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dc.creatorFerreira, Mayana Bonfim-
dc.date.accessioned2024-05-14T15:16:12Z-
dc.date.available2024-04-05-
dc.date.available2024-05-14T15:16:12Z-
dc.date.issued2024-01-09-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/39363-
dc.description.abstractViolence against women is a phenomenon that impacts women's health with serious implications for the mental sphere, which can lead to suicidal ideation as a response to escape the suffering resulting from experiencing this condition. The objective of this study was to investigate the factors associated with suicidal ideation in women with a history of marital violence. This is a quantitative, cross-sectional study, which took place between February and June 2021 through interviews. There were 231 women over 18 years of age accompanied by Operação Ronda Maria da Penha in the city of Salvador/BA, excluding those who reported having a diagnosis of a mental disorder. The data were analyzed using the Rstudio software and the association between the outcome (suicidal ideation) and the independent variables was verified. The prevalence ratio (PR) was calculated using a bivariate analysis using Pearson's Chi-square test and Fisher's exact test considering a p value ≤ 0.05 for a statistically significant association. A non-statistically significant positive association was found for the development of suicidal ideation in women of black race/color (RP= 1.52), who had a religion (RP=1.49) and were separated from their partners (RP= 4 .99). Those women who worked for pay (RP=0.87) and were not financially dependent on anyone (RP=0.81) showed a negative association, not statistically significant. It was also found that women who had CMD were 13.13 (RP= 13.13) times more likely to report suicidal ideation when compared to those who did not have CMD, the association of which was statistically significant (p=0.001). Regarding the experience of violence in childhood, there was a positive association with suicidal ideation, which was statistically significant, among women who experienced psychological violence in childhood (RP=1.67; p-value= 0.019), physical violence (RP= 1.63; p-value=0.049) and sexual violence (RP= 1.81 p-value=0.009). In view of the above, it suggests that black race/color, religion, marital status of women, experiencing violence in childhood and presenting a common mental disorder may be directly related to suicidal ideation, however, paid employment and financial independence seem to play a role protective role for the outcome. It is evident that these findings are intrinsically associated with a significantly higher risk of suicidal ideation in women who suffer marital violence.pt_BR
dc.description.sponsorshipFundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superiorpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectViolência por parceiro íntimopt_BR
dc.subjectIdeação suicidapt_BR
dc.subjectSaúde mentalpt_BR
dc.subjectMedidas de associaçãopt_BR
dc.subject.otherIntimate partner violencept_BR
dc.subject.otherSuicidal ideationpt_BR
dc.subject.otherMental healthpt_BR
dc.subject.otherMeasures of associationpt_BR
dc.titleFatores associados à ideação suicida em mulheres com história de violência conjugal assistidas pela operação ronda Maria da Penha.pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.refereesGusmão, Maria Enoy Neves-
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Enfermagem (PPGENF)pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::ENFERMAGEMpt_BR
dc.contributor.advisor1Gomes, Nadirlene Pereira-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0002-6043-3997pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5212781090539158pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Gusmão, Maria Enoy Neves-
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4377011695778348pt_BR
dc.contributor.referee1Carvalho, Amâncio António de Sousa-
dc.contributor.referee2Pereira, Maria da Conceição Rainho S.-
dc.contributor.referee3Lírio, Josinete Gonçalves dos Santos-
dc.contributor.referee4Martins, Ridalva Dias-
dc.contributor.referee5Gomes, Nadirlene Pereira-
dc.creator.IDhttps://orcid.org/0000-0002-1160-1552pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3592451662479319pt_BR
dc.description.resumoA violência contra a mulher é um fenômeno que impacta a saúde feminina com sérias implicações para a esfera mental, podendo levar a ideação suicida como uma resposta de escapar dos sofrimentos provenientes da vivência desse agravo. O objetivo deste estudo foi investigar os fatores associados à ideação suicida em mulheres com história de violência conjugal. Trata-se de um estudo quantitativo, transversal, que ocorreu entre fevereiro e junho de 2021 por meio de entrevistas. Foram 231 mulheres maiores de 18 anos acompanhadas pela Operação Ronda Maria da Penha na cidade de Salvador/BA sendo excluídas aquelas que informaram ter diagnóstico de transtorno mental. Os dados foram analisados no software Rstudio e verificado a associação entre o desfecho (ideação suicida) e as variáveis independentes, foi efetuado o cálculo da razão de prevalência (RP) por meio de uma análise bivariada a partir do teste Qui–quadrado de Pearson e teste exato de Fisher considerando um valor de p ≤ 0,05 para associação estatisticamente significante. Verificou-se associação positiva não estatisticamente significante para o desenvolvimento de ideação suicida nas mulheres de raça/cor negra (RP= 1,52), que possuíam uma religião (RP=1,49) e estavam separadas de seus parceiros (RP= 4,99). Já aquelas mulheres que trabalhavam de forma remunerada (RP=0,87) e não dependiam financeiramente de alguém (RP=0,81) apresentaram associação negativa, não estatisticamente significante. Constatou-se também que entre as mulheres que apresentaram TMC tinham 13,13(RP= 13,13) vezes mais probabilidade de relatarem ideação suicida quando comparadas aquelas que não tinham TMC, cuja associação foi estatisticamente significante (p=0,001). No que se refere a vivência de violência na infância evidenciou uma associação positiva para ideação suicida, sendo estatisticamente significativa, as mulheres que vivenciaram na infância a violência psicológica (RP=1,67; p-valor= 0,019), violência física (RP=1,63; pvalor=0,049) e violência sexual (RP= 1,81 p-valor=0,009). Diante o exposto sugere que a raça/cor negra, a religião, o estado civil das mulheres, experienciar violência na infância e apresentar transtorno mental comum podem estar diretamente relacionados à ideação suicida, no entanto, o emprego remunerado e a independência financeira parecem desempenhar um papel protetor para o desfecho. Fica evidente que esses achados estão intrinsecamente associados a um risco significativamente maior de ideação suicida em mulheres que sofrem violência conjugal.pt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Enfermagempt_BR
dc.relation.referencesFERREIRA, M. B. Fatores associados à ideação suicida em mulheres com história de violência conjugal assistidas pela Operação Ronda Maria da Penha. 2024. Dissertação (Mestrado em Enfermagem e Saúde) –Programa de Pós-Graduação em Enfermagem e Saúde, Escola de Enfermagem, Universidade Federal da Bahia. Salvador – Ba, 2024pt_BR
dc.type.degreeMestrado Acadêmicopt_BR
Aparece nas coleções:Dissertação (PPGENF)

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