https://repositorio.ufba.br/handle/ri/40436| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.creator | Almeida, Gabriela Rocha | - |
| dc.date.accessioned | 2024-10-17T17:17:59Z | - |
| dc.date.available | 2024-10-15 | - |
| dc.date.available | 2024-10-17T17:17:59Z | - |
| dc.date.issued | 2018-11-15 | - |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufba.br/handle/ri/40436 | - |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Mata Atlântica | pt_BR |
| dc.subject | Variação Posicional | pt_BR |
| dc.title | Identificação das implicações na área de cobertura para aplicação da lei da mata atlântica na Bahia a partir do uso de uma base cartográfica mais detalhada. | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de Conclusão de Curso | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFBA | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | Fernandes, Vivian de Oliveira | - |
| dc.description.resumo | A Lei da Mata Atlântica surgiu em 2006 (Lei n. 11.428, de 22 de dezembro de 2006), trazendo aspectos de proteção do Bioma e sendo um grande passo para a proteção do mesmo. O Capítulo I, Artigo 2º, informa que a base cartográfica de referência para delimitação do Bioma Mata Atlântica deve ser estabelecida pelo IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e, atualmente, tem como escala de representação 1:5.000.000. O objetivo desse trabalho foi identificar as implicações do uso da base cartográfica da Lei da Mata Atlântica a partir de uma base cartográfica mais detalhada, sendo o estudo realizado no estado da Bahia, para auxiliar de maneira mais confiável e agilizar o processo de licenciamento ambiental no Estado, principalmente, aqueles que estão em áreas de transição de bioma. A base cartográfica de maior detalhe usada é a Vegetação e Uso da Terra-Bahia, lançada em 1998, que contém o mapeamento da cobertura vegetal do Estado da Bahia, realizado pela Secretaria de Agricultura do Estado da Bahia, através da DDF - Diretoria de Desenvolvimento Florestal, em escala 1:100.000, sob responsabilidade do INEMA - Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Bahia. O trabalho consistiu em buscar e identificar os metadados das bases cartográficas; fazer uma comparação das bases, na extensão de alguns municípios, observando a diferença de fitofisionomias e entendendo se existe coerência espacial entre elas; e realizar uma análise das bases cartográficas do INEMA e do IBGE com empreendimentos de licenciamentos ambientais concedidos pelo INEMA, levando em consideração as diferenças de fitofisionomias e identificando as implicações da variação posicional das bases nos empreendimentos. A variação posicional foi encontrada a partir do PEC – Padrão de Exatidão Cartográfica, pois o mesmo mostra um erro planimétrico para cada classe, e a partir dele sabe-se o erro máximo associado em metros que podemos ter na base cartográfica, ou seja, a sua variação posicional e considerou-se o PEC com classe mais inferior, que é a classe C. Concluiu-se que a base cartográfica mais adequada para processos de licenciamento ambiental é a do INEMA por apresentar maior detalhamento posicional, sendo mais adequada, assim, para processos de licenciamento ambiental. | pt_BR |
| dc.publisher.department | Escola Politécnica | pt_BR |
| dc.type.degree | Bacharelado | pt_BR |
| dc.publisher.course | ADMINISTRAÇÃO | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) - Engenharia de Agrimensura e Cartográfica (Escola Politécnica) | |
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