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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/40941
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorOliveira, Tairine Duarte de-
dc.date.accessioned2025-01-21T10:32:44Z-
dc.date.available2025-01-21T10:32:44Z-
dc.date.issued2024-12-11-
dc.identifier.citationOLIVEIRA, Tairine Duarte de. Autoestranhamento e identidade territorial: onde estão os moradores do Alto de Ondina na Universidade Federal da Bahia?. 2024. 115 f. Dissertação (Mestrado em Geografia) - Instituto de Geociências, Universidade Federal da Bahia, Salvador (Bahia), 2024.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/40941-
dc.description.abstractThe Brazilian necropolitical system lays bare the multifaceted nature of inequality, underscoring the necessity of decolonial practices. However, it is essential to develop non-white-centred thinking within the realms of teaching and learning to understand our territorial identity as Afro-diasporic and Indigenous Latinos in Pindorama lands—that is, a non-Eurocentric identity. The challenge lies in how to make education a liberating practice capable of transgressing the colonial fundamentalism inherent in traditional teaching. The pseudo-intellectual white performance in academic activities silences cultures and bodies, restricting interaction, access, and retention in these spaces. This perpetuates self-alienation and limits individuals' ability to be and belong, thereby sustaining the hegemonic monoculture. The normalisation of popular detachment that public higher education institutions persist in maintaining fuels the unrest that forms the basis of this research. It seeks to analyse and comprehend socio-spatial realities and structures, focusing on their spatial dimension integrated with UFBA (Federal University of Bahia), while mapping accessibility and entry pathways to the university. The neighbourhood of Alto de Ondina in Salvador, Bahia, was chosen as the research site. Between 2022 and 2023, 36 residents of Alto de Ondina were interviewed. Active listening serves as the foundation for developing this territorial analysis. Therefore, a social action cartography approach was applied, understanding and defending Alto de Ondina as a Black neighbourhood. Education has become cognitive capital sustained by monocultural knowledge, intellect, and values. In response to this reality, the study aims to immerse itself in the space to which the university belongs and awaken the decolonisation of thought, thereby strengthening forms of resistance against necropolitics. The objective is to assist the local population in demystifying their presence in public education institutions, enabling territorial identification, overcoming self-estrangement, and fostering socio-spatial interaction. The Afro-descendant Research Methodology by Professor Henrique Cunha Junior and the concept of Intersectionality by Dr Carla Akotirene were utilised, both guided by the development of decolonial thought and practice.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectIdentidade territorialpt_BR
dc.subjectOcupaçãopt_BR
dc.subjectAutoestranhamentopt_BR
dc.subjectBairros negrospt_BR
dc.subjectNecropolíticapt_BR
dc.subjectDecolonialidadept_BR
dc.subjectGeografia decolonialpt_BR
dc.subject.otherTerritorial Identitypt_BR
dc.subject.otherSelf-estrangementpt_BR
dc.subject.otherOcupationpt_BR
dc.subject.otherBlack neighbourhoodspt_BR
dc.subject.otherNecropoliticspt_BR
dc.subject.otherDecolonialitypt_BR
dc.subject.otherDecolonial geographypt_BR
dc.titleAutoestranhamento e identidade territorial: onde estão os moradores do Alto de Ondina na Universidade Federal da Bahia?pt_BR
dc.title.alternativeSelf-estrangement and territorial identity: where are the residents of Alto de Ondina at the Federal University of Bahia?pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Geografia (POSGEO) pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANASpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::GEOGRAFIApt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::GEOGRAFIA::GEOGRAFIA HUMANA::GEOGRAFIA DA POPULACAOpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::GEOGRAFIA::GEOGRAFIA HUMANA::GEOGRAFIA URBANApt_BR
dc.contributor.advisor1Dias, Clímaco César Siqueira-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6722063536418722pt_BR
dc.contributor.referee1Dias, Clímaco César Siqueira-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6722063536418722pt_BR
dc.contributor.referee2Pidner, Flora Sousa-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/0107430829942397pt_BR
dc.contributor.referee3Prost, Catherine-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/6792753926193979pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8333908805915042pt_BR
dc.description.resumoO sistema necropolítico brasileiro escancara as multifaces da desigualdade fazendo emergir a necessidade da prática decolonial, porém é preciso desenvolver o pensamento não-branco na esfera do ensino e da aprendizagem para que entendamos nossa identidade territorial enquanto latinos afrodiaspóricos e originários em terras pindorâmicas, ou seja, identidade não-brancocêntrica. A questão é como fazer da educação uma prática libertadora capaz de transgredir o fundamentalismo colonial de ensino. A performance branca pseudointelectual em suas atividades academicistas silenciam culturas e corpos, restringindo a interação, acesso e permanência nesses espaços, causando autoestranhamento e limitando o ser/estar, dando continuidade à hegemônica monocultura. A naturalização do distanciamento popular que os espaços públicos de ensino superior insistem em manter é propulsor da inquietação, raiz da pesquisa, que se dispõe a analisar e compreender as realidades e a estruturação socioespacial, sua dimensão espacial integrada à UFBA e mapear a capacidade de alcance quanto às formas de acesso à universidade, sendo o Alto de Ondina em Salvador/BA, o lugar pesquisado. 36 moradores do Alto de Ondina foram entrevistados entre 2022 e 2023. O saber ouvir é guia para o desenvolvimento dessa análise territorial, por isso é utilizada a cartografia de ação social junto ao Alto de Ondina, que aqui é compreendido e defendido como bairro negro. A educação se tornou um capital cognitivo sustentado pelo conhecimento, intelecto e valores monoculturais. Mediante esse fato, busca-se entranhar à realidade do espaço que a universidade pertence e despertar a decolonização do pensamento para fortalecer formas de resistência à necropolítica e auxiliar a população no processo de desmistificação da presença popular em órgãos públicos de ensino para que, assim, haja possibilidade de identificação territorial, quebra do autoestranhamento e interação socioespacial. Foram utilizadas a Metodologia Afrodescendente em Pesquisa, do professor Henrique Cunha Junior e a Interseccionalidade, da doutora Carla Akotirene, ambos guiados pelo desenvolvimento do pensamento e prática decolonial.pt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Geociênciaspt_BR
dc.type.degreeMestrado Acadêmicopt_BR
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