognosis and higher mortality in COVID 19. OPN has an important relationship with inflammatory response, lasting longer as a predictor
until the 5th day after ICU admission. Further studies are needed to better understand OPN with
other cytokines and the longevity of this biomarker in long COVID. | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal da Bahia | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | COVID-19 | pt_BR |
| dc.subject | Biomarcadores | pt_BR |
| dc.subject | Osteopontina | pt_BR |
| dc.subject | Prognóstico | pt_BR |
| dc.subject.other | COVID-19 | pt_BR |
| dc.subject.other | Biomarkers | pt_BR |
| dc.subject.other | Osteopontin | pt_BR |
| dc.subject.other | Prognosis | pt_BR |
| dc.title | OSTEOPONTINA COMO MARCADOR DE GRAVIDADE E PROGNÓSTICO EM PACIENTES COM COVID-19 E SUA RELAÇÃO COM VARIÁVEIS CLÍNICAS E EPIDEMIOLÓGICAS | pt_BR |
| dc.type | Dissertação | pt_BR |
| dc.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (PPGSC - IMS) | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFBA | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::SAUDE COLETIVA::EPIDEMIOLOGIA | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | Souza, Cláudio Lima | - |
| dc.contributor.advisor1ID | 0000-0002-8094-8357 | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/5976147364399049 | pt_BR |
| dc.contributor.referee1 | SOUZA, CLAUDIO LIMA | - |
| dc.contributor.referee1Lattes | http://lattes.cnpq.br/5976147364399049 | pt_BR |
| dc.contributor.referee2 | OLIVEIRA, MÁRCIO VASCONCELOS | - |
| dc.contributor.referee2Lattes | http://lattes.cnpq.br/7690970512915153 | pt_BR |
| dc.contributor.referee3 | DE MELO, FABRÍCIO FREIRE | - |
| dc.contributor.referee3Lattes | http://lattes.cnpq.br/1083095899810595 | pt_BR |
| dc.creator.ID | 0009-0003-6028-9766 | pt_BR |
| dc.creator.Lattes | http://lattes.cnpq.br/5461924181039142 | pt_BR |
| dc.description.resumo | A predição da gravidade e prognóstico na COVID-19 através de biomarcadores confiáveis
continua sendo desafiador para a comunidade científica. Este estudo objetiva identificar na
literatura evidências da contribuição da osteopontina (OPN) na avaliação precoce de gravidade
na COVID-19, seu potencial como preditor de desfechos desfavoráveis e identificar sua
correlação com outras citocinas inflamatórias. Dois artigos compõe este volume: Uma revisão
sistemática composta por 13 artigos, envolvendo participantes adultos e pediátricos, que
investigaram a osteopontina como marcador de gravidade, prognóstico, mortalidade e aspectos
de imunopatogênese na COVID-19. Os estudos foram realizados na Europa, Ásia e América do
Norte, evidenciou-se lacuna no comportamento deste biomarcador em populações de países em
desenvolvimento. Os desfechos avaliados indicam que OPN tem participação na
imunopatogênese da COVID-19, identifica diferentes níveis de gravidade e prevê prognósticos
desfavoráveis. Os pontos de corte da OPN para distinção de gravidade e prognósticos foram
distintos e de difícil comparação entre os estudos, reiterando a necessidade de novos estudos.
Segundo artigo traz uma avaliação de uma coorte prospectiva, com participantes ≥18 anos, com
diagnóstico confirmado de COVID-19, internados na UTI de um Hospital do Nordeste do
Brasil. A associação da OPN com os parâmetros clínicos e imunológicos foi realizada pela
regressão de Poisson com variância robusta. O ponto de corte da OPN na admissão para
prognóstico do óbito foi estimado pela curva ROC. Dos 52 participantes, 55,8% eram do sexo
masculino e 63,5% tinham 60 anos ou mais. O ponto de corte da OPN na admissão foi de ≥31,0
ng/ml (AUC:0,743). A OPN elevada na admissão foi associada ao prognóstico óbito (RR:2,31,
IC95%:1,34-3,98), anemia grave (RR:1,67, IC95%:1,03-2,70) e PCR elevada ≥173,5 mg/dL
(RR:2,46, IC95%:1,34-4,52). Os marcadores imunológicos com correlação positiva
significativamente associados OPN na admissão foram IL-1β, IL-2, TGF-β e IFN-ᵞ. A
osteopontina elevada na admissão surgiu como bom marcador de prognóstico desfavorável na
admissão e ainda após 5 dias em UTI. As assinaturas imunológicas associadas OPN elevada na
admissão favorecem a respostas hiperinflamatória, propiciam a migração e ativação de
macrófagos e células T e um microambiente receptivo para ações pró-inflamatórias e pró fibróticas. Conclusão: Na população analisada, OPN revelou-se como importante biomarcador
de prognóstico desfavorável e maior mortalidade na COVID 19. Tem importante relação com
resposta inflamatória, inclusive perdurando por mais tempo como preditora até o 5º dia pós
internação em UTI. Novos estudo são necessários para melhor entendimento da OPN com
outras citocinas e da longevidade deste biomarcador na COVID longa. | pt_BR |
| dc.publisher.department | Instituto Multidisciplinar em Saúde (IMS) | pt_BR |
| dc.type.degree | Mestrado Acadêmico | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Dissertação (PPGSC - IMS)
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