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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/40710
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorPaz, Daniel Juracy Mellado-
dc.date.accessioned2024-11-29T21:46:46Z-
dc.date.available2024-11-29T21:46:46Z-
dc.date.issued2018-
dc.identifier.citationPAZ, Daniel Juracy Mellado. De vales e valas: a Rua da Valla na Salvador do Séc. XIX. In: SEMINÁRIO DE HISTÓRIA DA CIDADE E DO URBANISMO, 15., 2018, Rio de Janeiro. Anais [...]. Rio de Janeiro: [UFRJ], 2018.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/40710-
dc.description.abstractThis paper argues for the importance of the Rio das Tripas and Camurugipe river to the constitution of the city of Salvador - BA. First as defense element of early settlement, and then transformed into technical device of circulation and sewage, structural to the city at the time of it extrapolation beyond its original core. The paper emphasizes its urbanization in the XIX century, as the Rua da Valla, connecting consolidated areas of the city, exploring a valley previously problematic and, on a larger scale, to launch the most distant suburbs, the north and south ends. The Rua da Valla was built at the same time that other urban infrastructure initiatives are being carried out, mechanizing the metropolis and broadening the scale of understanding and action. The Rua da Valla operate in all the drainage of the heart of the city and will be, for many decades, the main trunk of the various city sanitation projects, as well as key piece to some of its main avenues. This dual role, sewage and urban connection will occur mixed with the drinking water supply from the first dams, aqueducts and fountains, also using the springs of the basin, and the city's meat supply, and even something of their funeral activities. Although geometrically central today, in the history of Salvador this valley always appeared sometimes as a kind of "background", before peripheral, now on the lower floors, besides its huge importance.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherInstituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional da Universidade Federal do Rio de Janeiro; Programa de Pós-Graduação em Urbanismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro; Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal Fluminense; Programa de Pós Graduação em Desenvolvimento Territorial e Políticas Públicas da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro; Universidade do Estado do Rio de Janeiropt_BR
dc.relation.ispartofSeminário de História da Cidade e do Urbanismopt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectCentro Histórico (Salvador, BA) - Abastecimento de águapt_BR
dc.subjectRios - Salvador (BA)pt_BR
dc.subjectSaneamento - Salvador (BA)pt_BR
dc.subjectUrbanização - Salvador (BA) - Séc. XIXpt_BR
dc.subject.otherCentro Histórico (Salvador, Brazil) - Water-supplypt_BR
dc.subject.otherRivers - Salvador (Brazil)pt_BR
dc.subject.otherSanitation - Salvador (Brazil)pt_BR
dc.subject.otherUrbanization - Salvador (Brazil) - 19th centurypt_BR
dc.titleDe vales e valas: a Rua da Valla na Salvador do Séc. XIXpt_BR
dc.title.alternativeOn valleys and ditches: the Rua da Valla in the XIXth Century Salvadorpt_BR
dc.typeArtigo de Eventopt_BR
dc.publisher.initialsIPPUR-UFRJ; PROURB-UFRJ; PPGAU-UFF; PPGDT-UFRRJ; UERJpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ARQUITETURA E URBANISMOpt_BR
dc.citation.issue15pt_BR
dc.description.resumoNo presente artigo se defende a importância do Rio das Tripas, e do rio Camurugipe, para a constituição da cidade do Salvador – BA. Primeiro como elemento de defesa do primitivo assentamento, e depois transformado em dispositivo técnico de circulação e escoamento das águas, estrutural para a cidade no momento em que esta extrapola para além de seu núcleo original. O artigo enfatiza a sua urbanização no séc. XIX, como Rua da Valla, conectando partes consolidadas da cidade, explorando um fundo de vale antes problemático e lançando-se aos arrabaldes mais distantes, dos extremos norte e sul. A Rua da Valla se constrói no mesmo momento em que outras iniciativas de infra-estrutura urbana são realizadas, tecnificando a urbe e ampliando a escala de compreensão e intervenção. Deixou de enfatizar-se apenas o Rio das Tripas, e começou a ser pensada a bacia por inteiro, e mesmo sua conexão com a bacia do Lucaia. A Rua da Valla escoava todo o interior da cidade, e será ainda, por muitas décadas, o principal tronco dos vários projetos viários e de saneamento da cidade. Esse papel duplo, de esgoto e conexão urbana, se dará mesclado com o de fornecimento de água potável com os primeiros açudes, adutoras e fontes, também se recorrendo aos mananciais desta bacia, e do abastecimento de carne da cidade, e mesmo algo de suas atividades funerárias, que ali se dão. Apesar de geometricamente central nos dias de hoje, na história de Salvador esse vale sempre apareceu ora como uma espécie de “fundo”, antes periférico, agora nos andares inferiores, apesar de sua imensa importância.pt_BR
Aparece nas coleções:Artigo Publicado em Periódico (Faculdade de Arquitetura)

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