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Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/40666
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorCruz, Alessandra de Oliveira-
dc.date.accessioned2024-11-22T11:31:13Z-
dc.date.available2026-03-27-
dc.date.available2024-11-22T11:31:13Z-
dc.date.issued2024-03-27-
dc.identifier.citationCRUZ, Alessandra de Oliveira. Efeitos do isolamento social em participantes de um Programa de Extensão para Terceira Idade durante a Pandemia de COVID-19. 2024. 88 f. Dissertação (Mestrado em Ciências da Reabilitação) - Instituto Multidisciplinar de Reabilitação e Saúde, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2024pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/40666-
dc.description.abstractIntroduction: Social isolation, a consequence of the COVID-19 pandemic, had a negative impact on the physical fitness (ApF) of people, especially the elderly. Objective: To compare the level of ApF of elderly users of an Open University for the Elderly (UATI) before and after the social isolation caused by the COVID-19 pandemic. Method: This is a prospective longitudinal comparative study, carried out in a UATI, between the months of October to December 2019 and April to July 2022. The sample included elderly people ≥ 60 years old, independent in basic activities of daily living (50 points on the modified Barthel Index). Exclusion criteria were: attendance <70% in the last three months, admission to the UATI less than 3 months ago, having visual, hearing and language impairments that were not corrected and a score on the Mini Mental State Examination lower than the cut-off point. according to education. Clinical and sociodemographic data were collected using a form. ApF was assessed using the 6-minute walk test (6MWT), the sit-and-stand test five times and the sitand-reach test. The predicted distance in the 6MWT and body mass index were calculated. Through an interview, the Senior Physical Activities Questionnaire for the Elderly was used. Results: 22 elderly people aged 74 (±2) participated, most of them women (n=19 - 86.4%), single (n=12 - 54.5%), completed higher education (n=10 - 45.5 %), income of 3 minimum wages (n=10 - 45.5%), hypertensive (n=13 - 59.1%) and those who practice physical activity (PA) (n=14 - 63.6%). Before the pandemic, 15 participants (68.2%) performed physical exercise outside the UATI, the majority (n=13 - 59.1%) ≥150 minutes of physical exercise per week; in relation to ApF, flexibility worsened -5.05 (±12.12); had more free time in activities that produce energy for work (PA) 23.32 (±12.09) and in activities that produce muscular strength (FO) 19.68 (±15.23), they began to carry less loads from 1 to 5kg 2.13 (±1.03), from 6 to 15kg 2.13 (±1.03) and greater than 15kg 0.45 (±0.67). During social isolation, 17 participants (77.3%) performed < 150 minutes of physical exercise per week outside the UATI; in relation to ApF, flexibility worsened -11.25 (±9.59); had more free time in activities PA 13.59 (±9.80) and FO 7.50 (±7.18), started to carry less loads from 1 to 5kg 1.00 (±1.19), from 6 to 15kg 0.23 (±0.61) and <15kg 0.00 (±0.00). In relation to those practicing <150 min and ≥150 min per week of physical exercise before and during social isolation, both worsened in free activity PA (0.002) and FO (0.004) and when carrying loads from 6 to 15kg (0. 00). Regarding loads from 1 to 5kg, those practicing ˂150 minutes of physical exercise per week showed low values before and after social isolation (0.013) and load <15kg (0.008). Conclusion: The elderly did not reduce their ApF level amid isolation, due to health education and the active lifestyle encouraged by UATI.pt_BR
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Brasil (CAPES) - Código de Financiamento 001pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Restrito/Embargadopt_BR
dc.subjectCoronavírus 2019pt_BR
dc.subjectCOVID-19pt_BR
dc.subjectDistanciamento socialpt_BR
dc.subjectDistanciamento Físicopt_BR
dc.subjectPandemiaspt_BR
dc.subjectIdosopt_BR
dc.subject.otherCoronavirus 2019pt_BR
dc.subject.otherCOVID-19pt_BR
dc.subject.otherSocial distancingpt_BR
dc.subject.otherPhysical Distancingpt_BR
dc.subject.otherPandemicspt_BR
dc.subject.otherElderlypt_BR
dc.subject.otherAgedpt_BR
dc.titleEfeitos do isolamento social em participantes de um programa de extensão para terceira idade durante a pandemia de Covid-19pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós Graduação em Ciências da Reabilitação (PPGREAB)pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDEpt_BR
dc.contributor.advisor1Ferraz, Daniel Dominguez-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0003-3049-0058pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9848780981638380pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Castro, Marcela Rodrigues de-
dc.contributor.advisor-co1IDhttps://orcid.org/0000-0003-3771-1386pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1897010184647569pt_BR
dc.contributor.referee1Ferraz, Daniel Dominguez-
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0003-3049-0058pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9848780981638380pt_BR
dc.contributor.referee2Almeida, Milena Maria Cordeiro de-
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0001-8065-4298pt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/0204940567295805pt_BR
dc.contributor.referee3Monteiro, Elren Passos-
dc.contributor.referee3IDhttps://orcid.org/0000-0001-7757-6620pt_BR
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/0920248966438368pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0764888593504119pt_BR
dc.description.resumoIntrodução: O isolamento social, consequência da pandemia de COVID-19, repercutiu negativamente na aptidão física (ApF) das pessoas, principalmente dos idosos. Objetivo: Comparar o nível de ApF de idosos usuários de uma Universidade Aberta à Terceira Idade (UATI) antes e após o isolamento social provocado pela pandemia de COVID-19. Método: Trata-se de um estudo comparativo longitudinal prospectivo, realizado em uma UATI, entre os meses, de outubro a dezembro de 2019 e abril a julho de 2022. A amostra incluiu idosos ≥ 60 anos, independentes para as atividades básicas de vida diária (50 pontos no Índice de Barthel modificado). Como critérios de exclusão aplicaram-se: assiduidade <70% nos últimos três meses, ingresso na UATI a menos de 3 meses, possuir deficiência visual, auditiva e de linguagem não corrigida e pontuação no Mini Exame do Estado Mental menor que o ponto de corte segundo à escolaridade. Os dados clínicos e sociodemográficos foram coletados através de um formulário. A ApF foi avaliada por meio do teste de caminhada de 6 minutos (TC6M), o teste de sentar e levantar cinco vezes e o teste de sentar e alcançar. Foi calculada a distância predita no TC6M e o índice de massa corporal. Através de uma entrevista utilizou-se o Questionário Sênior de Atividades Físicas para Idosos. Resultados: Participaram 22 idosos com 74 (±2) anos, a maioria mulheres (n=19 - 86,4%), solteiras (n=12 - 54,5%), nível superior completo (n=10 - 45,5%), renda de 3 salários mínimos (n=10 - 45,5%), hipertensas (n=13 - 59,1%) e praticantes de atividade física (AF) (n=14 - 63,6%). Antes da pandemia, 15 participantes (68,2%) realizavam exercício físico fora da UATI, a maioria (n=13 - 59,1%) ≥150 minutos semanais de exercício físico; em relação a ApF a flexibilidade piorou -5,05 (±12,12); apresentaram maior tempo livre nas atividades de produção de energia para o trabalho (PA) 23,32 (±12,09) e nas atividades de produção de força muscular (FO) 19,68 (±15,23), passaram a carregar menos cargas de 1 a 5kg 2,13 (±1,03), de 6 a 15kg 2,13 (±1,03) e maior que 15kg 0,45 (±0,67). Durante o isolamento social, 17 participantes (77,3%) realizaram < 150 minutos semanais de exercício físico fora da UATI; em relação a ApF a flexibilidade piorou -11,25 (±9,59); apresentaram maior tempo livre nas atividades PA 13,59 (±9,80) e FO 7,50 (±7,18), passaram a carregar menos cargas de 1 a 5kg 1,00 (±1,19), de 6 a 15kg 0,23 (±0,61) e <15kg 0,00 (±0,00). Em relação aos praticantes de <150 min e de ≥150 min semanais de exercício físico antes e durante o isolamento social, ambos pioraram na atividade livre PA (0,002) e FO (0,004) e no carregamento de cargas de 6 a 15kg (0,00). Referente as cargas de 1 a 5kg os praticantes de ˂150 minutos semanais de exercício físico apresentaram valores baixos antes e após isolamento social (0,013) e carga <15kg (0,008). Conclusão: Os idosos não reduziram o nível de ApF em meio ao isolamento, devido a educação em saúde e o estilo de vida ativo estimulado pela UATI.pt_BR
dc.publisher.departmentInstituto Multidisciplinar de Reabilitação e Saúde (IMRS)pt_BR
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dc.type.degreeMestrado Acadêmicopt_BR
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