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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/36123
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorLukelo, Helder Hemerson-
dc.date.accessioned2022-10-11T15:00:13Z-
dc.date.available2022-10-11T15:00:13Z-
dc.date.issued2022-05-31-
dc.identifier.citationLukelo, Helder. Hemerson. (2022). Ser preto no Brasil: representações Sociais de estudantes universitários africanos. Dissertação mestrado. Instituto de Psicologia, Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal da Bahia, Brasil.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/36123-
dc.description.abstractThe present master's dissertation aimed to investigate how racial beliefs representatives are structured in Portuguese-language. African students residing in Brazil speaking in Portuguese, in summary we intend to explore the feeling and meanings of what it means to be black in Brazil and African among African students who are in Brazil. As a social representative, they are conceived as sets who understood being in a world filled with ideas, that value a group of a certain social object is determined. Social representation theorists (TRS) theory of a framework for methods to identify a social representation. The various analysis techniques for contextual as social practices, in this research were used as practices of prototypical analysis. Analysis of technical techniques, classification (CHD. To achieve the proposed objectives, we opted for a postgraduate university teaching methodology -graduate, but directed, using a teaching method by extension and postgraduate, born on the African continent, aged 3 to 18 years, with a minimum age of 47 years. The results indicate that the structures of representations are clear for foreign students, being black in Brazil is as discriminated against, for being inferior, suffering racism. Also as being poor, suffering racism, being bad and thieving, and being African. Normal, strong, pride, identity of a human being. Thus, it is concluded that these representations were structured through social contact between Africans and Brazilians, resulting in evidence of belonging and appreciation of the ingroup from the outgroup.pt_BR
dc.description.sponsorshipCAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.subjectSer Pretopt_BR
dc.subjectRepresentação identitáriapt_BR
dc.subjectRepresentações sociaispt_BR
dc.subjectSocializaçãopt_BR
dc.subject.otherBeing Blackpt_BR
dc.subject.otherIdentity representationpt_BR
dc.subject.otherSocial representationspt_BR
dc.subject.otherSocializationpt_BR
dc.titleSer preto no Brasil: representações sociais de estudantes universitários africanospt_BR
dc.title.alternativeBeing black in Brazil: representations socials of african university studentspt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.refereesTechio, Elza Maria-
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Psicologia (PPGPSI) pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIApt_BR
dc.contributor.advisor1Techio, Elza Maria-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0002-8229-7674pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5421304500367255pt_BR
dc.contributor.advisor2IDhttps://orcid.org/0000-0001-6011-0146pt_BR
dc.contributor.advisor2Latteshttp://lattes.cnpq.br/8550571356084984pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Mendonça, Anderson Pereira-
dc.contributor.referee1Lima, Marcus Eugênio Oliveira-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6415718085214143pt_BR
dc.contributor.referee2Sousa, Yuri Sá Oliveira-
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0002-8713-5543pt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/4489271911080264pt_BR
dc.contributor.referee3Mendonça, Anderson Pereira-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/8550571356084984pt_BR
dc.creator.IDhttps://orcid.org/0000-0002-3703-9078pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2818519920132104pt_BR
dc.description.resumoA presente dissertação de mestrado teve como objetivo investigar como se estruturam as representações sociais identitárias raciais em estudantes africanos lusófonos residentes no Brasil. Em síntese, pretende-se explorar os sentidos e significados do que é ser preto no Brasil e na África, entre estudantes universitários africanos que estão no Brasil. As representações sociais são compreendidas como sendo universo de opiniões, que podem ser compreendidas com um conjunto de ideias, opiniões, valores que um determinado grupo cria acerca de um determinado objeto social. Os teóricos da teoria das representações sociais (TRS) desenvolveram métodos próprios para identificar a estrutura de uma representação social. Das diversas técnicas de análise para contextualizar as práticas sociais, nesta pesquisa foram utilizadas as técnicas de análise prototípica, análise de similitude e análise Classificação Hierárquica Descendente (CHD. Tratase, portanto, de uma pesquisa exploratória mista de cunho qualitativo e quantitativo, de abordagem ex-post-facto. Para alcançar os objetivos propostos, optou-se por uma amostra de conveniência, porém direcionada, usando método de bola de neve. A amostra foi composta por 161 universitários de graduação e pós-graduação, nascidos no continente africano, com idade variando entre 18 a 39 anos - média de idade de 26,47 anos. No tocante às representações sociais identitárias do que é ser preto no Brasil e em seu país de origem. Os resultados indicaram que as estruturas das representações são claramente diferentes e opostas. Para os estudantes africanos, ser preto no Brasil é representado por expressões notadamente negativas, tais como: ser pobre, sofrer racismo, ser discriminado, ser inferior, ladrão e ser forte, e ser preto na África foi associado a expressões positivas, como ser comum, ser africano, normal, forte, orgulho, identidade, ser humano, livre e resistência. Os resultados também indicaram que houve alta percepção de discriminação e ativação de emoções negativas e positivas, e tem uma relação significativa com o tempo de permanência. Desse modo, conclui-se que estas representações foram estruturadas por meio do contato social entre africanos e brasileiros que resultou na evidente identificação de pertença e de valorização do ingroup em detrimento do outgroup.pt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Psicologiapt_BR
dc.type.degreeMestrado Acadêmicopt_BR
Aparece nas coleções:Dissertação (PPGPSI)

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