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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/40932
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorMoinhos, Andréa-
dc.date.accessioned2025-01-20T13:54:10Z-
dc.date.available2025-01-20T13:54:10Z-
dc.date.issued2003-01-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/40932-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectProjeto culturalpt_BR
dc.subjectHospital da Rede Sarahpt_BR
dc.subjectHumanização no tratamentopt_BR
dc.subjectProjeto experimentalpt_BR
dc.titleQuinta na Quadra: uma proposta cultural para o paciente do Hospital Sarah Salvadorpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::COMUNICACAOpt_BR
dc.contributor.advisor1Brasil, Umbelino-
dc.description.resumoComo aluna do curso de Comunicação com habilitação em Produção Cultural, percebi a necessidade em realizar um projeto experimental que significasse uma prática e me lançasse na minha futura profissão. Desta forma, me veio a idéia de implementar uma proposta de projeto cultural que pudesse ser apresentado a uma instituição. O fato de trabalhar no Hospital da Rede Sarah, uma instituição conceituada pelo tratamento de reabilitação motora oferecido e perceber um déficit de programações artístico-culturais para os pacientes ali instalados durante o processo de tratamento, foi o próximo passo que me levou a idealizar uma ação desta ordem. Vale ressaltar neste processo a importância de disciplinas cursadas durante o período em que estive na Faculdade de Comunicação, como Oficina de Planejamento e Gestão em Comunicação e Cultura, Marketing e Divulgação Cultural, Oficina de Produção em Cultura, Oficina de Planejamento e Elaboração em Comunicação e Cultura, dentre outras, que funcionaram como estímulo e, ao mesmo tempo, me deram suporte para realizar um projeto como este. A ideia de levar aos pacientes deste hospital uma atividade cultural, como forma de humanização no tratamento e, principalmente, proporcionar algo a que a maioria deles não têm acesso fácil, ou porque os espaços físicos externos não estão preparados para receber pessoas portadoras de deficiência física, ou pelas próprias condições socioeconômicas destes, foi um incentivo na elaboração deste projeto. Além disso, pensar que esta ideia também poderia ser útil para divulgar o tratamento realizado pelos hospitais da Rede Sarah de Hospitais do Aparelho Locomotor. O espaço físico do hospital Sarah de Salvador é bastante amplo – com raras exceções, tanto no se que se refere à área externa como interna, o que oferece acesso irrestrito a todos os pacientes, tanto aqueles que fazem uso de muletas, como cadeiras de rodas e até mesmo para os que estão nas macas. O Hospital conta com enfermarias amplas, varandas, auditório, biblioteca, jardins, ginásio interno e externo de fisioterapia. Inicialmente, a ideia era que este evento fosse realizado no auditório, por ser um espaço apropriado, por questões de acústica, climatização, suporte técnico. No entanto, este não possui espaço suficiente para acomodar pacientes na cama-maca. A concha acústica que existe no hospital também possui um pequeno espaço para os pacientes na cama e cadeira de rodas. Então, a quadra externa de esportes foi o local escolhido, já que é um espaço amplo, plano, sem dificuldade de acesso, onde os pacientes podem chegar nas macas (através do transporte do hospital). Geralmente, a maioria dos pacientes internados para cumprir programa de reabilitação permanece a semana no hospital e é liberada para passar os finais de semana com a família em casa. A sexta-feira, então não seria uma boa escolha para se realizar este evento, já que é o dia em que eles saem. Na quarta, já existe a programação denominada Quarta Cultural, já comentada mais acima. Então, demos preferência pela quinta-feira. Por se tratar de um evento relativamente grande, realizá-lo apenas uma vez ao mês seria mais viável. Toda 2ª quinta do mês, então, teríamos o evento chamado Quinta na Quadra. Às 16 horas, o dia ainda está claro e os pacientes já cumpriram atividades de reabilitação. Como o hospital conta com 140 leitos, sendo que a maioria dos pacientes permanece internado com acompanhante, isso justifica a quantidade média de 300 pessoas no evento.pt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Comunicaçãopt_BR
dc.type.degreeBachareladopt_BR
dc.publisher.courseCOMUNICAÇÃO - PRODUÇÃO EM COMUNICAÇÃO E CULTURApt_BR
Aparece nas coleções:Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) - Jornalismo (FACOM)

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