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Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/40518
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorSantos, Elaine Amazonas Alves-
dc.date.accessioned2024-10-29T16:09:58Z-
dc.date.available2024-10-29T16:09:58Z-
dc.date.issued2022-09-05-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/40518-
dc.description.abstractThe present research aims to analyze the presence of the categories race and gender in the academic productions of the Brazilian Social Service concerning the prison system, published in journals of the area available online between the years 2000 and 2019, dissertations and theses available on the platform Sucupira/ CAPES between 2014 and 2019 and elaborate a collaborative autoethnographic study with a young black woman from her experience with the prison system. In the last 20 years, the number of incarcerated black women has increased exponentially throughout the Brazilian territory, however, it is noticeable how little the Social Service has produced in relation to this expression of the social issue and its determinants, as was evidenced during the research. To carry out the research, we used the triangulation method for allowing the application of multi-methods, thus offering a greater possibility of understanding the complex reality under study. This is a collaborative bibliographic and autoenographic study of qualitative approach, exploratory and comprehensive character. In this way, the first chapter presents, from the bibliographical review, elements that contribute to understanding the process of struggle and (re) existence of black women during the slavery period and after the abolition, including their decisive participation in the insurgencies for the end of slavery. The second chapter presents the state of the art of the academic productions of Social Work between 2000 and 2019, giving visibility to the absence of the categories race and gender in the analyses carried out by Social Work on the prison system and the third chapter presents a collaborative autoethnographic study with a young black woman who went through the prison system. As a result, we identified the consequences of the invisibility of the racial issue since the professional training of social workers. The incipient scientific production of Social Work about the prison system and the scarce approach of the categories race and gender in the research works referring to the prison system in the last twenty years. The collaborative autoethnography with a young black woman who lived the experience of the prison system revealed the continuity of the processes of struggle and (re) existence as a socio-historical reflection of a capitalist, racist, patriarchal, cisheteronormative societypt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal Da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectMulheres negraspt_BR
dc.subjectSistema prisionalpt_BR
dc.subjectEstado da artept_BR
dc.subjectAutoetnografia colaborativapt_BR
dc.subject.otherBlack womenpt_BR
dc.subject.otherPrison systempt_BR
dc.subject.otherState of the artpt_BR
dc.subject.otherCollaborative autoethnographypt_BR
dc.titleMulheres negras encarceradas: autoetnografia e o Estado da arte na produção acadêmica do serviço Socialpt_BR
dc.title.alternativeIncarcerated black women: autoethnography and the state of the art in Social Work academic productionpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Serviço Socialpt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADASpt_BR
dc.contributor.advisor1Brito, Ângela Ernestina Cardoso de-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5921523417027877pt_BR
dc.contributor.referee1Almeida, Magali da Silva-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8133793716452449pt_BR
dc.contributor.referee2Euclides, Maria Simone-
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0002-2409-9303pt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/2059427522545695pt_BR
dc.contributor.referee3Brito, Angela Ernestina Cardoso de-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/5921523417027877pt_BR
dc.creator.ID0000-0002-5135-2757pt_BR
dc.creator.Latteshttps://lattes.cnpq.br/2044948130824678pt_BR
dc.description.resumoO presente trabalho tem como objetivo analisar a presença das categorias raça e gênero nas produções acadêmicas do Serviço Social brasileiro concernentes ao sistema carcerário, publicadas em periódicos da área disponíveis online entre os anos de 2000 e 2019, dissertações e teses disponíveis na plataforma Sucupira/ CAPES entre 2014 e 2019 e elaborar um estudo autoetnográfico colaborativo com uma mulher jovem negra a partir da sua experiência com o sistema carcerario. Nos últimos 20 anos o número de mulheres negras encarceradas aumentou exponencialmente em todo o território brasileiro, contudo percebe-se a pouca produção do Serviço Social frente a essa expressão da questão social e seus determinantes conforme foi evidenciado durante a pesquisa. Para a realização da pesquisa utilizamos o método da triangulação por permitir a aplicação de multimétodos, oferecendo deste modo, maior possibilidade para a compreensão de um recorte da realidade complexa em estudo. Trata-se de um estudo bibliográfico e autoenográfico colaborativo de abordagem qualitativa, caráter exploratório e compreensivo. Desta forma o primeiro capítulo é apresenta, a partir da revisão bibliográfica, elementos que contribuem para compreender o processo de luta e (re) existência das mulheres negras durante o período escravagista e no pós abolição, incluindo sua participação decisiva nas insurgências pelo fim da escravatura. O segundo capítulo apresenta o estado da arte das produções acadêmicas do Serviço Social entre 2000 e 2019, dando visibilidade a ausência das categorias raça e gênero nas análises realizadas pelo Serviço Social sobre o sistema prisional e o terceiro capítulo apresenta um estudo autoetnografico colaborativo com uma mulher negra jovem que passou pelo sistema prisional. Como resultados identificamos as consequências da invisibilidade da questão racial desde a formação profissional dos/as assistentes sociais. A incipiente produção cientifica do Serviço Social sobre o sistema prisional e a escassa abordagem das categorias raça e gênero nos trabalhos de pesquisa referentes ao sistema prisional nos últimos vinte anos. A autoetnografia colaborativa com uma mulher negra jovem que vivenciou a experiência do sistema prisional revelou a continuidade dos processos de luta e (re) existência como reflexo socio-histórico de uma sociedade capitalista, racista, patriarcal, cisheteronormativopt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Psicologiapt_BR
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dc.type.degreeMestrado Acadêmicopt_BR
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