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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/40840
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorSantos, Igor de Jesus-
dc.date.accessioned2025-01-08T13:22:14Z-
dc.date.available2024-12-20-
dc.date.available2025-01-08T13:22:14Z-
dc.date.issued2024-11-11-
dc.identifier.citationSANTOS, Igor de Jesus. “Cidade para quem?” corpos-lugares, cartografias e vivências de estigmas no bairro Estação em Conceição do Almeida-Ba. 2024. 227 f. Dissertação (Mestrado em Geografia) Instituto de Geociências, Universidade Federal da Bahia, Salvador (Ba), 2024.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/40840-
dc.description.abstractBased on the understanding that the city is the locus of social production and reproduction, which implies ways of being and existing, perceiving how my body and other bodies, similar or different from mine, are crossed by stigmas was the starting point for reflecting on how representations condition the collective social imaginary. In this context, this dissertation research seeks to understand the relationship between being and its place based on socio-spatial stigmas. This perspective was analyzed in the Estação neighborhood, located in the city of Conceição do Almeida, in the Recôncavo region of Bahia. This popular neighborhood is disguised from what is perceived and conceived as a place devoid of life, in such a way that the subjects who live there are conditioned to the colonial-modern order of everyday situations. Using a dialectical-phenomenological approach (SERPA, 2019, 2021), which allows us to think of Representations as Stigmas and Stigmas as Representations, perception (MARLEAU-PONTY, 2006) and representation (LEFEBVRE, 2006) configure a dialectical pair, which abound in the lived experience as another possibility of what it means to be stigmatized. The dialogue was then based on the action of the body-place (BRITO, 2017), a notion created to map and experience stigma in the lived experience. Here, the place was thought of at the same time as a category of analysis and a geographical mode of existence (MARANDOLA, JR., 2014b), intertwining the cartographic narratives to tell a Geography of lived spaces (SERPA, 2019). Throughout the research, it became clear that stigma, as a representation, has concrete repercussions on the daily lives of the inhabitants of the Estação neighborhood, while individual or collective practices emerge as important mechanisms of subversion. The inhabitants of the Estação neighborhood reconfigure their places in a geographicity (DARDEL, 2011) that affirms their identities in an adverse context. In the meantime, we arrived at the possibility of considering stigma from the perspective of what is experienced as another representation, which condenses the social relations intrinsic to power relations, indicating an interdisciplinary analytical opening for the understanding of social relations in a sociocultural context, identifying material, psychological and social dimensions for the production of geographic knowledge.pt_BR
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectEstigmapt_BR
dc.subjectPercepçãopt_BR
dc.subjectCorpo-lugarpt_BR
dc.subjectFenomenologiapt_BR
dc.subjectRepresentaçãopt_BR
dc.subject.otherStigmapt_BR
dc.subject.otherPerceptionpt_BR
dc.subject.otherBody-placept_BR
dc.subject.otherPhenomenologypt_BR
dc.subject.otherRepresentationpt_BR
dc.title"Cidade para quem?" corpos-lugares, cartografias e vivências de estigmas no bairro Estação em Conceição do Almeida-BApt_BR
dc.title.alternative"City for whom?" bodies-places, cartographies and experiences of stigma in the Estação neighborhood in Conceição do Almeida-BApt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Geografia (POSGEO) pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::GEOGRAFIA::GEOGRAFIA HUMANApt_BR
dc.contributor.advisor1Serpa, Angelo Szaniecki Perret-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0003-4071-6276pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3802687148526312pt_BR
dc.contributor.referee1Serpa, Angelo Szaniecki Perret-
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0003-4071-6276pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3802687148526312pt_BR
dc.contributor.referee2Marandola Junior, Eduardo José-
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0001-7209-7735pt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/3962303942126121pt_BR
dc.contributor.referee3Brito, Marcelo Sousa-
dc.contributor.referee3IDhttps://orcid.org/0000-0003-0360-4558pt_BR
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/5194494386826287pt_BR
dc.creator.IDhttps://orcid.org/0000-0002-7977-6885pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2971017030774156pt_BR
dc.description.resumoA partir da compreensão de que a cidade é lócus da produção e da reprodução social, o que implica modos de ser e estar, perceber como meu corpo e outros corpos, semelhantes ou distintos do meu, estão atravessados por estigmas foi o ponto de partida para refletir sobre como as representações condicionam o imaginário social coletivo. Nesse contexto, esta pesquisa de mestrado busca entender a relação do ser com seu lugar com base nos estigmas socioespaciais. Tal perspectiva foi analisada no bairro Estação, localizado na cidade de Conceição do Almeida, no Recôncavo baiano. Esse bairro popular é dissimulado a partir do percebido e do concebido enquanto lugar destituído de vida, de tal modo que os sujeitos que ali habitam estão condicionados à ordem colonial-moderna das situações cotidianas. Utilizando uma abordagem dialético-fenomenológica (SERPA, 2019, 2021), que nos permite pensar nas Representações Como Estigmas e nos Estigmas Como Representações, a percepção (MARLEAU-PONTY, 2006) e a representação (LEFEBVRE, 2006) configuram um par dialético, que abundam na experiência vivida como possibilidades outras para pensar o que significa ser estigmatizado. O diálogo se fez, então, a partir da ação do corpo-lugar (BRITO, 2017), uma noção acionada para cartografar e experimentar o estigma na experiência vivida. Aqui, o lugar foi pensado ao mesmo tempo como uma categoria de análise e um modo geográfico de existência (MARANDOLA, JR., 2014b), entrelaçando as narrativas cartográficas para contar uma Geografia dos espaços vividos (SERPA, 2019). Ao longo da pesquisa, ficou evidente que o estigma, enquanto representação, tem repercussões concretas na vida cotidiana dos habitantes do bairro Estação, ao mesmo tempo que as práticas individuais ou coletivas surgem como mecanismos importantes de subversão. Os habitantes do bairro Estação reconfiguram seus lugares numa geograficidade (DARDEL, 2011) que afirma suas identidades em um contexto adverso. Nesse ínterim, chegamos à possibilidade de considerar o estigma a partir do vivido como uma representação outra, que condensa as relações sociais intrínsecas às relações de poder, indicando uma abertura analítica interdisciplinar para a compreensão das relações sociais em um contexto sociocultural, identificando dimensões materiais, psicológicas e sociais para a produção do conhecimento geográfico.pt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Geociênciaspt_BR
dc.type.degreeMestrado Acadêmicopt_BR
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